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A Arte da Guerra

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A Arte da Guerra

Livro Ótimo - 6 opiniões

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Autor: Sun Tzu

Editora: Record

Assunto: Ciencia Militar

Traduzido por: José Sanz

Páginas: 111

Ano de edição: 1997

Peso: 135 g

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Excelente
Hugo Cordeiro
30/08/2018 às 11:47
Piedade - SP
Excelente livro. A leitura deve ser feita com calma para que se possa absorver todo seu conteúdo.


Excelente
bruno calil fonseca
13/08/2017 às 12:51
Itaberaí - GO
Muito bom. Compenetrado e de leitura exigente.. temos de reler partes.. pois, exige a capacidade intelectual ativa.


Excelente
marcio renee rocha de souza
16/09/2014 às 01:57
Manaus - AM
Um dos livros que recomendo para todos os que buscam estratégias inteligentes para vencer na vida!


Excelente
Elvis Sousa da Silva
04/08/2013 às 17:12
São Paulo - SP
Para quem ama estratégia e conceitos inteligentes a Arte da Guerra é um excelente manual para aplicar em qualquer área de sua vida.

Ótimo
Marcio Mafra
08/06/2003 às 17:51
Brasília - DF

A arte da guerra pode ser considerado o mais antigo livro de auto ajuda que se tem notícia. Em 13 pequenos capítulos, o autor demonstra toda a sua sabedoria e discute todos os aspectos de uma guerra, de um conflito, seja este uma contenda comercial, empresarial, militar, pessoal ou familiar, numa linguagem poética e didática. Vale a leitura. O Sun Tzu é muito bom.


Excelente
Estevao Adriel Moreira
01/01/0001 às 11:44
Joviânia - GO
As diversas publicações de A Arte da Guerra, de Sun Tzu, talvez devessem vir com a seguinte advertência: Esta obra é destinada apenas a esclarecer pontos sobre batalhas travadas há anos todas e quaisquer aplicações dos ensinamentos aqui contidos deverão ser feitas por conta e risco do leitor, tão grande é o uso hoje dos ensinamentos do estrategista chinês. Por analogia, podemos relacionar a eles praticamente tudo, entretanto raras vezes essas analogias são capazes de se sustentar diante de um olhar mais apurado. Os ensinamentos de Sun Tzu em A Arte da Guerra não se diferenciam em nada do que se costuma dizer, em diversas ocasiões, sobre um empreendimento como a guerra ou sobre os negócios: seja prudente, analise o campo de ação, avalie suas possibilidades, trabalhe com afinco. Essas ideias não pertencem de maneira nenhuma a Sun Tzu elas surgem sempre que há uma possibilidade de sucesso ou de derrota. Mesmo assim o texto traz uma amostra inestimável da perspicácia e do pensamento desse que foi um dos maiores estrategistas militares.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Adaptação de um documento militar chinês, escrito há 2.500 anos, onde é registrada a sabedoria de Sun Tzu, um filósofo que se tornou general.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quem não for precavido e fizer pouco dos seus adversários, certamente será capturado por eles. Quando fizer o exército acampar, passe rapidamente pelas montanhas e fique nas proximidades dos vales.
Wu-tu Ch'iang era um capitão de salteadores no tempo do último Han, aproximadamente 50 d. C., e Ma Yuan foi enviado para exterminar seu bando. Tendo Ch'iang encontrado refúgio nas colinas, Ma Yuan não tentou forçar um combate, mas apoderou-se de todas as posições favoráveis à obtenção de suprimentos de água e forragem. Ch'iang ficou logo em tão desesperada necessidade de mantimentos, que foi obrigado a uma rendição total. Ele não conhecia a vantagem de manter-se na vizinhança dos vales.
Acampe em lugares altos, de frente para o sol. Não em colinas altas, mas em montículos ou outeiros acima do terreno circundante. Não escale picos com o objetivo de combater.
Depois de atravessar um rio, afaste-se dele. Quando uma força invasora atravessa um rio, na sua marcha para a frente, não adiantasse para encontrá-la no meio da corrente. Será melhor deixar metade do exército atravessar e depois desencadear o ataque.
Li Ch'uan alude à grande vitória obtida por Han Hsin contra Lung Chu no Rio Wei, cerca de 100 ª C.: "Os dois exércitos estavam frente a frente nas margens opostas do rio. De noite, Han Hsin mandou seus homens pegarem uns dez mil sacos cheios de areia e construírem uma barragem, pouco mais acima. Depois, cruzou o rio à testa de metade do seu exército e atacou Lung Chu; mas pouco depois, fingindo ter fracassado no seu intento, retirou-se apressadamente para a margem. Lung Chu ficou muito orgulhoso por esse sucesso inesperado, e exclamou: 'Tenho certeza de que Han Hsin foi mesmo covarde!' Atirou-se em sua perseguição e começou, por sua vez, a atravessar o rio. Han Hsin, então, mandou um destacamento separar os sacos de areia, o que deu passagem a um grande volume de água, que varreu e impediu uma grande parte do exército de Lung Chu de atravessar. Ele, então, voltou-se para a força que havia sido separada e aniquilou-a, estando o próprio Lung Chu entre os mortos. O resto do exército, na margem, dispersou-se e fugiu em todas as direções".
Quando estiver ansioso para combater, não vá encontrar o invasor próximo ao rio que ele terá de atravessar. Em vez disso, atraque seu navio acima do navio do inimigo e de frente para o sol. Não suba o rio para enfrentar o adversário. Nossa frota não deve ser ancorada rio abaixo em relação à do inimigo, pois assim ele será capaz de tirar vantagem da correnteza e derrotá-la.
Ao atravessar pântanos salgados, sua única preocupação deverá ser sair deles o mais depressa possível, por causa da falta de água potável, da má qualidade do pasto e, finalmente, mas nem por isso menos importante, porque são baixos, planos e expostos ao ataque. Se forçado a combater num pântano, procure ter água e pasto por perto, e se colocar de costas contra um grupo de árvores.
Em terreno nivelado e seco, ocupe uma posição facilmente acessível com terreno em elevação à sua direita e na retaguarda, para que o perigo venha de frente e haja segurança atrás.
Todos os exércitos preferem os terrenos altos aos baixos e lugares ensolarados aos sombreados. Os terrenos baixos não são apenas úmidos mas insalubres e também desvantajosos para combater. Se preocupar com seus soldados e acampar em terreno duro, seu exército ficará livre de doenças de toda espécie e isso significará vitória.
Quando chegar a uma colina ou margem, ocupe o lado ensolarado, com o declive à direita, às suas costas. Será melhor para os seus soldados e também utilizará as vantagens naturais do terreno.
Quando, em conseqüência de chuvas fortes nas cabeceiras, um rio que deseje vadear
engrossar e ficar espumante, espere até que se acalme. Regiões onde há penhascos escarpados com torrentes entre eles, com profundos poços naturais, lugares fechados, moitas espessas, charcos e fendas, não devem ser procuradas ou então devem ser abandonadas com a maior rapidez possível. Enquanto nos afastamos desses lugares, devemos fazer com que o inimigo se aproxime deles; quando ficamos de frente para eles, devemos colocar o inimigo de costas.
Se na vizinhança do seu acampamento houver alguma região montanhosa, lagoas cercadas de plantas aquáticas, charcos cheios de junco, ou bosques com plantas rasteiras, eles devem ser meticulosamente limpos e examinados; pois são lugares onde homens emboscados ou espiões traiçoeiros provavelmente estarão à espreita.
Quando o inimigo estiver ao alcance da mão e permanecer silencioso, está confiando na solidez natural da sua posição. Quando ficar afastado e tentar provocar um combate, estará ansioso para que o adversário avance. Se o lugar do seu acampamento for de fácil acesso, estará preparando uma armadilha.
Movimentos entre as árvores de uma floresta mostram que o inimigo está avançando. Se um batedor vê que as árvores de uma floresta estão se mexendo e, se sacudindo, talvez seja porque estão sem o cortadas para abrir uma passagem para a marcha do inimigo.
A aparição de uma quantidade de tapumes no meio de capim espesso significa que o inimigo deseja nos tornar desconfiados.
O súbito esvoaçar de pássaros é sinal de uma emboscada nesse lugar. Animais assustados indicam que um ataque repentino está a caminho.
Quando houver poeira erguendo-se numa coluna alta, é sinal de carros de guerra avançando; quando a poeira é baixa e espalhada por uma grande área, denuncia a aproximação de infantaria. Quando espalha-se em várias direções, mostra que destacamentos foram enviados para buscar lenha. Algumas nuvens de poeira movendo-se de um lado para outro significam que o exército está acampando.
Sussurros e aumento de preparos são sinais de que o inimigo está para avançar. Linguagem violenta e movimento para a frente como se atacasse são sinais de que ele recuará. Quando os carros leves saem em primeiro lugar e tomam posições nos flancos, é sinal de que o inimigo está entrando em forma para o combate. Propostas de paz desacompanhadas de um pacto juramentado indicam uma conspiração. Quando há muita correria e os soldados caem nas fileiras, significa que chegou o momento crítico. Quando alguns forem vistos avançando e outros recuando, trata-se de um engodo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando de seu lançamento no Brasil, este livro permaneceu por muito tempo na lista dos mais lidos de qualquer livraria. Não resisti. Comprei dois exemplares. Um, em edição de luxo para presentear Ennius Muniz, por considerá-lo um renitente estrategista. O outro, nesta edição comum, para conhecer o assunto que se tornou tão atual depois de decorridos 2.500 anos.


 

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