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Ei Deus

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Ei Deus

Livro Ótimo - 3 opiniões

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Autor: Frank Foglio

Editora: Vida & Consciencia

Assunto: Evangélico

Traduzido por: Yolanda Tognozzi Munhoz

Páginas: 175

Ano de edição: 1991

Peso: 145 g

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Excelente
Alessandra de Jesus
11/04/2018 às 14:05
Confresa - MT
Foi um livro que ao ler me ajudou a confiar mais em Deus e saber esperar o agir de Deus em nossas vidas e entender que o agir de Deus acontece no tempo dele.
Me ajudou a ser mais confiante, ter força e determinação e não desistir, nem se entregar.


Excelente
Zoraide Barbosa
03/08/2010 às 15:10
Brasília - DF

Como nao poderia gostar do livro que presentei a voce Marcio Mafra. Meu exemplar guardo comigo ate hoje e se tornou livro de cabeceira. Vivo, há 10 anos nos USA  com todos os meus familiares.


Ótimo
Marcio Mafra
25/09/2004 às 20:22
Brasília - DF


Dos livros de auto ajuda que existem por aí, da fé evangélica, ou de qualquer outra religião, Ei Deus é um dos raros que não ameaça ninguém "de queimar por toda a eternidade no calor inferno" pela simples possibilidade de não cumprir o estabelecido em sua bíblia. Foi escrito (aparentemente) por um ítalo americano, inteligente, matreiro, rude mas de muito bom humor. O título do livro denota uma simpática ingenuidade revestida de alguma irreverência. É levemente dogmático e tangencia a doutrinação. Mas é muito bom e as vezes divertido.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Os testemunhos da fé da família Foglio, liderada por sua mãe, Angelina, valente e espirituosa.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pensei sinceramente que havia sido curado enquanto o poder do Espírito Santo era derramado em todo o meu ser. Mas aquele velho sujeito, Satanás, o simpatizante que falou comigo na reunião de Oral Roberts, compareceu novamente. Ele está sempre perturbando o homem em relação a Deus, usando seu espírito mau, e poder, onde quer que ache uma brecha para instalar uma cabeça de ponte. Ele dizia:
-Mova a sua cabeça, Foglio. Eu não podia.
-Incline a cintura. Era impossível.
-Levante o braço direito. Nada feito.
-Espere um minuto, eu disse.
-Estou falando com Deus, agora. Aproveitei-me disso.
"Ó Deus, ouve-me. Atenta para mim, Senhor. Por favor, ouve-me agora. Não me deixes outra vez."
Um corpo quebrado não é nada. Prefiro viver toda a minha existência aleijado e sem um braço a viver sem as bênçãos de Deus em minha alma. Pode ser que você nunca tenha sentido uma fome intensa na sua alma, uma fome tal que o alimento material não o satisfaz. Isso é o que acontece quando não se encontra o Senhor. As bênçãos que você recebeu como certas, não mais existem. É algo que você não pode imaginar. Nunca, jamais, abandone o Senhor. Se eu for capaz de convencer você de alguma coisa, que seja isto: Apesar das provas e tribulações, não se separe de Deus.
Eu disse, então: "Senhor, se eu tiver que ficar aleijado pelo resto da vida, já ganhaste a transação. Estou satisfeito. Somente desejo que me conserves ungido com o Espírito Santo. Não me importa se falarei outras línguas sete dias por semana. Não me importa se não puder levantar minha mão para tocar-te. Eu só quero sentir a tua presença e saber que estás a meu lado. Não viverei mais sem ti. Eu já provei a tua bênção. Estou de volta. Nunca mais te deixarei. Não importa quão profundo seja o vale, eu quero sentir-te perto."
Eu não havia experimentado o que era dormir por um longo tempo, por meses e meses. Tomava tranqüilizantes até chegar ao ponto do vício. Eu não podia dormir porque todas as noites eu recordava o acidente. Assim que caía no sono, eu ouvia o estrépito dos vidros despedaçando-se. Acordava gritando. Mas, depois que Demos Shakarian orou por mim, e recebi a bênção do Senhor, tenho dormido tranquilamente todas as noites. Eu estava pronto para encontrar-me com Jesus a qualquer momento. Não fazia diferença alguma para mim quando ele me chamasse, exceto alguns negócios que permaneceriam sem solução aqui na terra.
A fábrica de mortadela cambaleava na iminência da bancarrota, e nós estávamos em situação de perder nossa casa, tudo. Júlia arranjou um emprego para ajudar nas despesas domésticas. Eu decidi fazer alguma coisa. Eu podia falar, mesmo que meu andar fosse inseguro, e, às vezes desajeitado. Eu sofria de periódicas convulsões que também me deixavam consideravelmente relaxado. Apesar destas enfermidades, consegui persuadir um corretor de imóveis que patrocinasse minha matrícula numa escola de imóveis. Depois de terminar o curso, fui imediatamente ao patrocinador.
Suas observações iniciais, depois que entrei no seu escritório, foram:
-Filho, não quero desanimá-lo. Ele hesitou refletidamente e continuou:
-Mas nós estamos numa situação de depressão nos negócios. Acho que seria melhor você esquecer a corretagem de imóveis, e tentar outra coisa qualquer.
-Mas o senhor me patrocinou.
-Sinto muito em fazer isso. Ninguém está vendendo nada.
Voltei-me para sair do escritório.
O Senhor falou-me: "Continue, entre."
Voltei-me para o homem e pedi-lhe uma oportunidade para tentar. Possivelmente ele julgou, pela minha aparência, que eu estava sofrendo uma grande depressão.
-Oh, está bem - disse. - O que fizer fica por sua conta.
Na primeira semana vendi um lote por $1.500 dólares. Eu quase tive um avivamento no escritório. Na semana seguinte vendi uma casinha próxima a um bosque por $5.500.
As coisas tinham ficado tão más antes de eu receber meu primeiro cheque de comissão que eu tinha somente um terno de roupa que estava ficando bem usado e fino, não somente nos joelhos, de tanto ajoelhar-me em oração, mas a calça estava também puída na parte traseira. Meus sapatos também estavam gastos. Um dia, quando atravessava o gramado, senti os pés embebidos de água. Os dois pés de sapatos tinham buracos na sola. Eu sabia o que fazer, criado que fui na fazenda. Peguei um pedaço de papelão grosso, tomei a tesoura, cortei dois pedaços na forma e tamanho certo da sola, e coloquei dentro dos sapatos. Aquele papelão deixou-os muito confortáveis


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma querida amiga, Zoraide Barbosa, evangélica, me presenteou este livro, nos idos do ano 91/92. Ela e seu marido, viviam de um pequeno negócio de manufatura de trilhos e acrílico para o fechamento de "box de banheiros". Sua empresa, a JL Box e Banho, ficava no bairro Morada Nobre, logo na entrada de Valparaíso, no lado direito da rodovia. Nunca mais tive notícias deles. Guardo o livro e a boa imagem de ambos


 

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