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A Monja e o Professor

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A Monja e o Professor

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Monja Coen

Editora: Best Seller

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 126

Ano de edição: 2019

Peso: 150 g

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Ruim
Marcio Mafra
29/06/2019 às 18:45
Brasília - DF
Tanto a Monja como o Professor são palestrantes de temas na área de treinamento, motivação pessoal e auto ajuda.
A Monja mais pautada na meditação e religiosidade, enquanto o Professor mais para a ética e comportamento educacional.
Estes princípios dominam o livro que utiliza as 15 páginas iniciais para "apresentação" dos autores. Me pareceu quase como uma doutrinação.
Depois três capítulos bem distintos sobre felicidade, identidade e moral.
Ao final mais um blá, blá, blá infindável sobre os autores.
Fica a impressão de que a Editora Best Seller provavelmente buscou no título de “A Monja e o Professor” alguma semelhança com o “Monge e o Executivo”, da editora Sextante.
Talvez tenha buscado também uma carona no sucesso deste último. Pra mim " A Monja e o Professor" é um livro chato, uma leitura maçante, cansativa e enfadonha.

Marcio Mafra
29/06/2019 às 00:00
Brasília - DF

Auto Ajuda sobre ética, valores e princípios através do diálogo entre a Monja Coen  e o Jornalista Clóvis de Barros Filho, para aprimoramento deles mesmos, assim como dos leitores e do mundo em que vivemos.

 
Marcio Mafra
29/06/2019 às 00:00
Brasília - DF

PROFESSOR CLOVIS: A monja, nesse universo riquíssimo de reflexões que propôs, mencionou um exemplo que, de fato, usei durante muito tempo e que, mais recentemente,

ficou esquecido. Uma situação em que você acaba de conhecer alguém. Eu citava a Vila Madalena desde antes dos blocos de Carnaval. Sempre usei a rua Aspicuelta, porque

é uma maneira de despertar a plateia. É o tipo de nome que não deixa a pessoa dormindo. Nome basco, imagino eu, e lá no bar da rua Aspicuelta, onde há muitos bares, 

você encontra alguém que não conhece e, de certa maneira, quando isso acontece é importante você contar para o outro quem você é. E essa é uma tarefa de espetacular simplicidade.

Afinal, se estarnos convivendo conosco já há algumas décadas, seria de supor que tivéssemos uma ideia de quem somos, pelo menos. Isso talvez seja o objeto de

investigação mais próximo de nós, mas ao mesmo tempo é um esclarecimento de extraordinária dificuldade, ou melhor, complexidade.
 

O que é importante dizer para definir quem somos? E naturalmente aí eu arrisco uma tese. A grande matéria-prima de nossa identidade são as referências a que recorremos

para tomar decisões. Se você quiser, pode chamar de princípios ou valores, mas é por meio do uso da nossa liberdade, é relatando o que fizemos da nossa vida - ou, para falar

como o nosso amigo Cortella, "relatando qual foi nossa obra até aqui" - que vamos dizer quem somos para quem  está à nossa frente.

Se eu disser para outra pessoa informações a meu respeito que são comuns a muita gente, não adianta muito, porque qualquer um que esteja interessado em saber a meu
 

respeito precisa de outras informações além dessas. Precisa de informações que me diferenciem, pelo menos em relação a alguns. Assim, informar que sou professor já ajuda.


De ética, melhor ainda. Na universidade pública? Sou exclusivamente professor? Eis aí um conjunto de informações que vai me diferenciando e, portanto, ajudando o interlocutor

a entender um pouco quem sou a partir dessa diferença.


Naturalmente, quando digo "sou professor", há talvez uma simplificação, um ser e uma profissão. Melhor seria dizer:


exerço o trabalho ou a função de professor, mas, com isso, conto também o que está por trás: a escolha pela docência.
 

No meu caso, foi de fato uma escolha. O movimento inicial foi no sentido do direito e, portanto, da advocacia, quem sabe

uma profissão ligada ao direito decorrente de concurso público. No entanto, se tudo isso foi deixado de lado em prol da docência,

essa escolha teve uma referência, porque toda escolha implica atribuição de valor entre várias candidaturas, entre várias possibilidades,

para identificação da possibilidade ou da alternativa de maior valor.


Toda escolha implica chegar à certeza de que uma das possibilidades vale mais do que as outras.item valor maior do que as outras.

E, assim, eu fiz uma escolha, que foi ser professor, trabalhar como professor, em detrimento de escrever leis, de julgar. Também estudei jornalismo,

mas, em vez de ser repórter, escolhi ser professor. Ora, existe alguma coisa por trás disso. É uma referência importantíssima, porque quem escolhe

ser professor conta mais do que só isso, conta muita coisa que lhe é muito importante, que tem para si muito valor. É claro, a primeira delas é a didática,

o gosto por tornar claro aquilo que sem você ficaria menos claro. Esse apreço por se aproximar do repertório presumido do seu aluno é um valor.

É, da mesma maneira, o gosto pelas ideias, pelo diálogo, pelo debate, pela busca da verdade, algum desapego por grandes recompensas
 

financeiras. Tudo isso faz parte do que está por trás da escolha de ser professor.
 

Então, é interessante, porque, ao falar para alguém sobre nossas escolhas, logo relatamos o que é importante para nós.


É por isso que me permito concluir que o que há de mais importante para nos definir é aquilo que é mais importante para nós, ou seja, nossos valores, aquilo que consideramos

                  
valioso. E veja que isso ainda atende a uma necessidade - social, ética ou, se preferir, apenas de relacionamento -, porque, quando alguém quer saber quem somos, quer saber

 

com quem está lidando e sobretudo se essa relação é sustentável. Essa é a primeira, digamos, "utilidade" de saber quem está diante de você.
 

Ora, não dizemos de maneira verdadeira, autêntica, genuína, o que é importante para nós: damos todo o arsenal de um corpus de reflexão que permite

fazer inferências a respeito do que está por vir, porque, se eu digo que a didática é importante para mim, é perfeitamente possível, a partir daí, fazer inferências

sobre minha vida no futuro, sobre as escolhas que farei e as que poderão irnpactar minhas relações. Daí a importância dessa manifestação.
 


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
29/06/2019 às 00:00
Brasília - DF

O  Suplemento do jornal Valor Econômico, Eu & Fim de Semana, edição de 17 de maio de 2019, o jornalista Jacinto Saraiva assina uma reportagem “Livros sob demanda movimentam editoras”.A matéria trata de livros encomendados às editoras, em 2017, “anno horribilis” para editoras, como também para quase todas as atividades econômicas do Brasil, devido a crise econômica provocada pela crise política de 2016 com o impedimento da Presidente Dilma Roussef em agosto daquele ano.

Então cada uma das editoras, através de seus proprietários declararam quais livros eles encomendaram aos escritores na tentativa de “fazer dinheiro” para os caixas debilitados de suas empresas publicadoras de livros.

A solução foi apelar para temas populares: biografias de celebridades, livros populares de auto ajuda, de criminalidade, de finanças pessoal, auto estima e o tema que discute gênero.

Assim, a editora Moderna lançou: “A Droga da Obediência” de Pedro Bandeira e vendeu 2 milhões de exemplares.

A Sextante, lançou “Mauricio: a História que não está no Gibi” sobre o cartunista infantil Mauricio de Souza também vendeu milhares de livros. Lançou, mais: “Ganhar, Gastar, Investir” autoria de Denise Damiani e “Celular, Doce Celular” da jornalista Rosana Hermann.

A Editora Todavia, lançou: “A Guerra: A Ascensão do PCC e o crime no Brasil” De Bruno Paes Manso e Camila Nunes Dias., 

Já a Best Seller lançou a biografia de Hebe Camargo, famosa apresentadora popular de TV, que morreu recentemente, este livro entrou na lista dos mais vendidos. Lançou também “ A Monja e o Professor” da Monja Cohen e Clóvis de Barros Filho.

A Record, lançou “Pare de se Odiar Porque Amar o Próprio Corpo é um Ato Revolucionário”, da ativista do You-Tube Alexandra Gurgel.

Mais ainda, a editora Rosa dos Tempos, encomendou o livro “Feminismo em Comum para Todas, Todes e Todos”.

Nós da Livronautas percebemos que não podíamos ficar de fora desses “sucessos” tão úteis às editoras e tão prestigiados pelos leitores. Compramos todos os livros mencionados em maio de 2019, na Amazon. 

 

 

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