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O Pequeno Principe (Edição em Japonês)

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O Pequeno Principe (Edição em Japonês)

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Autor: Antoine de Sant-Exupéry

Editora: Editora Schinchosha

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Japonês

Páginas: 159

Ano de edição: 2006

Peso: 120 g

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Excelente
Marcio Mafra
08/02/2019 às 22:33
Brasília - DF
1960年代と1970年代に、彼女が読んでいた本について尋ねられるとき、ミス、モデルまたはマネキンのためのすべての候補者は答えます:リトルプリンス。 おそらくこれは本の出版に貢献しただけでなく、それを非難しました。 この本は実際に読まれていることについてもっと引用されています。 それはすべての惑星を渡って旅し、義についての彼の道徳的そして哲学的な教訓を配っている小さな王子の、ちょっとした物語です。 1943年に第二次世界大戦の最盛期に書かれたと書かれていますが、それには哲学的な「深さ」が等しくないため、子供向けに書かれたものではありません。 そんなにありません。 それは詩的な物語であり、素朴であり、それを通して著者は世界に対する彼のビジョンを構築します。 読書はよくて簡単です。

Nos anos 1960/1970, toda candidata à miss, modelo ou manequim, quando perguntada sobre o livro que estava lendo, respondia: O Pequeno Príncipe. Talvez isso tenha contribuído para a divulgação do livro, porém, também o estigmatizou. Cita-se mais o livro do que efetivamente se lê. É uma historinha pequena, do principezinho que vai viajando por todos os planetas e distribuindo suas lições sobre moral e filosóficas sobre a retidão. Consta que foi escrito em 1943, em plena II Guerra, e segundo alguns não foi escrito para crianças, posto que carrega uma "profundidade" filosófica sem igual. Nem tanto. Trata-se de uma narrativa poética, ingênua, através da qual o autor vai construindo a sua visão do mundo. A leitura é boa e fácil.

Marcio Mafra
08/02/2019 às 00:00
Brasília - DF

物語や寓話の形で、物語は、友情、忠誠心とシンプルさの強さを強調し、リトルプリンスの冒険を伝えます。

A história, em forma de fábula ou parábola, que conta a aventura do pequeno príncipe, destacando a força da amizade, da lealdade e da simplicidade.

Marcio Mafra
08/02/2019 às 00:00
Brasília - DF

6番目の惑星は10倍大きかった。それは巨大な本を書いた老人が住んでいました。 - ブラボー!あなたは探検家です!彼は小さな王子に会うとすぐに叫んだ。その王子は喘ぎながらテーブルに座りました。私はとても長い間旅した! - 出身はどこですか?その老人に尋ねた。 「あれはどんな本?」王子に尋ねた。 「ここで何してるの?」 「私は地理学者です」と老人が答えた。 「地理学者とは何ですか?」王子に尋ねた。 「彼は海、川、都市、山、砂漠がどこにあるかを知っている賢い人です。 「非常におもしろい」と王子は言った。これは、結局のところ、本当の職業です!そして彼は地理学者の惑星を一目見た。彼はそのような雄大な惑星を見たことがありませんでした。 - あなたの惑星はとても美しいです。そこに海はありますか? 「どうやって知るの?」地理学者は言った。ああ! (小さな王子はがっかりした)そして山? 「どうやって知るの?」地理学者は言った。 - そして都市、川、そして砂漠? 「どうやって知るの?」地理学者は三度目に言った。 「しかし、あなたは地理学者です!」 「もちろん、」地理学者は言った。しかし私は探検家ではありません。 「探検家は絶対的に不足している。都市、川、山、海、海、砂漠を語るのは地理学者ではありません。地理学者は歩くことが非常に重要です。ちょっと机を離れないでください。しかし、彼は探検家を受け取り、彼らを尋問し、彼の記憶を書き留めます。そして、何人かの思い出が彼にとっておもしろいと思えば、地理学者は探検家の道徳への探求を確立します。 「どうして?」 「嘘をついた搾取者が地理学書に大惨事を起こすだろうから」飲み過ぎた探検家のように。 「どうして?」王子に尋ねた。 「酔っ払いが2倍になったのを見たからです。それから、地理学者はただ1つだけある2つの山に注意するでしょう。 「私は誰かを知っています、」と彼は言った、「彼は悪い探検家になるだろう」。 - 可能です。まあ、探検家の道徳が良いように見えるとき、彼の発見に対する調査はなされます。 - わかりますか? 「いいえ。それは非常に複雑です。しかし探検家は証拠を提供することを要求される。例えば、大きな山のために、それは大きな石をもたらすでしょう。その地理学者は突然次のように熱狂した。「しかし、あなたは遠くから来ました。あなたは探検家です!あなたは私をあなたの惑星に説明しようとしている!そして彼のノートを開いた地理学者は彼の鉛筆を向けた。探検家の物語は、最初に鉛筆で記されています。探検家が証拠を提供したことは、インクをカバーすることが望まれます。 「それで?」地理学者に尋ねた。 - ああ!私が住んでいるところでは、王子は言った、面白くない:それは非常に小さいです。私は3つの火山があります。二つの活火山と一つの絶滅した火山。私たちは知りません…… 「私たちは決して知りません」と地理学者は言いました。 「花もあります」 「しかし、私たちは花を書き留めません」と、地理学者は言いました。 「どうして?」それは最も美しいです! 「花は短命だから」 - 「一時」とはどういう意味ですか? 「地理学」と地理学者は言った、「最も貴重な本です」。彼らは決してスタイルを崩しません。多くの人が場所を変えることは非常にまれです。海が自分自身を空にすることは非常にまれです。永遠のものを書きます。 「しかし、絶滅した火山は復活することができます」とリトルプリンスは中断しました。 「短命」とはどういう意味ですか? 「火山が絶滅しているかどうかにかかわらず、それは私たちにとって全く同じです」と、地理学者は言いました。私たちが興味を持っているのは山です。彼女は変わらない。 「しかし、「短命」とはどういう意味ですか?彼の人生の中で、彼が尋ねた質問を放棄したことがなかった小さな王子を繰り返した。 - それは「次の失踪に脅かされる」という意味です。 「私の花はその次の失踪で脅かされるのでしょうか?」 - もちろんです。私の花は短命で、王子は言った、そして彼は世界から身を守るために4つのとげがあります!そして私は彼女を一人にした!それは彼女の最初の反省運動でした。しかし、彼は彼の勇気を再開しました:「あなたは私に訪問するように忠告しますか?」彼は尋ねた。 「惑星地球」は地理学者に答えました。それは高い評判を楽しんでいます。 。 。そして、花を考えて、王子は去りました。

 

O sexto planeta era dez vezes maior. Era habitado por um velho que escrevia livros enormes. - Bravo! eis um explorador! exclamou ele, logo que viu o principezinho. O principezinho assentou-se na mesa, ofegante. Já viajara tanto! - De onde vens? perguntou-lhe o velho. - Que livro é esse? perguntou-lhe o principezinho. - Que faz o senhor aqui? - Sou geógrafo, respondeu o velho. - Que é um geógrafo? perguntou o principezinho. - É um sábio que sabe onde se encontram os mares,os rios, as cidades, as montanhas, os desertos. - É bem interessante, disse o principezinho. Eis, afinal, uma verdadeira profissão! E lançou um olhar, em torno de si, no planeta do geógrafo. Nunca havia visto planeta tão majestoso. - O seu planeta é muito bonito. Haverá oceanos nele? - Como hei de saber? disse o geógrafo. - Ah! (O principezinho estava decepcionado,) E montanhas? - Como hei de saber? disse o geógrafo. - E cidades, e rios, e desertos? - Como hei de saber? disse o geógrafo pela terceira vez. - Mas o senhor é geógrafo ! - É claro, disse o geógrafo; mas não sou explorador. - Há uma falta absoluta de exploradores. Não é o geógrafo que vai contar as cidades, os rios, as montanhas, os mares, os oceanos, os desertos. O geógrafo é muito importante para estar passeando. Não deixa um instante a escrivaninha. Mas recebe os exploradores, interroga-os, anota as suas lembranças. E se as lembranças de alguns lhe parecem interessantes, o geógrafo estabelece um inquérito sobre a moralidade do explorador. - Por quê? - Porque um explorador que mentisse produziria catástrofes nos livros de geografia. Como o explorador que bebesse demais. - Por quê? perguntou o principezinho. - Porque os bêbados vêem dobrado. Então o geógrafo anotaria duas montanhas onde há uma só. - Conheço alguém, disse o principezinho, que seria um mau explorador. - É possível. Pois bem, quando a moralidade do explorador parece boa, faz-se uma investigação sobre a sua descoberta. - Vai-se ver? - Não. Seria muito complicado. Mas exige-se do explorador que ele forneça provas. Tratando-se, por exemplo, de uma grande montanha, ele trará grandes pedras. O geógrafo, de súbito, se entusiasmou: - Mas tu vens de longe. Tu és explorador! Tu me vais descrever o teu planeta! E o geógrafo, tendo aberto o seu caderno, apontou o seu lápis. Anotam-se primeiro a lápis as narrações dos exploradores. Espera-se, para cobrir à tinta, que o explorador tenha fornecido provas. - Então? interrogou o geógrafo. - Oh! onde eu moro, disse o principezinho, não é interessante: é muito pequeno. Eu tenho três vulcões. Dois vulcões em atividade e um vulcão extinto. A gente nunca sabe.. . - A gente nunca sabe, repetiu o geógrafo. - Tenho também uma flor. - Mas nós não anotamos as flores, disse o geógrafo. - Por que não? É o mais bonito! - Porque as flores são efêmeras. - Que quer dizer "efêmera"? - As geografias, disse o geógrafo, são os livros de mais valor. Nunca ficam fora de moda. É muito raro que um monte troque de lugar. É muito raro um oceano esvaziar-se. Nós escrevemos coisas eternas. - Mas os vulcões extintos podem se reanimar, interrompeu o principezinho. Que quer dizer "efêmera" ? - Que os vulcões estejam extintos ou não, isso dá no mesmo para nós, disse o geógrafo. O que nos interessa é a montanha. Ela não muda. - Mas que quer dizer "efêmera" ? repetiu o principezinho, que nunca, na sua vida, renunciara a uma pergunta que tivesse feito. - Quer dizer "ameaçada de próxima desaparição". - Minha flor estará ameaçada de próxima desaparição? - Sem dúvida. Minha flor é efêmera, disse o principezinho, e não tem mais que quatro espinhos para defender-se do mundo! E eu a deixei sozinha! Foi seu primeiro movimento de remorso. Mas retomou coragem: - Que me aconselha a visitar? perguntou ele. - O planeta Terra, respondeu-lhe o geógrafo. Goza de grande reputação. . . E o principezinho se foi, pensando na flor.

 


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Marcio Mafra
08/02/2019 às 00:00
Brasília - DF
2015年5月私は東京と京都に行きました。
素晴らしい場所です。
私は日本語で2冊の本を持ってきました
ルプチプリンス
錬金術師
 

Maio de 2015 estive em Toquio e Kyoto.

Lugares maravilhosos.

Trouxe dois livros no idioma japones

Le Petit Prince

O Alquimista

 


 

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