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Cultura Religiosa - As Religiões no Mundo

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Cultura Religiosa - As Religiões no Mundo

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Irineu Wilges

Editora: Vozes

Assunto: Teologia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 214

Ano de edição: 1983

Peso: 250 g

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Ruim
Marcio Mafra
03/03/2003 às 15:16
Brasília - DF

Este é um livro católico. Como tal deixa a desejar no objetivo intitulado.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Fenômenos Religiosos. Religiões Sapienciais. Proféticas. Espiritualistas. Atitudes Filosóficas. Hermenêutica da Revelação.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Comunicação com o além. Nem os vivos têm força para intervir no mundo dos mortos, nem os mortos têm força para intervir no mundo dos vivos. Somente Deus pode conseguir esta comunicação. Prova: Monteiro Lobato deixou com o Dr. Godofredo Rangel uma frase-controle em um envelope fechado e lacrado. Isto como frase-controle de que era ele mesmo que estava ditando, que estava aparecendo. Algum tempo depois da morte de Monteiro Lobato o inconsciente de um conhecido psicógrafo de Minas Gerais terminou as obras de Monteiro Lobato. O mesmo estilo, as mesmas idéias... Porém faltava a frase-controle que ele deixara para servir de comprovante de que o escritor das obras póstumas era seu próprio espírito desencarnado. Em todas as demais tentativas (Myers, Hislop, Lodge, Hudson etcJ, sempre o resultado foi negativo. Mesmo que fosse positivo não provaria nada, pois o homem pode conhecer a frase-controle por outros meios parapsicológicos. Pega-se dois médiuns. Um escreve uma frase, o outro continua o pensamento com outras frases. Se é o mesmo espírito do morto que escreve então não deveria haver dificuldade. No entanto, isto não deu certo. Visão e aparições. Num sono hipnótico, a pessoa com os olhos abertos vê Nossa Senhora, conversa com ela etc. É apenas uma alucinação sugerida. Nossa Senhora aparece em Lourdes, em Fátima, o que dizer? Em Fátima, aos 13 de maio de 1917, ocorria o milagre do sol girando... O que dizer? Evidentemente o sol não girou. Logo foi uma alucinação, mas uma alucinação coletiva de milhares de pessoas. Quem sabe e conhece bem psicologia compreende que não existe uma alucinação coletiva destas proporções. Três ou quatro pessoas, no mesmo ambiente, nas mesmas condições, podem alucinar-se coletivamente, porém isto não acontece em relação a milhares de pessoas. É uma alucinação, portanto, provocada por Deus mesmo. É o selo divino para confirmar que a alucinação era providencial, isto é, de origem sobrenatural. Possessos. O famoso caso do padre Surin, exorcizando as endemoninhadas monjas Ursulinas de Loudun, ficou possesso. Argumento: "meu estado é tal que me restam muito poucas ações que eu seja livre. Se quero falar, a minha língua se torna rebelde; durante a missa, vejo-me constrangido a parar de repente; à mesa, não posso levar os alimentos à boca. Se me confesso, escapam-me os pecados, e sinto que o demônio está em mim como em sua casa, entrando e saindo como lhe apraz". Isto não é argumento. Mas o ritual católico diz que temos possessões quando: a) alguém fala língua desconhecida; b) revela coisas ocultas ou distantes; c) mostra força superior à idade ou costumes e outros sinais semelhantes, que quanto maior o número, tanto mais são os índícios de possessão. Ora, estes fenômenos, hoje, a parapsicologia pode explicar parapsicologicamente. E o ritual romano não é dogma, não é regra de fé. É verdade que no A T não temos nenhum caso de possessão, ao menos claro. Mas no NT, temos diversos e então? Resposta: historicamente sabemos que foi nessa época que a Cabala levou aos hebreus a terminologia do mundo greco-romano. Os gregos e romanos atribuíram ao "demonium" de sua mitologia certos fenômenos parapsicológicos. Os judeus confundiram o "demônio" com o demônio bíblico: os anjos rebeldes. Jesus e os apóstolos usaram terminologia da época. O possesso de Gerasa (Mc 5,1-17), quando vê Jesus, corre para ele e diz: "Que queres de mim,' Jesus, Filho de Deus Altíssimo?" O demônio fazer propaganda a favor de Jesus? Não. Explica-se: ele captou o próprio pensamento de Jesus e o manifestou. "Qual é o teu nome? Ele respondeu: 'Legião"'. É possível que um corpo seja possuído por mais de um princípio: o meu eu e o do demônio? Parece que não. Quanto mais por uma legião. Legião é a lógica megalomania com pensadora de um psicopata que tem sido expulso da cidade porque o consideravam endemoninhado. "Manda-nos para os porcos. . . ". Desde quando os espíritos precisam de morada? Passam frio? Molham-se na chuva? " . . . E a manada, de uns 2.000 porcos, precipitou-se no mar, e afogaram-se". Se os demônios precisavam de uma morada, por que lançaram os porcos no mar? Parapsicolo gicamente: por telecinesia ou por influxo psíquico poderia. Atuar sobre um ou dois porcos. Estes, assustando-se, fizeram com que surgisse o "estouro da porcada. . . " . Há casos de contorções, repulsões, atitudes extravagantes, com gritos, risos, choros, lamentações ou ataques etc. São conhecidos na psiquiatria, como na parapsicologia, como fenômeno patológico relativamente freqüente. Conclusão: Possessão não existe. O que existe são prodígios de nossas faculdades inconscientes atribuídos a demônios. Hiperestesia direta (Escola materialista). Uma histérica perdia completamente a visão pelos olhos; via, no entanto, pelo lóbulo da orelha esquerda, distinguia os caracteres de uma carta chegada há pouco. Uma menina francesa, por causa de uma queda, ficou cega. Chegou a ver com a ponta dos dedos. Conseguiu mesmo ler. Outra senhora via com a fronte, assim como também 3 crianças. Outro senhor, hipnotizado, lia pelo cimo da cabeça. . . Uma senhora não cheirava com o nariz, mas com o queixo. Quando se aplicava a amônia e a assafétida no nariz nenhuma reação se produzia, mas aplicadas ao queixo da senhora levavam-na a respirar. Explicação: Eles sentem o contato dos raios de luz, das vibrações, do ar, dos eflúvios odoríferos... E o cérebro responde causando uma alucinação a modo de visão ou mau cheiro... A esta grande sensibilidade se chamou: hiperestesia.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada há sobre este livro para anotar como história, pois não sei como ele apareceu na prateleira. Somente que o autor atendeu, com muita simpatia, o pedido que lhe fizemos, para fornecer dados biográficos e bibliográficos. Na bibliomafrateca pesquisamos - por todos os meios possíveis - informações sobre o autor, inclusive fazendo "dramáticos" apelos à editora. Quando conseguimos descobrir o endereço do autor, fazemos tais apelos diretamente, mas eles nunca respondem. O Bispo Irineu, que reside na Rua Moron, 1007 - Centro - CEP 96508-031 Cachoeira do Sul RS, foi a primeira exceção. Curioso foi que escrevemos (e repetimos) a mesma mensagem para sete ou oito padres que trabalham na mesma cidade e na mesma igreja do Bispo Wilges. Nenhum deles nos deu qualquer resposta. O Bispo foi muito gentil e simpático. Coisa de bispo bom. Viva o Bispo Irineu.


 

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