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A Cabana

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A Cabana

Livro Bom - 26 opiniões

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Autor: William P. Young

Editora: Sextante

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Ivanir Alves Calado

Páginas: 236

Ano de edição: 2008

Peso: 340 g

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Muito bom
Josy Karine Santos Soares
07/11/2017 às 22:10
Camaçari - BA
Livre excelente! super recomendo


Ótimo
Jessica Larissa de Camargo Ostroski
25/10/2017 às 03:28
Curitiba - PR
Um livro que entendo maravilhoso.


Excelente
Luis Carlos Maciel de Freitas
22/10/2017 às 23:06
Maranguape - CE
Muito emocionante. A leitura é fascinante. Adorei do começo ao fim.

Excelente
Jéssica Zambello
11/10/2017 às 15:21
Umuarama - PR
Excelente livro, recomendo.


Excelente
Deusenir Sandes Carvalho
10/10/2017 às 13:52
Vitória - ES
A Cabana. Excelente livro. Impossível não se emocionar. Deixa um misticismo no ar. Não podemos afirmar, após ler o livro se de fato, após retornar a Cabana, tudo realmente aconteceu ou se foi apenas um sonho do pai da menina morta, mais enfim, o que realmente é relevante é que a mensagem que o autor nos passa: O Pai-Deus, o Filho-Jesus e o Espírito Santo-se importa com os seus.,


Excelente
Deyse mara Lima
05/10/2017 às 21:58
Natal - RN
Livro excelente!


Muito bom
ANA PAULA RODRIGUES DOS SANTOS
02/07/2017 às 10:12
Vila Velha - ES
Livro com uma visão completamente diferente do que as pessoas pensam sobre Deus. Simplesmente emocionante, a cada pagina virada um sentimento diferente de que Deus realmente é só amor e perdão. Deus não é vingativo, por isso criou o livre arbítrio. Recomendo demais, leitura gostosa e emocionante.


Muito bom
VANESSA FELICIANO DE JESUS
19/02/2017 às 22:49
Itabela - BA
Gostei bastante desse livro mudou minha forma de pensar em Deus.


Muito bom
Michele Cristiane da Silva Ramos
27/01/2017 às 22:43
Itatiba - SP
Li a muitos anos, quando peguei emprestado de uma amiga, gostei muito, comovente


Excelente
Luan Eça
05/12/2016 às 15:41
São Paulo - SP
Livro fascinante, porém o leitor tem que se desprender de dogmas religiosos e pré conceitos, o livro é um processo desconstrução magnifica.

Bom
Vinicius Cardoso
21/07/2016 às 11:07
Macaúbas - BA
Muito bom, perfeito!!


Excelente
David Andrey
07/09/2015 às 16:47
Ituporanga - SC
É realmente um livro excelente tanto pra quem é ateu ou agnóstico pois fala de Deus sim, mas de um jeito totalmente diferente do que estamos acostumados a ouvir. Eu particularmente amei.


Ótimo
Denilson Luiz de Souza
25/06/2015 às 23:52
Juiz de Fora - MG
O livro è ótimo, nos leva a uma reflexão sobre o que esperamos da vida quando acreditamos em um ser supremo.


Excelente
Geovany Barnabé da Silva
31/03/2015 às 14:36
Camaragibe - PE
Este é um livro ótimo, muito bem escrito e tocante, porém é para pessoas que tenham uma boa imaginação, muita fé e sentimentos a flor da pele. É um livro tocante e que nos leva a inúmeras reflexões, em momento nenhum o livro é repetitivo, ele apenas gira em torno de um fato e trás várias reflexões com relação ao mesmo, é um livro que necessita de bastante senso filosófico para a leitura, mas que tem um potencial transformador.


Bom
cecilia moreira
20/02/2014 às 08:35
Mongaguá - SP
Gostei muito, move nossos sentimentos, leva a reflexões, as cenas e os diálogos instigam a revisão do que é importante, situações que mostram como você reagiria em determinadas situações, e que muitas nossas reações são inapropriadas e desnecessárias. Valorizamos, por vezes, mais coisas que pessoas. A cena mais tocante para mim, foi quando o personagem Jesus derruba uma tigela contendo massa de bolo. Quem nunca passou por isso? É simplesmente fantástico, vale muito a pena ler o livro "A Cabana".


Muito bom
Ana
07/12/2013 às 21:48
Belém - PA
Este livro emociona do começo ao fim, e você tem vontade de ler a toda hora. Gostei. Amei a leitura.

Muito bom
Leticia
07/08/2013 às 16:20
Pará de Minas - MG
Um bom livro para quem quer entender qual é a divisão da divina trindade.

Excelente
Priscila Lourenço de Assis
02/01/2013 às 18:00
Barra do Piraí - RJ
Este livro é o melhor que eu já li em tempos. Uma linda história que aborda o verdadeiro sentido de Deus em nossas vidas. Leiam de coração aberto.

Bom
Eliabe Oliveira
21/11/2012 às 10:27
Santo André - SP
Eu gostei.


Ruim
Ana Lúcia Pereira
09/04/2012 às 21:27
Rio de Janeiro - RJ

Um livro que não consegui ler até o final...cansativo,e que se torna monótono.



Mediano
Vanessa Raquel Dantas
08/04/2012 às 11:09
Brasília - DF


A Cabana é um livro instigante até certo ponto, o inicio é fascinante, de fácil entendimento, conta a historia de vida de Mack desde sua infância, ao qual seu relacionamento com seu pai alcoólatra o deixa desnorteado a ponto de envenená-lo e ir embora. Após algum tempo conhece então sua esposa Nan e com ela tem cinco filhos. A parte, mas interessante da ficção surge durante o acampamento de Mack com seus três filhos, onde acontece o desaparecimento de sua filha Missy. Nesse momento, ocorre à vontade incessante de ler o livro para saber o que realmente ocorreu com a garota, os detalhes deixam o momento da leitura rica a ponto de nos levar para o acontecimento, porém se não fosse a tal cabana que infelizmente torna o livro estressante e longo a ponto de deixá-lo chato, a gama dos detalhes e a estranha colocação dos personagens, em que Deus - é representado por uma figura feminina - embaralha a cabeça do leitor e os demais personagens então, sem comentários, só lendo mesmo, porém com cuidado para não se perder, pois o autor gostou de esticar o final de semana a ponto de nos perguntar: é apenas um final de semana ou uma semana inteira? Parece sem fim, até a volta para casa, ao qual tudo se resolve com o tal final de semana na cabana com “papai”.




Ruim
Gabrielle Pimenta Lopes
10/03/2012 às 12:18
Ceilândia - DF

" A Cabana" trata de uma história surreal, é um livro que tinha tudo pra ser bom, mas a repetitividade torna o livro um tédio de se ler.



Excelente
Kátia Francisca de Brito Soares
07/03/2012 às 12:08
Ceilândia - DF


Eu particulamente amei este livro, indico a todos. Tive uma experiência extradordinária de encontro com Deus, de perdão, de amor. Acredito que se enxergamos este livro não como uma história e sim como um aprendizado, uma parábola, evoluíremos substâncialmente.




Ruim
gabrielle siqueira da paz
13/05/2011 às 19:07
Valparaiso de Goias - GO

Acabei de ler o livro A Cabana, no início achei interessante,depois a história foi ficando entediante.Eu esperava mais.



Péssimo
Therezinha Mello
11/05/2011 às 16:41
Rio de Janeiro - RJ


Pelo desenvolvimento do tema, dá uma quentura no estômago por que lá pra metade do livro, ele fica um tanto quanto arrastado e maçante e demora um tempo para voltar ao ritmo. Eu me arrependi de ter gasto cada centavo nesse livro.



Péssimo
Marcio Mafra
13/06/2009 às 17:40
Brasília - DF


William Young, surge do nada, com uma nova história da carochinha. Era uma vez um pai muito bonzinho e carinhoso, que foi na floresta acampar com a sua filhinha. Um lobo mau rouba a menininha. Então, dedicados policiais encontram, numa velha e abandonada cabana, fortes indícios de que a garotinha tinha sido assassinada. O desespero se abateu - durante quatro longos anos - sobre todos os parentes, pais, amigos e demais personagens da nossa historinha. Até que, um belo dia, Deus - que já não aquentava mais tanta tristeza - ficou com peninha do Mack Allens e foi morar - por asbsoluta falta de espaço no paraiso - lá na mesma cabaninha, onde havia acontecido a tragédia. Ele levou para lá o Pai e o Espírito Santo. Depois que estava instalado na velha Cabana, Deus mandou um bilhete, convidando o curioso Mack, para ir até lá. Ele foi. E depois de muita conversa, muitas explicações, muito chororô, muita bestagem e muitas justificativas do mundo cruel e injusto, Mack volta a viver - novamente - sob os domínios de Deus, pai e criador de todos nós, e eles viveram felizes por muitos e muitos anos. Amém. O final da história é ridiculo. Tosco.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Mack Phillips, que durante um acampamento de final de semana, teve a sua filha mais nova raptada. No interior de uma velha cabana abandonada, perto do local onde eles estavam acampados, a polícia descobriu fortes indícios de que Missy fora ali assassinada...

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Deus no cais. Mack ficou parado no banheiro olhando o espelho enquanto enxugava o rosto com uma toalha. Procurava algum sinal de insanidade naqueles olhos que o espiavam de volta. Aquilo seria real? Claro que não, era impossível. Mas então... Estendeu a mão e tocou lentamente o espelho. Talvez fosse uma alucinação trazida por todo o seu sofrimento e desespero. Talvez fosse um sonho e ele estivesse dormindo em algum lugar, quem sabe na cabana, morrendo congelado. Talvez... De repente um estrondo terrível rompeu seu devaneio. Vinha da direção da cozinha e deixou Mack paralisado. Por um momento houve um silêncio mortal e depois, inesperadamente, gargalhadas retumbantes. Curioso, saiu do banheiro e enfiou a cabeça pela porta da cozinha. Mack ficou chocado diante da cena. Jesus deixara cair uma grande tigela com algum tipo de massa ou molho no chão, e a coisa tinha se espalhado por toda parte. A barra da saia de Papai e seus pés descalços estavam cobertos pela massa gosmenta. Sarayu disse alguma coisa sobre a falta de jeito dos humanos e os três caíram na risada. Por fim, Jesus passou por Mack e voltou com toalhas e uma grande bacia de água. Sarayu já estava começando a limpar a sujeira do chão e dos armários, mas Jesus foi direto até Papai e, ajoelhando-se aos pés dela, começou a limpar a frente de seu vestido. Gentilmente levantou um pé de cada vez e colocou os dois na bacia, onde os limpou e massageou. - Uuuuuh, isso é tãããão bom! - exclamou Papai. Encostado no portal, Mack não parava de pensar. Então Deus era assim no relacionamento? Muito linda e atraente! Ele sabia que ninguém estava em busca do culpado pela sujeira do chão, pela tigela quebrada ou por um prato que não seria compartilhado. Era óbvio que o que realmente importava era o amor que eles sentiam uns pelos outros e a plenitude que esse amor lhes trazia. Balançou a cabeça. Como isso era diferente da maneira como ele tratava seus entes queridos! Embora simples, o jantar foi um banquete. Algum tipo de ave assada com uma espécie de molho de laranja, manga e alguma outra coisa, verduras frescas temperadas com sabe-se lá o quê, com gosto de fruta e de gengibre, e arroz de uma qualidade que Mack jamais havia provado. Por hábito, abaixou a cabeça para rezar. Levantou-a e viu os três rindo para ele. Meio sem jeito, disse: - Ah, obrigado a vocês todos... Alguém pode me passar o arroz? - Claro. Nós íamos ter um molho japonês incrível, mas o sem-jeito ali - Papai acenou na direção de Jesus - decidiu ver se a tigela quicava. - Ah, qual é? - respondeu Jesus num arremedo de defesa. - Minhas mãos estavam escorregadias. Papai piscou para Mack enquanto lhe passava o arroz. - Não se consegue bons empregados por aqui. Todo mundo riu. A conversa parecia quase normal. Pediram que Mack falasse de cada um dos filhos, menos de Missy, e ele contou das várias lutas e conquistas deles. Quando falou de suas preocupações com Kate, os três apenas assentiram com uma expressão solidária, mas não ofereceram nenhum conselho. Ele também respondeu a perguntas sobre os amigos, e Sarayu pareceu mais interessada em perguntar por Nan. Finalmente Mack conseguiu dizer uma coisa que o incomodara durante toda a conversa. - Bom, estou aqui falando sobre meus filhos, meus amigos e sobre Nan, mas vocês já sabem tudo o que vou dizer, não é? Vocês estão agindo como se ouvissem pela primeira vez. Sarayu estendeu a mão por cima da mesa e segurou a dele. - Mackenzie, lembra-se da nossa conversa anterior sobre limitação? - Nossa conversa? - Ele olhou para Papai, que assentiu como quem sabe das coisas. - Você não pode compartilhar com um de nós sem que compartilhe com todos - disse Sarayu e sorriu. - Lembre-se das muitas vezes em que escolheu sentar no chão para facilitar um relacionamento, para honrá10. Mackenzie, você faz isso freqüentemente Você não brinca com uma criança ou colore uma figura com ela para mostrar sua superioridade. Pelo contrário, você escolhe se limitar para facilitar e honrar o relacionamento. Você é até capaz de perder uma competição como um ato de amor. Isso não tem nada a ver com ganhar e perder, e sim com amor e respeito. - Então o que acontece quando estou falando com vocês sobre meus filhos? - Nós nos limitamos por respeito a você. Não estamos trazendo à mente, por assim dizer, nosso conhecimento sobre seus filhos. Ouvimos como se fosse a primeira vez e temos enorme prazer em conhecê-los através dos seus olhos. - Gosto disso - refletiu Mack, recostando-se na cadeira. Sarayu apertou a mão dele e pareceu se recostar. - Eu também! Os relacionamentos não têm nada a ver com poder. Nunca! E um modo de evitar a vontade de exercer poder é escolher se limitar e servir. Os humanos costumam fazer isso quando cuidam dos enfermos, quando servem os idosos, quando se relacionam com os pobres, quando amam os muito velhos e os muito novos, ou até mesmo quando se importam com aqueles que assumiram uma posição de poder sobre eles. - Bem falado, Sarayu - disse Papai, com o rosto luzindo de orgulho. - Eu cuido dos pratos depois. Mas primeiro gostaria de ter um tempo para as devoções. Mack teve de conter um risinho diante da idéia de Deus fazendo orações. Imagens de devoções familiares de sua infância vieram se derramar em seu pensamento. E não eram exatamente boas lembranças. Com freqüência consistiam em um exercício tedioso de dar as respostas certas, ou melhor, as mesmas velhas respostas às mesmas velhas perguntas sobre histórias da Bíblia e depois tentar ficar acordado durante as orações exaustivamente longas de seu pai. E, quando o pai tinha bebido, as orações da família sempre se tornavam um terrível campo minado, onde qualquer resposta errada ou um olhar distraído provocava uma explosão. Ficou esperando que Jesus pegasse uma velha versão da Bíblia. Em vez disso, Jesus estendeu as mãos sobre a mesa e segurou as de Papai, com as cicatrizes agora claramente visíveis. Mack ficou sentado, em extremo fascínio, vendo Jesus beijar as mãos do Pai, depois olhar fundo nos seus olhos e finalmente dizer: - Papai, adorei ver como hoje você se tornou completamente disponível para assumir a dor de Mack e deixar que ele escolhesse seu próprio ritmo. Você o honrou e me honrou. Ouvir você sussurrar amor e calma no coração dele foi realmente incrível. Que alegria imensa ver isso! Adoro ser seu filho. Embora Mack se sentisse um intruso, ninguém pareceu se preocupar e, de qualquer modo, ele não tinha idéia de para onde ir. Presenciar a expressão de tamanho amor parecia deslocar qualquer entrave lógico e, ainda que ele não soubesse exatamente o que sentia, era muito bom. Estava testemunhando algo simples, caloroso, íntimo e verdadeiro. Isso era sagrado. A santidade sempre fora um conceito frio e estéril para Mack, mas isso era diferente. Preocupado em não fazer qualquer gesto que perturbasse aquele momento, simplesmente fechou os olhos e cruzou as mãos. Ouvindo atentamente de olhos fechados, sentiu Jesus mexer a cadeira. Houve uma pausa antes que ele falasse de novo: - Sarayu - começou Jesus com suavidade e ternura -, você lava, eu enxugo.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em abril de 2008 William P. Young - de quem nunca se ouviu falar - constava no primeiro lugar, da lista dos mais vendidos ou lidos, da Revista Veja e também do Jornal Valor Econômico. Quando se espiava a vitrine de qualquer livraria da cidade, lá estava A Cabana, nas listas e nas grandes pilhas dos best-sellers.


 

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