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Um Milhão de Finais Felizes

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Um Milhão de Finais Felizes

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Vitor Martins

Editora: Globo Editora

Assunto: LGBT

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 352

Ano de edição: 2018

Peso: 395 g

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Ótimo
Marcio Mafra
24/08/2019 às 23:04
Brasília - DF
“Um milhão de Finais Felizes” conta o amor de Jonas e Arthur, uma história divertida, inteligente e sensível, embora eles vivam sob marcantes diferenças sociais, culturais, religiosas, econômicas e financeiras.
Arthur tem uma vida de classe econômica alta, família de berço, reside com os pais numa região rica da cidade.
Tem carro, estuda numa excelente faculdade particular.
Jonas mora numa casa popular em Santo André, gasta 4 horas diárias em trajeto de ônibus para ir ao trabalho, que garante um pequeno auxilio às despesas de sua família.
Ambos tem problemas com seus pais, com a sociedade e enfrentam preconceitos na família e na vida.
Um livro de temática LGBT. Um ótimo livro de leitura rápida, leve, gostosa e divertida.


Marcio Mafra
24/08/2019 às 00:00
Brasília - DF

A história de Jonas, atendente num dos dois caixas e balcão do Rocket Café, um lugar bem transado na Avenida Paulista, que tem a preferência de pessoas jovens e descoladas.

No seu trabalho é gentil e atencioso com a clientela mas vive sob o olhar duro e atento do gerente Douglas porque, de quando em vez, se atrasa para chegar, porque mora em Santo André, na periferia da cidade de São Paulo.

Jonas é colega de caixa de Karina.

Ele trabalha para pagar a faculdade, mas não sabe direito o que fazer da vida.

Sua mania é anotar num caderninho suas idéias para um livro que pretende escrever.

Jonas sempre que atende um rapaz bonito desenha no copo que vai servir o suco ou “sundae” uma carinha sorrindo.

Fez isso no dia que atendeu Arthur e imediatamente anotou uma nova idéia no caderninho: “Piratas Gay” porque Arthur tinha barba e se parecia com um pirata.

Marcio Mafra
24/08/2019 às 00:00
Brasília - DF

Houve uma curta fase na minha vida em que tentei mudar.

Eu tentei não ser gay, não olhar para os meninos bonitinhos da escola e pensar que beijá-los não seria má ideia.

O esforço de tentar mudar a minha cabeça era tão exaustivo que, num determinado ponto da adolescência, eu apenas aceitei que eu era assim.

Não foi o tipo de aceitação que deixava a gente aliviado.

Aceitar que eu sou gay significou aceitar que eu vou para o inferno e viver constantemente com medo da morte.

Esse tipo de pensamento não me assombra com tanta frequência como antes, mas ainda existem noites em que, antes de dormir, eu olho para o teto e penso que, em algum lugar, existe um Deus que está extremamente desapontado comigo.


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Marcio Mafra
24/08/2019 às 00:00
Brasília - DF

Lançar algum livro pela Editora Globo é meio caminho para aparecer em toda a mídia, especializada em literatura, ou não.

Globo é um  sistema com grande capilaridade de comunicação.

Devido a mídia comprei Um Milhão de Finais Felizes.


 

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