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O 3º Travesseiro

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O 3º Travesseiro

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Autor: Nelson Luiz de Carvalho

Editora: Mandarim

Assunto: LGBT

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 210

Ano de edição: 1999

Peso: 310 g

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Bom
Marcio Mafra
25/09/2004 às 18:53
Brasília - DF

Segundo o Nelson Carvalho o seu livro não é autobiográfico, embora se baseie em fatos reais. Duas afirmativas bastante duvidosas. O tema do 3º travesseiro é chulo e mais parece o velho e bom drama mexicano. Narra a relação vivida entre Marcus e Renato baseada em muita confusão, muita briga, muito problema e muita agressão, além - é claro - de muito sexo entre eles

História banal, pobre e pequena, com um final patético e exageradamente dramático, por isso mesmo cheirando àquelas cenas, artificialmente montadas, só para poder terminar a narrativa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história homossexual de paixão e violência entre dois paulistas.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No dia seguinte, acordei com a campainha tocando insistentemente. Imaginando ser Renato, desci rapidamente para atender a porta. O olho mágico mostrou-me Beatriz.
Apenas com um palmo da porta aberta e com o meu corpo por detrás dela, a atendi:
Não esperava sua visita tão cedo. Tudo bem?
Tudo bem, gatinho. Posso entrar?
Claro que pode, mas me dê alguns minutos para colocar um short. Eu estou apenas de cueca.
Por mim nem precisa, Marcus.
Fiz Beatriz esperar na sala, enquanto subi para lavar o rosto, escovar os dentes e colocar um short.
Bom dia, Beatriz.
Ganhei um beijo no rosto.
Você me acompanha no café da manhã?
Fomos para a cozinha. O relógio da parede marcava dez horas em ponto e por um bilhete deixado na mesa, meu pai estava na editora e minha mãe fazendo compras no mercado.
Eu não esperava ver você tão rapidamente, Beatriz, está tudo bem mesmo?
Sim e não, Marcus. Eu gostaria de falar sobre o que aconteceu na pousada.
Então fale, o que está incomodando você?
Sabe o que é, Marcus, eu não gostaria que você pensasse algo errado sobre mim. Nunca havia feito o que fiz naquela noite. Foi a primeira vez que estive com dois homens e, você sabe, sou apaixonada pelo Renato. Eu...
Ela não parava de se justificar e confesso que mesmo fingindo prestar atenção, eu estava mais preocupado com os meus pensamentos. Apesar de ainda me sentir atraído por ela, com certeza nada mais poderia rolar entre a gente.
Servindo-lhe uma xícara de café, voltamos para a sala e, sentados no sofá maior, fiz com que ela parasse de se explicar:
Você está preocupada à toa. Se eu tivesse que pensar algo errado a seu respeito, então o que você pensaria sobre mim?
Sabe o que é, Marcus, eu me sinto muito sozinha. Você ainda pode dividir com o Renato todos os seus sonhos e sentimentos. E eu?
Ela começou a chorar.
Beatriz, para com isso.
Abraçado por ela, e sem saber o que fazer, comecei a passar a mão nos seus cabelos.
Eu... Estou confusa, Marcus.
Chorar não vai adiantar nada, Beatriz. Vamos conversar. Naquela noite, Marcus... Com a desculpa de pegarmos mais cervejas no frigobar, o Renato... Me ofereceu a você e... No dia seguinte... Praticamente me... Me expulsou do apartamento.
Suas palavras me atingiram como um raio. Com certeza toda a culpa era minha. Enxugando as lágrimas do seu rosto e olhando-a de frente, eu disse:
Beatriz, eu te peço desculpas. Tudo o que aconteceu foi minha culpa.
Você não teve culpa de nada, Marcus.
Tive sim. Naquela noite desejei transar com você e o Renato percebeu isso. Você me perdoa por eu ter passado por cima dos seus sentimentos?
Você não precisa do meu perdão.
Um beijo roubado.
Você é a parte boa de toda essa história, Marcus. Confuso, me deixei levar por um beijo carregado de emoções. Eu quero você, Marcus.
Beatriz... Eu... Não... Posso...
Eu quero... Sentir você, Marcus...
Não... Não, Beatriz. Eu... Eu não posso...
Forçando-me a deitar no sofá e jogando o seu corpo sobre o meu num desejo quase incontrolável, ela me dava pequenas e curtas mordidas no peito.
Beatriz... Pare. Eu... Não posso.
Eu quero sentir você só mais uma vez, Marcus.
Pelas suas mãos, meu short e cueca foram puxados até os joelhos e num movimento rápido e brusco, Beatriz, sentando-se sobre mim, fez-se penetrada. Sem calcinha, mas ainda de vestido, ela mexia seu corpo de um jeito tão especial, que me fez gozar em pouco tempo. Como a demonstrar vergonha por ter forçado tudo aquilo, ela me abraçou e disse:
Me desculpe, Marcus. Eu não tinha o direito.
Esqueça, Beatriz. Agora nós já fizemos.
Você não gostou de estar comigo, Marcus?
Gostei. Só que a gente não deve mais fazer isso. Levantando-se do sofá e vestindo a calcinha, ela disse: Por quê, Marcus? Nós três juntos viveríamos muito bem.
Colocando o short, eu pensava numa maneira suave de dizer a ela que no máximo poderíamos ser amigos, quando ouvimos o barulho da porta se abrindo.
Beatriz, que surpresa boa!
Oi, dona Ana, tudo bem com a senhora?
Tudo bem, e com você, filha?
Também está tudo bem.
Por que você não me falou que a Beatriz viria almoçar com a gente, Marcus? Eu teria preparado algo especial.
Antes que eu pudesse responder, Beatriz disse:
Não vim para almoçar, dona Ana.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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