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A Escrava Isaura

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A Escrava Isaura

Livro Bom - 2 opiniões

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Autor: Bernardo Joaquim da Silva

Editora: Ática

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 130

Ano de edição: 1978

Peso: 120 g

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Ótimo
Biblioteca "Cléa Trela Casa"
09/07/2018 às 15:25
Canoinhas -
Excelente romance da literatura nacional.Em 1949 havia sido transformado em filme com Cyl Farnei e Fada Santoro.Em 1976 a Rede Globo transformou em novela, sendo exibida até na China e transformando-se num grande sucesso da televisão.

Péssimo
Marcio Mafra
20/09/2004 às 10:33
Brasília - DF

Açúcar sem água. Muito açúcar. O tema do livro ficou popularmente conhecido em face da novela, de mesmo nome, veiculada pela TV Globo, por volta dos anos 70, quando detinha cerca de 70% da audiência nacional. Muitos anos depois, a mídia ainda se referia a novela, porque a Escrava Isaura era a obra mais exportada pela Rede Globo de Televisão, para o maior número de países, na história da televisão brasileira. A despeito da TV, é uma história monótona, vagarosa e sem graça. Todos os seus acontecimentos eram absolutamente previsíveis. Chatice.  Não vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de uma escrava aparentemente branca, educada e bonita, impedida de amar a quem escolhesse pelo seu amo e senhor, que também lhe amava, porém não o admitia por razões de....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Leôncio impaciente e com o coração ardendo nas chamas de uma paixão febril e delirante não podia resignar-se a adiar por mais tempo a satisfação de seus libidinosos desejos. Vagando daqui para ali por toda a casa, como quem dava ordens para reformar o serviço doméstico, que daí em diante ia correr todo por sua conta, não fazia mais do que espreitar todos os movimentos de Isaura, procurando ocasião de achá-la a sós para insistir de novo e com mais força em suas abomináveis pretensões. De uma janela viu as escravas fiadeiras atravessarem o pátio para irem jantar, e notou a ausência de Isaura. - Bom!. . . Vai tudo às mil maravilhas, - murmurou Leôncio com satisfação; nesse momento passava-lhe pela mente a feliz lembrança de mandar o feitor levar as outras escravas para o cafezal, ficando ele quase a sós com Isaura no meio daqueles vastos e desertos edifícios. Dir-me-ão, que sendo Isaura uma escrava, Leôncio, para achar-se a sós com ela não precisava de semelhantes subterfúgios, e nada mais tinha a fazer do que mandá-la trazer à sua presença por bem ou por mal. Decerto ele assim podia proceder, mas não sei que prestígio tem, mesmo em uma escrava, a beleza unida à nobreza da alma, e à superioridade da inteligência, que impõe respeito aos entes ainda os mais perversos e corrompidos. Por isso Leôncio, a despeito de todo o seu cinismo e obcecação, não podia eximir-se de render no fundo d'alma certa homenagem à beleza e virtudes daquela escrava excepcional, e de tratá-la com mais alguma delicadeza do que às outras. - Isaura, - disse Leôncio, continuando o diálogo que deixamos apenas encetado, - fica sabendo que agora a tua sorte está inteiramente entre as minhas mãos. - Sempre esteve, senhor, - respondeu humildemente Isaura. - Agora mais que nunca. Meu pai é falecido, e não ignoras, que sou eu o seu único herdeiro. Malvina por motivos, que sem dúvida terás adivinhado, acaba de abandonar-me, e retirou-se para a casa de seu pai. Sou eu, pois, que hoje unicamente governo nesta casa, e disponho do teu destino. Mas também, Isaura, de tua vontade unicamente depende a tua felicidade ou a tua perdição. - De minha vontade!. .. Oh! Não, senhor; minha sorte depende unicamente da vontade de meu senhor. - E eu bem desejo - replicou Leôncio com a mais terna inflexão de voz, - com todas as forças de minha alma, tornar-te a mais feliz das criaturas; mas como, se me recusas obstinadamente a felicidade, que tu, só tu me poderias dar? . . - Eu, senhor?! Oh! Por quem é, deixe a humilde escrava em seu lugar; lembre-se da senhora D. Malvina, que é tão formosa, tão boa, e que tanto lhe quer bem. Em nome dela que lhe peço, meu senhor; deixe de abaixar seus olhos para uma pobre cativa, que em tudo está pronta para lhe obedecer, menos nisso, que o senhor exige. . . - Escuta, Isaura; és muito criança, e não sabes dar às coisas o devido peso. Um dia, e talvez já tarde, te arrependerás de ter rejeitado o meu amor. - Nunca! - exclamou Isaura. - Eu cometeria uma traição infame para com minha senhora, se desse ouvidos às palavras amorosas de meu senhor. - Escrúpulos de criança!... Escuta ainda, Isaura. Minha mãe vendo a tua linda figura e a viveza de teu espírito, - talvez por não ter filha alguma, - desvelou-se em dar-te uma educação, como teria dado a uma filha querida. Ela amava-te extremosamente e se não deu-te a liberdade foi com o receio de perder-te, foi para conservar-te sempre junto de si. Se ela assim procedia por amor como posso eu largar-te de mão, eu que te amo com outra sorte de amor muito mais ardente e exaltado, um amor sem limites, um amor que me levará à loucura ou ao suicídio, senão....mas que estou a dizer!... Meu pai, - Deus lhe perdoe, levado por uma sórdida avareza, queria vender tua liberdade por um punhado de ouro, como se houvesse ouro no mundo que valesse os inestimáveis encantos, de que os céus te dotaram.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pela assinatura que consta na folha de rosto, este livro foi emprestado por Cláudia Regina Volmann de Andrade e ainda não devolvido.


 

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