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O Grande Gatsby

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O Grande Gatsby

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: F Scott Fitzgerald  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Brenno Silveira

Páginas: 156

Ano de edição: 1966

Peso: 210 g

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Bom
Elias Marinho
14/11/2012 às 09:52
Santa Maria - DF
Eu esperava mais do grande F. Scott Fitzgerald, principalmente, por este ser o primeiro livro que leio dele. Todavia, tenho certeza de que os próximos serão melhores.
Conceituei mediano, porque a julgar pelo título "O grande Gatsby" imaginava um Gatsby maior, um cara de grandes realizações e de frases marcantes, porém, me decepcionei porque o personagem principal não passava de um homem relativamente comum, que enriqueceu de maneira discutível e que dava grandes festas em sua mansão. Para reencontrar seu grande amor Dayse, ele se torna amigo de Nick, que além de ser amigo de Dayse era o narrador da história.
O final é relativamente surpreendente. Más não é o desfecho final que me prendi e sim os últimos parágrafos onde em poucas palavras o grande mestre se revela e faz jus ao título de mestre da literatura contemporânea.

Bom
Marcio Mafra
18/09/2004 às 11:21
Brasília - DF

Jay Gatsby, o grande, convivia com o poder e a riqueza, e levava uma vida cercada de mistérios, quando Nick Carraway vai jantar na casa de sua prima Daisy e passa a ter contato com a alta sociedade, tão fútil quanto preconceituosa. Nick é o personagem narrador e Gatsby o personagem central. F. Scott Fitzgerald é daqueles autores chamados de imersão. Mergulha e quando volta à superfície o livro está pronto. O Grande Gatsby foi seu 4º romance, precedido de três sucessos razoáveis, todos no mesmo estilo e forma, que mais parecem crônicas, tanto pelo modo superficial de narrar e situar as fortunas, o lazer, o comportamento social, como pelo estilo de "imersão". Livro fácil de ler. Simples, trata da vida dos milionários, das mulheres, das festas, do glamour, dos golpes sujos e do sexo. Leitura descomprometida.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Jay Gatsby, de fina educação, que transitava com muita facilidade pela rica e alta sociedade de Long Island, narrada pelo seu vizinho Nick Carraway.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Certo dia de outubro, em 1919 - disse Jordan Baker aquela tarde, sentada muito ereta numa cadeira de espaldar reto, no tea-garden do Plaza Hotel - eu caminhava de um lugar para outro, ora sobre a calçada, ora sobre o gramado. Sentia-me mais feliz sobre o gramado, pois calçava sapatos vindos da Inglaterra, com sola de borracha granulada que "agarravam" o chão macio. Vestia também uma saia nova de tecido axadrezado, que se agitava um pouco ao vento e, quando isso acontecia, as bandeiras vermelhas, azuis e brancas, hasteadas em todas as casas, se distendiam, empertigavam-se, produzindo um tut-tut-tut-tut de desaprovação. A maior das bandeiras e o maior dos jardins pertenciam à casa de Daisy Fay. Contava ela apenas dezoito anos, dois anos mais velha do que eu, e era, sem termo de comparação, a mais popular dentre todas as garotas de Louisville.. Trajava-se de branco, tinha um pequeno automóvel esporte branco e, o dia todo, o telefone tocava em sua casa: eram os jovens oficiais de Camp Taylor que, agitados, lhe solicitavam o privilégio de monopolizá-la aquela noite. "Por uma hora que fosse!" . Quando cheguei diante de sua casa, aquela manhã, sua baratinha branca estava parada junto do passeio, e ela se achava sentada nela em companhia de um tenente que eu jamais vira antes. Estavam tão interessados um no outro, que ela não me viu senão quando eu já me encontrava a dois passos de distância. - Alô, Jordan! - chamou-me, inesperadamente, - Por favor, venha cá. Senti-me lisonjeada, ao ver que ela desejava falar-me, pois, dentre todas às moças mais velhas que eu conhecia, era ela a que eu mais admirava. Perguntou-me se eu ia à Cruz Vermelha preparar ataduras. Respondi-lhe que sim. Nesse caso, poderia eu avisar que ela não compareceria lá aquele dia? Enquanto Daisy falava, o oficial a fitava de uma maneira que toda jovem gostaria, algum dia, de ser olhada, e, como aquilo me pareceu romântico, jamais esqueci, desde então, o incidente. O rapaz chamava-se Jay Gatsby e, por espaço de quatro anos, não tornei mais a vê-lo; mesmo quando o encontrei, em Long Island, não percebi que era a mesma pessoa. Isso aconteceu em 1917. Já no ano seguinte, eu mesma tinha alguns admiradores, e começava a participar de torneios, de modo que não via Daisy com muita freqüência. Ela costumava sair com um grupo de amigas ligeiramente mais velhas - mas isso quando saía com alguém. Circulavam, a seu respeito, rumores incríveis; dizia-se, por exemplo, que sua mãe a encontrara fazendo as malas, numa noite de inverno, para ir a Nova York despedir-se de um soldado que partia para a Europa. Na verdade, não a deixaram ir, mas ela ficou sem falar com os membros de sua família várias semanas. Depois disso, já não saía mais em companhia de soldados, mas unicamente com alguns rapazes de pés chatos, míopes, que não tinham conseguido entrar para o exército. No outono seguinte já se mostrava de novo alegre - alegre como sempre. Depois do armistício, fez o seu début e, em fevereiro, estava noiva, segundo se presumia, de um homem de Nova Orleans. Em junho, casou com Tom Buchanan, de Chicago, com maior pompa e suntuosidade que qualquer outro casamento jamais realizado em Louisville. O noivo chegou acompanhado de cem convidados, em quatro vagões especiais, e alugou todo um andar do Muhlbach Hotel e, na véspera do enlace, deu-lhe um colar de pérolas avaliado em trezentos e cinqüenta mil dólares. Eu fui uma de suas damas de honor. Cheguei ao seu quarto meia hora antes do jantar nupcial, e encontrei-a estendida em sua cama, tão bela como a noite de junho, em seu vestido florido. .. E bêbeda como uma cabra. Tinha, numa das mãos, uma garrafa de Sauternes e, na outra, uma carta. - Felicite-me - murmurou-me ela. - Jamais bebi antes, mas, oh!. .. Como isto me agrada! - Que aconteceu, Daisy? Sentia-me assustada, confesso; jamais vira antes uma garota naquele estado. - Tome, querida... - Meteu a mão numa cesta de papéis que estava na cama e tirou do fundo o colar de pérolas. - Leve-o para baixo e devolva-o ao seu dono. Diga-lhe que Daisy mudou de idéia. Diga-lhes: "Daisy mudou de idéia!". Pôs-se a chorar - a chorar sem cessar. Saí a correr, encontrei a criada de quarto de sua mãe. Voltamos para o quarto, fechamos a porta e metemo-la num banho frio. Ela não queria largar a carta. Levou-a para o banheiro com ela, amarfanhou-a, convertendo-a numa bolota molhada e só a largou, na saboneteira, quando viu que ela se desfazia, como neve. Mas não proferiu mais palavra alguma. Demo-la a cheirar amoníaco, pusemo-lhe gelo na testa, e metemo-la de novo em seu vestido e meia hora depois, quando saímos do quarto, as pérolas já lhe cingiam o pescoço e o incidente já estava terminado. No dia seguinte, às cinco horas, casou com Tom Buchanan sem um estremecimento sequer, e partiram, numa viagem de três meses, pelos mares do Sul. Vi-os em Santa Bárbara, após seu regresso, e pensei que jamais vira antes uma moça tão apaixonada pelo marido. Se ele se afastava por um momento, ela lançava o olhar em tomo, inquieta, e perguntava: "Onde está Tom?" e seu rosto adquiria uma expressão sumamente abstrata, até que o visse de novo surgir à porta. Ela costumava sentar-se na areia, com a cabeça de Tom em seu colo, e ficava, durante longo tempo, a passar os dedos pelos seus olhos e a fitá-lo, com ar de insondável encantamento. Era tocante vê-los juntos; fazia a gente sorrir baixinho, fascinada. Isso foi em agosto. Uma semana após minha partida de Santa Bárbara, Tom abalroou um caminhão, na estrada de Ventura, e arrebentou uma das rodas dianteiras de seu carro. A garota que estava com ele também apareceu nos jornais, pois fraturou o braço. .. Era uma das arrumadeiras do Santa-Bárbara Hotel. No ano seguinte em abril, Daisy deu à luz a sua filhinha, e eles seguiram para a França, onde permaneceram por espaço de um ano. Vi-os, na primavera, em Cannes e, depois, em Deauville, após o que, voltaram de vez para Chicago. Daisy era popular em Chicago, como você sabe. Andavam metidos com um grupo de pessoas levianas, todas elas jovens, ricas e alucinadas, mas sua reputação se manteve perfeitamente impoluta. Talvez porque ela não beba. É uma grande vantagem não se beber em meio de pessoas que bebem muito. A gente pode refrear a própria língua, além de dispor de tempo para controlar qualquer irregularidade, de nossa parte, pois que todos estão tão cegos que não vêem ou não se importam com nada. Talvez Daisy não se interessasse por aventura amorosa alguma; mas há algo naquela sua voz. . . Bem,. Há cerca de seis semanas ela ouviu pela primeira vez, após vários anos, o nome de Gatsby. Foi quando eu lhe perguntei - lembra-se? - se você conhecia Gatsby em West Egg. Depois que você se foi, ela subiu ao meu quarto, despertou-me e indagou: "Que Gatsby é esse?" Eu lhe descrevi, ainda mal desperta... Ela então me disse, com a voz mais estranha que se possa imaginar, que devia ser o homem que conhecera antes de casar. Foi só então que relacionei esse Gatsby com o tenente que eu vira em seu automóvel branco.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Grande Gatsby, da coleção Mestres da Literatura Contemporânea, adquirimos quando fomos à S.Paulo, por ocasião do casamento do Gustavo com Patrícia, em 31 julho de 1998 Na porta de uma loja de bairro havia verdadeira montanha de livros, todos à R$ 5,00. Trouxemos um bocado de livros de "capa dura" na cor azul. Nesta oportunidade praticamos a mais legítima "cultura métrica", ou seja, quando se compra livro à metro, para enfeitar prateleira


 

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