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O Vendedor de Sonhos

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O Vendedor de Sonhos

Livro Ótimo - 5 opiniões

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Autor: Augusto Cury

Editora: Academia

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 295

Ano de edição: 2008

Peso: 410 g

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Ótimo
Patricia Santos fraga
11/08/2017 às 18:13
Osasco - SP
Super recomendo

Excelente
Cris Felizardo
11/01/2016 às 11:42
Brasília - DF
Mais um livro do psiquiatra, psicoterapeuta, médico e escritor Augusto Cury, que tive o privilégio de ler. O Vendedor de Sonhos é o quarto livro de ficção do autor e o vigésimo segundo de suas obras. O livro disserta uma história incrível, emocionante, instigante e bastante reflexiva de um vendedor – isso mesmo, um vendedor. Mas, não estou falando de um simples vendedor que vende suas mercadorias para sobreviver e sustentar sua família, estou simplesmente falando de um homem que vendia sonhos, como o próprio título já diz: “O Vendedor de Sonhos”. Mas como se vende sonhos? E sonhos podem ser comprados? Eu posso comprar meus sonhos ou alguém pode me vender um? São perguntas que fazemos quando observamos esse título, mas se só apenas nos perguntarmos jamais teremos as respostas. E o que faço para ter as respostas? A única alternativa é mergulhar nas páginas do livro e descobrir os segredos do misterioso Vendedor de Sonhos...

Essa foi à frase do livro que gravei na minha mente - Se andarmos pelos caminhos que outros já percorreram, chegaremos no máximo aos lugares que eles já atingiram.


Excelente
Raquel dos Anjos Telles
26/09/2014 às 14:56
Franca - SP
Esse livro nos faz repensar em muitas atitudes que cometemos em nosso cotidiano. Uma história excelente.

Bom
Marcio Mafra
02/05/2009 às 13:01
Brasília - DF

O Vendedor de Sonhos é uma história interessante, boa de ser lida, porém com um viés muito chato de auto ajuda. O autor tem o domínio absoluto da escrita, no segmento da psique humana, o que é bom e positivo. Mas para um livro de ficção faltou talento - e emoção - porque embora a história seja simpática, chega a ser infantil em algumas passagens e não se desvencilhou do moralismo característico da auto ajuda. Leitura fácil, tipo livro rápido. O final é bobo.



Excelente
meiriandra rayssa oliveira pereira
01/01/0001 às 00:00
Cacoal - RO
Meu livro preferido

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do mendigo que vende sonhos e evitou o suicídio do Professor Júlio César.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Se essa queda o perturbou, imagine o que aconteceria quando você tocasse o solo desse edifício. A multidão pensou que o homem havia contido o suicida. Todos estavam sem entender os fatos. Ambos se levantaram. O vendedor de sonhos olhou para o horizonte e viu que o atirador havia saído de cena. Será que ele estava tendo alucinações? Quem desejaria a morte de alguém tão simples? Em seguida, ambos apareceram de pé, livres, no parapeito do edifício. Júlio César olhou para o estranho e este reafirmou, sem margem de insegurança: - Sim, sou vendedor de sonhos. Confuso, Júlio César, por alguns momentos, pensou que o homem que estava diante de si fosse um vendedor ambulante. Ou um vendedor de ações da bolsa. Mas, com aquelas idéias, parecia impossível. Curioso, questionou-o: - Como assim? Que produtos você vende? - Eu procuro vender coragem para os inseguros, ousadia para os fóbicos, alegria para os que perderam o encanto pela vida, sensatez para os incautos, críticas para os pensadores. Júlio César, num rompante de orgulho, lembrando-se do tempo em que se sentia um deus por ter vasta cultura acadêmica, disse consigo: "Não é possível! Estou tendo um pesadelo. Acho que já morri e não percebi. Num momento eu queria tirar minha vida porque estava preso no novelo dos meus conflitos. Noutro, estou mais perturbado ainda porque estou diante de alguém que me resgatou e diz que vende o que é invendável. Vende o que todos procuram mas não existe nos mercados". E, para sua surpresa, o estranho completou: - E para os que pensam em pôr um ponto final na vida, procuro vender uma vírgula, apenas uma vírgula. - Uma vírgula? - perguntou, confuso, o sociólogo. - Sim, uma vírgula. Uma pequena vírgula, para que eles continuem a escrever sua história. Júlio César começou a transpirar. De repente, sob um estado de iluminação interior, caiu em si. O irreverente homem acabara de vender para ele uma vírgula, e ele a comprara sem perceber. Não houve preço, não houve pressão, não houve chantagem, não houve apelos. Ele a comprara para retornar às raízes da essência humana. O intelectual tornara-se aluno do maltrapilho. Fora irrigado por uma suave solidariedade. Colocou as mãos na cabeça para ver se tudo o que se passava com ele era real. O ilustre professor de sociologia começou a ter insights. Olhou para baixo e viu a multidão esperando sua reação. No fundo, aquelas pessoas estavam tão perdidas quanto ele. Eram livres para ir e vir, mas se sentiam pesadas, controladas, sem suavidade. Faltava-lhes liberdade para arejar a própria personalidade. O professor parecia penetrar nas entranhas de um filme cujas cenas eram surre ais e ao mesmo tempo concretas. "Esse sujeito é real ou tudo o que estou vendo é uma armadilha da minha mente?", indagou para si mesmo, sob uma aura de fascínio e insegurança. Nunca ninguém o encantara como o incompreensível peregrino. Em seguida, o misterioso homem fez um convite que o abalou ao máximo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

De tanto ver o Vendedor de Sonhos em pilhas nas entradas das livrarias, comprei.


 

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