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Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Cida Santos  

Editora: Globo

Assunto: Esporte

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 150

Ano de edição: 1993

Peso: 215 g

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Ruim
Marcio Mafra
25/09/2004 às 19:30
Brasília - DF

Para quem é do ramo, gosta, torce e berra Brasiiiiiiillllllllll a cada ponto feito pela pelo time, é um livro muito bom. Só pra quem gosta muito.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do time de jogadores de vôlei, na categoria masculino, nas olimpíadas de Barcelona, em 1992.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Naquela noite, o assunto não poderia ser outro. Sentada na sarjeta em frente ao prédio do Brasil na Vila Olímpica, a turma da comissão técnica fazia seu serão com a cabeça voltada para a Holanda, a adversária do dia seguinte. O clima, apesar da tensão da Olimpíada, era de descontração total, regado a Coca-Cola e água. Enquanto os jogadores dormiam, Zé, Marcos, Julinho, Sami e Mathias fumavam o penúltimo cigarro - sempre com a ressalva de que o último só quando morrer - e jogavam muita conversa fora, tipo fulano jogou bem, a gente precisa melhorar nisso, naquilo... Essas coisas que se falam numa mesa de bar. Um procurava convencer o outro de que o time ainda não ganhara nada. A conversa sempre acabava caindo no tal jogo eliminatório da fase seguinte. E se o Brasil acaba em primeiro lugar e perde para o quarto colocado da outra chave? Teria que se contentar em disputar um mero quinto lugar... É, o time ainda não tinha ganhado nada. Era preciso deixar isso claro para os jogadores e conter o entusiasmo com as duas primeiras vitórias. O jogo entre Holanda e Cuba, que abriu o torneio de vôlei da Olimpíada, havia sido filmado por Sami. A comissão técnica brasileira estranhou a maneira como os holandeses estavam jogando. O time, dirigido por Arie Selinger, técnico acostumado a trabalhar com mulheres, estava armado como uma equipe feminina. Ou seja, o sistema de recepção era formado por três jogadores. Quando Ron Zwerver - o principal atacante holandês e também um dos responsáveis pelo passe - estava na posição quatro (entrada de rede), a falha dessa armação se evidenciava. Para recepcionar o saque, Zwerver tinha que recuar e o levantado r - que estava na posição cinco (a última do fundo da quadra antes de se chegar na rede) - recuava mais ainda. Dependendo do tipo de saque, o levantado r teria que percorrer urna distância muito grande, de 6 a 7 metros até a rede. É claro que essa situação dificultava as armações de ataque e ajudava o trabalho do bloqueio adversário. Mas a Holanda também tinha qualidades respeitáveis. Contava com o time mais alto da Olimpíada, com urna média de altura, entre os titulares, de 2,04 m. Para enfrentar essa muralha, urna das estratégias do Brasil seria atacar mais longe da rede. A turma da sarjeta falou ainda das outras equipes e da vontade de assistir a um jogo do "dream team" de basquete dos Estados Unidos, povoado por estrelas da NBA corno Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird. Quando a conversa acabou, já era de madrugada


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ganhei o livro de uma autoridade do Banco do Brasil, quando trabalhava na CDL.


 

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