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Una Oveja Negra Al Poder - Confesiones de Pepe Mujica

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Una Oveja Negra Al Poder - Confesiones de Pepe Mujica

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Autor: Andrés Danza

Editora: Editora Porfolio-penguin

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Espanhol

Páginas: 349

Ano de edição: 2018

Peso: 180 g

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Ótimo
Marcio Mafra
09/09/2018 às 15:19
Brasília - DF
Un relato con un ritmo vertiginoso que atrapa desde la primera hasta la última página, producto de más de cien horas de conversaciones hogareñas e institucionales, políticas e íntimas, personales y telefónicas. Todas ellas mantenidas entre el despacho presidencial y la mitad del campo, en escenarios tan disímiles como la Casa Blanca, el Vaticano, la chacra de Mujica en las afueras de Montevideo o una pequeña casa reciclada, en la que ninguna tertulia terminó antes de la madrugada. El libro muestra el hombre detrás del personaje, el que confiesa haber- se sentido siempre una "oveja negra".



Uma história com um ritmo vertiginoso que prende o leitor da primeira até a última página, produto de mais de cem horas de conversas domésticas e institucionais, políticas e íntimas, havidas tanto pessoal como telefonicamente. Todos as entrevistas e ou conversas foram feitas entre o gabinete presidencial e o meio do campo, em cenários tão diferentes como a Casa Branca, o Vaticano, a chácara de Mujica nos arredores de Montevidéu ou numa pequena casa reciclada, em que nenhum encontro terminou antes do amanhecer. O livro mostra o homem por trás do personagem, que confessa ter se sentido sempre "ovelha negra".


Marcio Mafra
09/09/2018 às 00:00
Brasília - DF

El camino la llegada al poder, la forma de vivirlo y ejercerlo, los conflictos con su liturgia y protocolo, el encuentro con figuras como Obama, Fidel Castro, Putin, Chávez o Cristina Fernández de Kirchner, la soledad de sentirse as veces en un mundo ajeno. Todo contado a los autores por su protagonista, Pepe Mujica, y por muchos testigos.

 

 

O caminho e a chegada ao poder, o modo de viver e de exercê-lo, os conflitos com a sua liturgia e protocolo, o encontro com figuras como Obama, Fidel Castro, Putin, Chávez ou Cristina Fernández de Kirchner, a solidão do sentir-se, as vezes, em um mundo estranho. Tudo dito aos autores por seu protagonista, Pepe Mujica, e por muitas testemunhas.

 
Marcio Mafra
09/09/2018 às 00:00
Brasília - DF

A veces se produce un apartheid entre la sociedad y los gobernantes. La forma de vivir parece una pavada pero no lo es. Por ahí también viene el descrédito de los políticos. La gente piensa que los que llegan a presidente son todos iguales y termina habiendo un descreimiento brutal en la política.

Es un problema serio y por eso trato de combatirlo. Ojo, yo tengo una manera de ser, pero no le reprocho a nadie que no viva como yo. Tengo amigos que tienen guita en pila y los aprecio mucho. Tampoco quiero imponerles a los demás mi forma de vivir.

Pero la política te separa del común de la gente. Me votarán o no me votarán, pero el grueso de la gente en la calle me respeta y me quiere. Eso es porque no les refriego la Presidencia por el hocico.

Lo que yo siempre digo es: "Tratá de vivir como piensas porque si no pensarás como vives".

Eso se aplica siempre. La cantidad de discursos que la gente se arma para justificarse es increíble. Con la pajería del poder y la puta que lo parió todo se justifica y terminás en una casita de marfil rodeado de una cohorte de alcahuetes que lo único que hacen es lambetear al jerarca poderoso. Es peligrosísimo. Eso lo hemos visto por todos lados.

Quizá por eso tomó distancia de los demás presidentes que lo antecedieron en Uruguay. Se sentía sapo de otro pozo y rara vez participaba en actividades con ellos. "No soy del club", decía y lo atribuía a "un tema de clases" sociales. Para él, no ser masón, no ser profesional universitario y ser un expresidiario no es impedimento para llegar a presidente pero sí para integrar el grupo de los ex.

Soy un irreverente nato. Me junto con los expresidentes y no me siento para nada en sintonía. Me miran raro. Ellos saben que no pertenezco a ese mundo. No pertenezco ahora ni voy a pertenecer nunca. Soy una excepción a la regla.

Sí, una excepción pero planificada y con justificación: desacralizar el poder. El objetivo de Mujica siempre fue colocar al presidente como un ciudadano más. Por eso intentó eliminar la distancia entre el jefe de Estado y la vida cotidiana de su ciudad y de su país. Y así también se hizo famoso en el mundo. Reivindicando la sobriedad y la República.

 

 

As vezes há um apartheid entre a sociedade e os governantes. O modo de vida parece um burro, mas não é. Há também o descrédito dos políticos. As pessoas pensam que aqueles que se tornam presidente são todos iguais e acaba sendo uma descrença brutal na política.

É um problema sério e é por isso que eu tento lutar contra isso. Olho, tenho um jeito de ser, mas não culpo quem não vive como eu. Eu tenho amigos que têm o fio em uma pilha e eu os aprecio muito. Nem quero impor aos outros o meu modo de vida.

Mas a política separa você das pessoas comuns. Eles vão votar em mim ou eles não vão votar em mim, mas a maioria das pessoas na rua me respeita e me ama. Isso porque não esfrego a Presidência para o focinho.

O que eu sempre digo é: "Tente viver como você pensa, porque se você não pensa como você vive".

Isso sempre se aplica. A quantidade de discursos que as pessoas juntam para se justificar é incrível. Com a pajería do poder e a cadela que suportou tudo é justificado e você acaba em uma pequena casa de marfim cercada por um grupo de proxenetas que tudo o que fazem é cordeiro ao poderoso hierarca. É muito perigoso. Nós vimos isso em todo lugar.

Talvez por isso ele tenha se distanciado dos outros presidentes que o precederam no Uruguai. Ele se sentia como um sapo de outro poço e raramente participava de atividades com eles. "Eu não sou do clube", disse ele e atribuiu a "uma questão de classe social". Para ele, não ser maçom, não ser um profissional universitário e ser um ex-condenado não é um impedimento para se tornar presidente, mas fazer parte do primeiro grupo.

Eu sou um irreverente nascido. Eu me uno aos ex-presidentes e não me sinto nada afinado. Eles me olham estranho Eles sabem que eu não pertenço a esse mundo. Eu não pertenço agora nem jamais pertencerei. Eu sou uma exceção à regra.

Sim, uma exceção, mas planejada e justificada: dessacralizar o poder. O objetivo de Mujica era sempre colocar o presidente como outro cidadão. É por isso que ele tentou eliminar a distância entre o chefe de Estado e a vida cotidiana de sua cidade e seu país. E assim ele também se tornou famoso no mundo. Reivindicando a sobriedade e a República.

 

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Marcio Mafra
09/09/2018 às 00:00
Brasília - DF

Rafael Mafra, a principios de julio de 2018 estuvo en Montevideo, Uruguay. Rafael es uno de los representantes del Ministerio de Agricultura de Brasil, en las reuniones de negociaciones del Mercosur y la Unión Europea. Por este motivo profesional viaja muchas veces al año, a Buenos Aires, Asunción, Montevideo y Bruselas. En esta ocasión me regaló con el libro "Una Oveja Negra al Poder - Confesiones e intimidades de Pepe Mujica"

Rafael Mafra, no início de julho de 2018 esteve em Montevideo, Uruguai. Rafael é um dos representantes do Ministério da Agricultura do Brasil, nas reuniões de negociações do Mercosul e União Europeia. Por este motivo profissional ele viaja muitas vezes no ano, para Buenos Aires, Assunção, Montevidéu e Bruxelas. Nesta ocasião me presenteou com o livro “Una Oveja Negra al Poder - Confesiones e intimidades de Pepe Mujica”

 

 

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