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O Vinho Novo É Melhor

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O Vinho Novo É Melhor

Livro Bom - 2 opiniões

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Autor: Robert Thom

Editora: Vida & Consciencia

Assunto: Evangélico

Traduzido por: Amantino Adorno Thom

Páginas: 256

Ano de edição: 1992

Peso: 195 g

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Excelente
JOSÉ REIS DA SILVA
03/07/2016 às 16:24
Passos - MG
O livro "O Vinho Novo é Melhor" eu o li no dia 1 de janeiro de 1998. Ainda o tenho guardado. De vez em quando o releio por que considero um livro excelente.
Recomendo a sua leitura a todos os leitores.

Péssimo
Marcio Mafra
25/09/2004 às 20:43
Brasília - DF

Robert Thom, de uma mansão de 12 cômodos, na África do Sul, tomou o caminho que desce até o ponto de tornar-se um alcoólatra à beira do suicídio, até encontrar a Senhora Webster.Daí em diante, Robert Thom descobre um mundo inteiramente novo de fé, poder e alegria. Quem tiver problemas precisa ler este livro. Descobrirá um jeito funcional de lidar com problemas que antes pareciam insolúveis. Este comentário foi copiado da contra capa do livro. Logo no prólogo, mais uma declaração bombástica: "O programa da Rede de Irradiação Cristã - O Clube 700 - estava sendo transmitido de nosso estúdio de Dallas, quando um novo convidado foi apresentado e se assentou diante das câmaras de televisão. Imaginem a minha surpresa quando o convidado, sem proferir uma só palavra de saudação, levantou a mão para o céu e, diante de nossa audiência que abrange a nação inteira, berrou com voz estentórica: -Eis o que o Senhor acaba de mostrar-me numa visão: a próxima estação transmissora de vocês será em Seattle, no estado de Washington! Se o meu convidado fosse outra pessoa, e não Robert Thom, da África do Sul, eu teria admitido tratar-se de um golpe publicitário. Mas este homem era o mesmo que, em uma reunião na Virgínia, tinha predito, com exatidão, três dias antes do evento, o assassinato do Senador Robert Kennedy. Por isso, ouvi com bastante interesse a previsão acerca da nova estação de televisão. Não fiquei surpreso, portanto, quando, justamente uma semana antes de receber um exemplar do livro "O VINHO NOVO É MELHOR", eu me vi assentado no escritório do proprietário de uma estação de televisão, assinando um contrato para apresentar meu programa através do canal de sua estação. Isso mesmo - em Seattle, Washington - menos de quatro meses após a admirável profecia de Robert Thom! O VINHO NOVO É MELHOR é a excitante história de como Jesus Cristo transformou um marinheiro duro e alcoólatra, da África do Sul, num verdadeiro homem de fé como os do Novo Testamento. Temos, nesse livro, uma narrativa plenamente aceitável de um milagre dos tempos modernos. Sua maior beleza está no fato de que ela glorifica Jesus Cristo. Algumas pessoas acham que o verdadeiro homem de fé deve andar por aí mostrando, no olhar, uma expressão distante e celestial, só falando de coisas tais como guia, revelação e espiritualidade. O apóstolo Paulo, entretanto, pensava de modo diferente, como se vê do que escreveu: "Temos este tesouro em vasos de barro." Encontramos em Robert Thom uma conjugação do autêntico tesouro celestial com um autêntico vaso de barro. A história de como os dois se reuniram constitui leitura por demais interessante. Pat Robertson, Presidente. The Christian Broadcasting Network, Inc." Toda a propaganda da contra capa e do prólogo, onde o Pat Robertson tem a cara de pau de dizer que o autor do livro previu com exatidão e antecedência de três dias a morte do Robert Kennedy, induz qualquer leitor a devorar o livro. As editoras não tem qualquer pejo de agir desta forma, nem mesmo as editoras de obras religiosas. É tudo uma questão de dinheiro, de grana. O livro é idiota, não vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História de um homem que via o invisível, acreditava no incrível e recebia o impossível.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quem Precisa de Quatro Travesseiros? Pelos fins de dezembro, todos na unidade sabiam que eu estava saindo. O Major ainda achava que eu estava fazendo uma grande tolice. Eu tinha excelente ficha funcional, como se evidenciava das minhas sete medalhas e condecorações. Contudo, Deus deixara bem clara a sua vontade e eu sabia que a mim não restava senão obedecer. Assim, no dia trinta e um de dezembro, eu tive uma despedida militar. O oficial comandante e todos os homens da unidade se reuniram num salão para oferecer-me uma grande festa de despedida. Quando entrei, todos se puseram em posição de sentido enquanto eu era escoltado até à mesa principal. As bebidas foram servidas e cada um começou a encher seu copo. Alguns dos camaradas sorriam e piscavam um para o outro; eles sabiam como eu me sentia em relação às bebidas alcoólicas. - Sirva-me um refrigerante - falei alto bastante para que todos ouvissem. - Quero deixar o Exército em plena posse de minhas faculdades. Todos se riram. Depois que o oficial comandante fez seu discurso a meu respeito, mencionando todas as coisas que eu tinha feito pelo Exército, todos tinham seus brindes preparados. Antes, porém, cabia-me falar agradecendo. Não achando certo brindar com eles e com suas bebidas, respondi da forma seguinte: - Oficial comandante, oficiais superiores, oficiais inferiores, oficiais não-comissionados e soldados. Aprecio sobremaneira este admirável gesto de despedida esta tarde. Sinto-me profundamente tocado por ele. Mas, desde que Cristo entrou em minha vida, meu coração passou por uma experiência real. Aprendi a detestar as bebidas alcoólicas que corromperam meu lar e arruinaram minha vida, quase me levando ao suicídio. Eu apreciaria bastante se, nesta tarde, antes de levantarem seus copos para brindar-me, vocês curvassem as cabeças em oração e me permitissem agradecer a Deus os meus anos no serviço, bem como pedir a bênção de Deus sobre vocês, meus camaradas. Eles depuseram os copos e oraram. A unção de Deus veio sobre mim e, quando eu disse "amém", havia naqueles homens uma verdadeira luta para reter as lágrimas. Antes que tivessem oportunidade de fazer seus brindes, pus o meu quepe, aproximei-me do oficial comandante e, num silêncio de morte, bati-lhe continência. Então, dando meia-volta, marchei para fora daquele salão rumo a uma nova vida, envolvido pelos tempestuosos aplausos dos homens. Um minuto justamente após a meia-noite eu estava oficialmente fora do Exército. Ninguém jamais saberá quão livre me senti quanto me sentia no Dia de Ano Novo de 1952! Nada mais existia para deter-me; todo impedimento terreno ficara para trás; eu estava, agora, consagrado a uma vida exclusiva de fé nas promessas de Deus. "Mas não permitas que eu fique preocupado com coisas materiais, Senhor", orei. "Concede que eu me sinta preocupado somente com os milhões de pessoas que ainda não ouviram o Evangelho. Enche-me de amor pelos perdidos, e que eu saiba avaliar quão terrível é passar à eternidade sem Cristo. Essa é a coisa importante. Tu cuidarás de nós e de nossas necessidades materiais se nos consagrarmos a ti e à tua obra em primeiro lugar." Pulando da cama, comecei, enquanto me vestia, a cantarolar um velho e querido hino. Mal eu tinha cantarolado apenas uns dois versos quando comecei a tossir. Tossi tão forte que precisei assentar-me à beira da cama para tomar fôlego. "Esta asma miserável!" resmunguei para mim mesmo. "Vai ser a minha morte qualquer dia!" Sofri, a seguir, um acesso de tosse que durou cerca de quinze minutos. Quando passou o acesso eu me sentia fraco e exausto. "Você e seus sonhos malucos de um ministério entre os pobres!" soprou o diabo. "Quem vai querer ouvir uma máquina chiante como você? Censurei-o fracamente, e disse algo acerca de servir a Jesus ainda que tivesse de morrer em ação. E isso era muito possível. Meu estado tinha chegado ao estágio em que eu estava vivendo, praticamente, na base de comprimidos de efedrina e não podia deitar-me para dormir. Recostava-me sempre em quatro travesseiros.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF
Comprei este livro ao comparecer, no Rio de Janeiro, a um congresso cristão, da Adhonep Associação Cristã de Homens de Negócios, realizado no Rio Centro, onde compareceu o candidato a Governador do D. Federal, Joaquim Roriz, que estava em campanha. Na mesma ocasião eram vendidos livros cristãos e fitas "cassete" contendo trechos da bíblia gravados pelo apresentador de televisão Cid Moreira, da Rede Globo, que também se encontrava lá.

 

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