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O Ancião Que Saiu Pela Janela e Desapareceu

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O Ancião Que Saiu Pela Janela e Desapareceu

Livro Ótimo - 1 opinião

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Autor: Jonas Jonasson

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Bodil Margareta Svensson

Páginas: 361

Ano de edição: 2013

Peso: 530 g

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Ótimo
Marcio Mafra
28/07/2018 às 14:38
Brasília - DF
Esta é a primeira vez que leio um romance cuja história se passa na Suécia. Também acredito que nunca tenha lido um romance escrito por um sueco. “O Ancião Que Saiu Pela Janela” tem os nomes dos personagens, lugares, cidades, vilas, estradas e ruas escritos no idioma sueco. Então, como não tenho qualquer intimidade com este idioma a leitura pode parecer “difícil” ou “complicada”. Porém devido a um incorrigível “vício de leitura” quando me deparo com nomes de pessoas ou personagens de qualquer idioma desconhecido leio, mentalmente, tais palavras do jeito que as interpreto, ou enxergo, sem nenhuma preocupação de correção idiomática.
A despeito dessa possível dificuldade, o autor faz o leitor rir muito de cada lance da aventura que é a fuga – para lugar nenhum – do personagem Allan Karlsson. Só o talento ao autor poderia incluir personagens históricos (e reais) como Churchill, Nixon, Stalin, Mao Tsé Tung ou Truman o que torna o romance engraçado, descontraído e agradável. No desenvolver da história de sua fuga, Allan se associa e conquista bandidos, diversos cúmplices, um policial e até um elefante, criando planos de fuga dos mais engraçados. Livro ótimo.


Marcio Mafra
28/07/2018 às 00:00
Brasília - DF

Allan Emmanuel Karlsson resolve fugir pela janela da Casa de Repouso onde mora bem no dia do seu centésimo aniversário. Allan consegue chegar à rodoviária e comprar uma passagem para o próximo ônibus que fosse à qualquer lugar. É quando se aproxima um rapaz e pede para cuidar de uma mala, enquanto o rapaz  iria ao banheiro. Chega o ônibus e o centenário Allan embarca, levando a mala que ficara cuidando. Esta mala continha uma enorme quantia de dinheiro e pertencia a uma gangue. A história se desenvolve com muitos personagens, tanto bandidos que vão à procura da mala, como de policiais e autoridades de muitos países.

 

 
Marcio Mafra
28/07/2018 às 00:00
Brasília - DF

Quinta-feira, 26 de maio de 2005

PER-GUNNAR GERDIN AINDA estava dormindo quando o comissário Goran Aronsson chegou à Fazenda Bellringer e, para sua surpresa, encontrou Allan Emmanuel Karlsson sentado numa rede, na espaçosa varanda de madeira na frente da casa.

Benny, Linda e Buster estavam justamente providenciando água para a nova baia de Sonya, no estábulo. Julius tinha deixado a
barba crescer, e recebeu a permissão do grupo para acompanhar Bosse até Falkôping para fazer compras. Allan pegou no sono na
rede e só acordou quando o comissário anunciou sua presença.

- Allan Karlsson, eu suponho.

Allan abriu os olhos e disse que também supunha a mesma coisa. Porém ele não tinha a mínima ideia de quem havia lhe dirigido a palavra. Será que o desconhecido poderia esclarecer essa questão?

Imediatamente, o comissário o fez. Disse que seu nome era Aronsson, comissário de polícia, e que vinha procurando pelo Sr.
Karlsson havia um bom tempo, e que ele seria preso por suspeita de ter matado algumas pessoas. Os amigos do Sr. Karlsson, os Srs.
Jonsson e Ljungberg, bem como a Sra. Bjorklund, também haviam sido indiciados. O Sr. Karlsson saberia dizer onde essas pessoas se
encontravam?

Allan demorou para responder. Disse que precisava organizar os pensamentos, tinha acabado de acordar, afinal, e esperava contar com a compreensão do comissário. A gente não fala dos amigos sem antes pensar bem no assunto, o senhor comissário não
concordava?

O comissário respondeu que seu papel não era dar conselhos, mas que o Sr. Karlsson devia contar, sem demora, tudo o que sabia. De fato, o comissário não tinha pressa alguma. Allan achou isso reconfortante e convidou o comissário a se
sentar na rede enquanto ele buscava um café na cozinha.

- O senhor toma café com açúcar? Leite?

O comissário Aronsson não era do tipo que deixava um delinquente sob custódia ficar à vontade para lá e para cá, nem mesmo na cozinha ao lado. Mas havia algo de tranquilizante com aquela pessoa. Além disso, da rede, Aronsson tinha uma boa visão da cozinha, logo, agradeceu a oferta de Allan.

- Leite, por favor. Nada de açúcar - disse, e sentou-se na rede.
O recém-preso Allan foi para a cozinha ("Aceita um pão doce também?") enquanto o comissário Aronsson ficava observando, sentado na varanda. Aronsson não entendia como conseguira uma abordagem tão desastrada. De longe, ele vira um idoso sozinho na varanda da casa e pensara que talvez se tratasse do pai de Bo Ljungberg, que certamente poderia levar Aronsson até o filho, e que o próximo passo seria o filho confirmar que as pessoas procuradas não se encontravam nas redondezas, e que toda a viagem até Vastergotland tinha sido em vão.

Mas ao se aproximar da varanda Aronsson viu que o velho na rede era o próprio Allan Karlsson. Aronsson agira de maneira calma e profissional com Allan, tanto quanto sua atitude poderia ser considerada "profissional" ao permitir que o suspeito de três assassinatos fosse até a cozinha fazer um café, mas agora estava se sentindo um amador. Allan Karlsson, com seus 100 anos, não parecia ser perigoso, mas o que Aronsson faria se os outros três suspeitos também aparecessem, talvez na companhia de Bo Ljungberg, que, aliás, também teria de ser preso por proteger criminosos.

- Leite e sem açúcar? - gritou Allan da cozinha. - Na minha idade a gente esquece tudo.

Aronsson repetiu seu pedido de café com leite e sacou o celular para pedir reforços aos colegas de Falkoping. Por segurança, seriam necessárias duas viaturas.

Mas o celular tocou antes que o comissário tivesse tempo de fazer a ligação. Era o promotor Ranelid - e ele tinha notícias sensacionais.

 

 

 
 

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Marcio Mafra
28/07/2018 às 00:00
Brasília - DF

Não tenho qualquer história sobre este livro. Não sei como apareceu se comprei, se ganhei. É muito ruim não saber como apareceu aqui na minha prateleira “O Ancião que Saiu pela Janela e Desapareceu”.

Prosaicamente é uma constatação de que a medida que avança a  idade, mais enfraquece a memória do leitor...

 

 

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