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Uma Luz no Meu Caminho

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Uma Luz no Meu Caminho

Livro Péssimo - 1 opinião

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Autor: Fernando do Ó

Editora: Feb

Assunto: Espiritismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 347

Ano de edição: 1985

Peso: 275 g

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Péssimo
Marcio Mafra
20/09/2004 às 23:51
Brasília - DF

Uma obra romanceada de dois espíritos, numa adiantada fase de reencarnação, segundo a doutrina espírita. Como dogma religioso não há o que comentar, porém, como história, como romance, como livro é uma bela e maravilhosa chatice. Até para os iniciados na religião do Allan Kardec o livro é desinteressante.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Sileno e Lisiane, que começa quando ambos se encontram numa determinada altitude espiritual.....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando Miguel se sentou, tranquilo e reconfortado, outros médiuns recebiam, pela psicografia, páginas de conteúdo espiritual que comoviam até às lágrimas a assembléia silenciosamente concentrada e feliz. Divagando o olhar pelo salão, após a audição do recado mediúnico trazido por Miguel, Licurgo descobriu, quase ao pé de si, um ente que de homem tinha apenas a forma, de vez que, no locomover-se, arrastava-se como um quadrúpede. Somente ao sentar-se, o que apenas podia fazer encostando-se à parede, é que se poderia afirmar tratar-se de gente, pois o tronco, naquela positura, era igual ao de qualquer ser humano. Discretamente, Licurgo observou-o, penalizado. Sua fisionomia doce e serena, resignada e calma, revelava uma alma aquietada humildemente à rudeza da prova escolhida. Era um homem de vinte anos, cujos braços, quando sentado, avançavam para a frente, e as pernas, atirando-se no soalho, permitiam-lhe permanecer na posição, bastante tempo. Ao seu lado, um bornal, onde, naturalmente, carregava seus pertences de uso imediato. Seus olhos brilhantes se fixavam em Miguel, e sentia-se que o comunicado psicofônico lhe inundara o espírito de suaves consolações. A mensagem falava dos erros e dos crimes praticados pelo homem em reencarnações anteriores, e que as provas, as mais rudes e severas, representavam o preço dos resgates salvadores. Referia-se, ainda, àquelas que reduziam mesmo as criaturas, no corpo físico, a verdadeiros monstrengos, na pauta teratológica, para se redimirem. E embrenhava-se o ser comunicante em considerações de ordem evangélica, para concluir que se Jesus não viera revogar a Lei nem os Profetas, dera todavia aos homens a verdadeira interpretação do ensino de Moisés, no tocante ao «olho por olho, dente por dente». Que na Justiça Eterna há sempre o espírito de sua Infinita Misericórdia. Felicíssimo, tal o nome do monstrengo, estava como que fascinado pela dissertação do generoso mensageiro. Terminada a sessão, Licurgo achou-se ao lado de Felicíssimo. - Que lição, meu amigo! - exclamou, encostando-se bem ao lado da pobre criatura. - Deus é bom demais... - murmurou, lançando um olhar amistoso ao companheiro que lhe dava o testemunho de sua humildade, de sua compreensão. - Mas a sua justiça é tremenda - arriscou Licurgo. O estranho homem não lhe deu logo a resposta. Olhou para todos os lados e, virando-se para Licurgo, disse, alegremente conformado: - Não, meu amigo, não concordo com o senhor. A Justiça de Deus é a sua própria Misericórdia. Meu pai terrestre já me dizia isso, a partir do tempo em que eu comecei a compreender as coisas. Um dia, chamou-me a um canto da sala, e disse-me que o homem que se revolta contra as dores do seu destino e as lutas cruentas de sua vida ainda está muito longe de ser homem.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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