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Garota Interrompida

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Garota Interrompida

Livro Ruim - 2 comentários

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Autor: Susanna Kaysen.

Editora: Única Editora

Assunto: Romance

Traduzido por: Márcia Serra

Páginas: 189

Ano de edição: 2013

Peso: 198 g

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Bom
Shirley Luz Vieira de Araujo
13/08/2019 às 09:40
Barão de Grajaú - MA
Tem uma linguagem excelente, porem um conteudo um pouco chocante porque traz à luz um lado da consciência humana da desordem , mostra o que ha por dentro de alguém que sofre mazelas psíquicas ... estou de fato impressionada e recomendo a leitura !

Ruim
Marcio Mafra
14/04/2019 às 16:32
Brasília - DF


“Garota Interrompida” é a história de Susanna Kaysen que aos 18 anos tentou o suicídio, e então foi encaminhada para um hospital psiquiátrico.

Lá ficou dois anos, tempo suficiente para entender o que é a loucura. Loucura é um pedido de ajuda, cujo primeiro passo tem que ser iniciativa do paciente.

Sei que gostar de loucura é coisa de psiquiatra ou mesmo de psicólogo. Leitor comum, como eu, não digere bem esse tema.

Embora sabendo que o filme de mesmo nome, inspirado no livro, acabou por ganhar um Oscar, achei o livro (e o tema também) ruim, bizarro e enjoado de ler.




Marcio Mafra
14/04/2019 às 00:00
Brasília - DF

A história de Polly, Georgina, Daisy e Lisa, garotas internadas num hospital psiquiátrico.

Marcio Mafra
14/04/2019 às 00:00
Brasília - DF

RONDAS DE CINCO EM CINCO MINUTOS.

 

Rondas de quinze em quinze minutos. Rondas a cada meia hora. Algumas enfermeiras diziam "ronda" quando abriam a porta.

A maçaneta girando com um dique, a porta se abrindo com um estalo.
 

Clique, giram a maçaneta, estalo, abrem a porta, "ronda", estalo, fecham a porta, dique, giram a maçaneta.

Rondas de cinco em cinco minutos. Não dá tempo de beber uma xícara de café, ler três páginas de um livro, tomar uma chuveirada.

Anos mais tarde, com a invenção dos relógios digitais, lembrei-me das rondas a cada cinco minutos. Era a mesma  maneira de assassinar o tempo, devagarinho, cortando-o em
pedacinhos que iam sendo descartados com um pequeno dique, para nos avisar que o tempo passou.

Clique, estalo, "ronda", estalo, dique: mais cinco minutos da vida descendo pelo ralo. E transcorridos naquele lugar.

 

Aos poucos, cheguei às rondas de meia em meia hora, mas as de Georgina continuaram a cada cinco minutos. Como o quarto era o mesmo, não fez diferença. Clique, estalo, "ronda",
estalo, dique.

Esse era um dos motivos pelos quais preferíamos ficar sentadas em frente à sala das enfermeiras. A encarregada da ronda podia botar a cabeça para fora e dar uma geral sem nos
incomodar.

Às vezes, elas tinham a audácia de perguntar onde é que alguém estava. 

Clique, estalo, “ronda”... o ritmo era momentaneamente interrompido.

- Você viu a PolIy?

- Não vou fazer o serviço que é seu - rosnava Georgina.

Estalo, dique.

Antes que percebêssemos, ela estava de volta. Clique, estalo, "ronda", estalo, dique.

Aquilo não parava nunca, nem mesmo de noite. Era nosso acalanto. Era nosso metrônomo, nosso pulso.

Era a nossa vida medida em doses pouco maiores do que as benditas colherinhas de café. Colheres de sopa, talvez? Colheres de lata, amassadas, transbordantes de algo que devia ser doce, mas era amargo e se esvaía, se derramava sem que pudéssemos sentir
seu sabor: nossas vidas.

 

 

 

 


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Marcio Mafra
14/04/2019 às 00:00
Brasília - DF

Livro que vira filme, e filme cuja protagonista ganha o Oscar de melhor atriz coadjuvante é coisa mais comentada em todos os jornais, Tvs, rádios e mais em qualquer lugar que se comente sobre depressão ou psiquiatria.

Por isso mesmo em dezembro de 2018 comprei”Garota Interrompida”


 

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