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Plantando A Semente

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Plantando A Semente

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Satsvarupa Dasa Goswami  

Editora: Parma

Assunto: Biografia

Traduzido por: Pedro Paulo Gomes Marin

Páginas: 288

Ano de edição: 1984

Peso: 235 g

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Ótimo
Marcio Mafra
03/03/2003 às 16:09
Brasília - DF

Geralmente os livros sobre ou de lideres religiosos contem exageros espirituais que acabam por comprometer a seriedade da obra, ou acabam por se transformar num livro doutrinário. Plantando a Semente, mesmo não estando completamente isento de dogmas, é um ótimo livro tanto pela sua estrutura, como pelo seu tema central. A dinâmica da narrativa e a própria vida do biografado são muito curiosas. Sem nenhuma dúvida, além de uma ótima leitura, o livro vale também para se conhecer um pouco sobre o hinduísmo


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Biografia do fundador da Consciência Krishina, Sua Divina Graça A C Bhaktivedanta Swami Prabhupada, em 10 capítulos:
1) A viagem aos EUA
2) O Primeiro Campo de Provas
3) Lutando sozinho
4) Não será possível ajuda-lo
5) Livre para pregar
6) No Bowery
7) Preparando o terreno
8) Plantando a semente
9) Viaje para sempre
10) Além do Lower East Side.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Agora chegara o momento de mudar o Swami para seu novo lugar. Alguns amigos que estavam à disposição acompanharam o Swami até o sótão do Bowery. Talvez eles não estivessem preparados para tornar-se seus discípulos rendidos, mas, contribuírem para pagar o aluguel do primeiro mês e oferecerem-se voluntariamente para algumas horas de trabalho para .ajudar a arrumar sua residência eram exatamente o tipo de coisas que podiam fazer de muito boa vontade.
No sótão, todos eles apanharam partes dos pertences do Swarni, e então saíram a pé pelo Bowery. Era como um safári, uma caravana de meia dúzia de homens carregados com as coisas de Prábhupãda. Michael carregava o pesado gravador de rolo Roberts, e até o Swami levava duas malas. Fizeram tudo tão rapidamente que só quando já estavam no meio do caminho e o braço de Mike começou a doer que ele se deu conta: "Por que não trouxemos. Um carro?"
Era o fim de junho, e um enevoado sol de verão derramava seu calor sobre a selva do Bowery. Andando é parando, o estranho safári, arrastando-se ao longo de um quarteirão, prosseguia penosamente. Prabhupãda lutava com suas malas, e a fila de lojas de suprimentos para restaurantes e casas de luminárias, entre as ruas Grand, Broome e Spring, parecia interminável. Às, vezes, ele parava e descansava, colocando suas malas no chão. Finalmente ele mudava-se do Bowery. Seu amigo eletricista da Rua 72 teria ficado aliviado, embora talvez desaprovasse também o endereço da Segunda Avenida. Pelo menos, ele não mais residiria naquele submundo. Caminhava adiante, passando por homens sem lar à porta do albergue do Exército da Salvação, passando pelas tavernas de portas escancaradas, parando nos semáforos, lado a lado com pessoas totalmente estranhas, ao mesmo tempo que mantinha o olho fixo no avanço de sua procissão de amigos, que caminhavam aos trancos e barrancos atrás dele. Os artistas e músicos do Bowery achavam-no "altamente evoluído". Sentiam que o espírito o movia e estavam ansiosos para ajudá-lo a estabelecer-se em seu próprio local de modo que pudesse fazer sua valorosa coisa espiritual e difundi-la entre os outros. Ele dependia da ajuda, todavia, eles sabiam que ele estava "num nível superior"; ele era seu próprio protetor, ou, cama ele dizia, Deus o protegia.
O Swamie e seus jovens amigos chegaram à esquina do Bowery com a Houston, viraram à direita, e prosseguiram para a leste. Olhando para a frente com firmeza enquanto caminhava, Prabhupãda viu a extremidade sul da Segunda Avenida, a um quarteirão de distância.
Na Segunda Avenida, viraria à esquerda, caminharia por mais um quarteirão ao norte, atravessando a Rua Um, e chegaria a seu novo lar. Enquanto passava pela entrada do metrô, avistou a loja - "Presentes Inigualáveis". Agarrou suas malas e adiantou-se. Na esquina da Segunda Avenida com a Houston, apressou seu passo, desaparecendo entre o tráfego rápido. Podia ver árvores verdes debruçando suas copas acima do alto muro do quintal, elevando-se ao céu como ervas daninhas superdesenvolvidas entre os prédios dianteiro e traseiro de seu novo endereço.
O prédio defronte da rua alojava sua sala de reuniões, o prédio dos fundos, o apartamento onde ele viveria e traduziria. Adjacente ao lado norte do Prédio da lojinha, havia um maciço armazém de nove andares. O prédio da lojinha tinha apenas seis andares e parecia anexada ao prédio maior com um filho diminuto. A seu lado sul, o novo templo de Prabhupãda exibia uma superfície lisa de cimento e livre de qualquer estrutura adjacente; havia apenas o espaçoso lote do movimentado posto de gasolina Mobil que beirava a Rua Um. Assim que Prabhupãda se aproximou da loja, pôde ver duas pequenas lanternas decorando a estreita entrada.
Havia total incerteza do que aconteceria com ele ali. Mas já houvera bons indícios de que aqueles jovens americanos, embora às vezes fossem loucos, podiam realmente participar do movimento de sankirtana do Senhor Caitanya. Talvez este novo endereço viesse a ser o local onde ele, poderia realmente estabelecer-se com sua Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sempre que era editado em português, algum livro sobre assunto religioso oriental, eu o comprava. Plantando a semente não seria diferente.


 

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