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A Sutil Arte de Ligar o Foda-se

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A Sutil Arte de Ligar o Foda-se

Livro Bom - 2 opiniões

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Autor: Mark Manson

Editora: Intrínseca

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Joana Faro

Páginas: 223

Ano de edição: 2017

Peso: 210 g

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Ótimo
Lais Freitas
06/08/2018 às 11:51
Salvador -
Muito bom... sem palavras!..................................

Péssimo
Marcio Mafra
19/07/2018 às 21:41
Brasília - DF
O autor usa o seu talento de psicólogo amador ambulante para dar uma sacada irônica nos autores de livros de autoajuda.
Qualquer leitor iniciante sabe que todo livro de autoajuda é igual aos demais livros de autoajuda, desde Platão, Spinoza, Sócrates ou Descartes.
São ótimos ensinamentos, bons de serem lidos, mas impraticáveis no dia-a-dia.
Mark Manson percorre a contramão, ou o avesso disso.
Ele joga umas verdades na cara do leitor e pronto.
É como se dissesse: você não é tão especial, nem tão inteligente. Então ligue o botão do foda-se e deixe a vida rolar.
Enfrente esse mundo cão de frente e com coragem.
Livre-se da felicidade de filme de propaganda de margarina.
A leitura é "ruinzinha", certamente pela dificuldade de tradução das expressões idiomáticas e piadas sem graça do idioma americano.
Aliás, piada de comediante americano é mesmo uma bosta.
O livro em si é um festival de obviedade. Livro ruim.

Marcio Mafra
19/07/2018 às 00:00
Brasília - DF

Neste livro, Mark Manson conta a sua estratégia para uma vida melhor.

O faz de uma forma inusitada e irreverente, como se fora o avesso dos livros de autoajuda, por entender que os livros de autoajuda faz com que

tentemos nos enquadrar em um estereotipo  inalcançável e em consequência encontremos o oposto: desilusões e frustrações.

Em substituição, Mark mostra em seu livro que não precisamos necessariamente seguir os padrões de perfeição para alcançar a felicidade, podendo inclusive ligar o botão do foda-se, caso julgue necessário.

The Subtle Art of Not Giving a Fuck é o titulo original em inglês.

 
 
Marcio Mafra
19/07/2018 às 00:00
Brasília - DF

Charles Bukowski era alcóolatra, mulherengo, viciado em jogo, grosseirão, sovina, preguiçoso e, em seus piores dias, poeta. Ele seria a última pessoa no mundo a quem você pediria conselhos ou que esperaria encontrar em um livro de autoajuda. É por isso que ele é o ponto de partida perfeito. Bukowski queria ser escritor, mas passou décadas sendo rejeitado por quase todas as revistas, jornais, agentes e editoras que procurou. Seu trabalho era horrível, diziam. Bruto. Repugnante. Obsceno. E, conforme as cartas de recusa se acumulavam, o peso do fracasso o fazia afundar cada vez mais na depressão movida a álcool que o acompanharia por quase toda a vida. Bukowski trabalhava nos Correios. O salário era ridículo, e ele gastava quase tudo em bebida; o pouco que sobrava, apostava em corridas de cavalos. À noite, bebia sozinho, às vezes escrevendo poemas em sua velha e surrada máquina de escrever. Não raro acordava no chão, tendo apagado de tão bêbado. Três décadas se passaram assim, resumidas a um grande borrão de álcool, drogas, jogatina e prostitutas. Até que, aos cinquenta anos, após toda uma vida de fracassos e autodepreciação, o editor de uma pequena editora independente desenvolveu um estranho interesse por ele. O editor não podia oferecer muito dinheiro nem prometer boas vendas, mas demonstrava uma afeição incomum por aquele bêbado imprestável e decidiu arriscar. Era a primeira chance real que Bukowski tinha e, como ele se deu conta, provavelmente a única. Ele respondeu ao editor: “Eu tenho duas opções: ficar nos Correios e enlouquecer… ou dar uma de escritor e morrer de fome. Decidi morrer de fome.” Três semanas depois de assinar o contrato, Bukowski tinha o primeiro romance pronto. Chamava-se Cartas na rua. A dedicatória foi “a ninguém”. Bukowski se tornou um escritor e poeta muito bem-sucedido. Publicou seis romances e centenas de poemas, vendendo no total mais de dois milhões de exemplares. Sua popularidade desafiou todas as expectativas, principalmente as dele próprio. Histórias como a de Bukowski são a base de nossa narrativa cultural. Sua trajetória personifica o Sonho Americano: lute pelo que você quer e nunca desista, e assim alcançará seus sonhos mais loucos. É um roteiro de filme pronto. Todos nós, ao olharmos para histórias como a de Bukowski, dizemos: “Viu? Ele nunca desistiu. Continuou tentando. Sempre acreditou em si mesmo. Persistiu até nas adversidades e chegou lá!” Então, é estranho que o epitáfio de Bukowski seja: “Nem tente.” Pois é. Apesar das vendas e da fama, Bukowski era um fracassado. Ele sabia disso. Seu sucesso não brotou de uma grande vontade de vencer na vida, mas da consciência do contrário: ele sabia que era um fracassado, aceitava o fato e escrevia honestamente sobre isso. Nunca tentou ser quem não era. A obra de Bukowski não se sustenta na ideia de superar obstáculos impensáveis nem de se empenhar para ser um gênio literário. É o oposto: seu sucesso vem da completa e inabalável honestidade consigo mesmo (sobretudo em relação às piores partes) e da capacidade de falar abertamente sobre seus fracassos, sem hesitação ou dúvida. Esta é a verdadeira origem do sucesso de Bukowski: sentir-se confortável com o fracasso. Ele estava pouco se lixando para ser bem-sucedido. Mesmo depois da fama, continuava indo a leituras de poesia caindo de bêbado e xingava a plateia. Ainda se expunha em público e tentava transar com qualquer mulher que via pela frente. Fama e sucesso não fizeram dele uma pessoa melhor, e não foi se tornando uma pessoa melhor que ele alcançou fama e sucesso. Muitas vezes, o autoaprimoramento e o sucesso andam de mãos dadas. Não significa que sejam a mesma coisa. A cultura em que vivemos hoje nutre obsessivamente expectativas pouco realistas. Ser mais feliz. Ser mais saudável. Ser o melhor, superior aos outros. Ser mais inteligente, mais rápido, mais rico, mais bonito, mais popular, mais produtivo, mais invejado e mais admirado. Ser perfeito, incrível e cagar pepitas de ouro de doze quilates antes de beijar uma esposa impecável e dois filhos perfeitos no café da manhã. Depois, ir de helicóptero para seu emprego extremamente gratificante, onde você passa os dias fazendo um trabalho importantíssimo que um dia ainda vai salvar o planeta. No entanto, se pararmos para pensar, os conselhos de vida mais comuns — aquelas mensagens positivas e felizes de autoajuda que ouvimos o tempo todo — na verdade se concentram no que não temos. Eles miram direto no que já vemos como falhas e fracassos pessoais, só para torná-los ainda piores aos nossos olhos. Só aprendemos as melhores maneiras de ganhar dinheiro porque achamos que não temos o suficiente. Só paramos diante do espelho e repetimos para nós mesmos que somos bonitos porque não nos achamos bonitos. Só seguimos dicas de namoros e relacionamentos porque achamos impossível sermos amados. Só fazemos exercícios ridículos de visualização de sucesso porque não nos sentimos bem-sucedidos. Ironicamente, essa fixação no positivo, no que é melhor ou superior, só serve como um lembrete do que não somos, do que nos falta, do que já deveríamos ter conquistado mas não conseguimos. Afinal de contas, nenhuma pessoa realmente feliz sente necessidade de ficar falando que é feliz para si mesma no espelho. Ela simplesmente é. Há um ditado que diz: “Cão que ladra não morde.” Um homem confiante não precisa provar que é confiante. Uma mulher rica não tem necessidade de convencer ninguém de que é rica. Ou você é ou não é. E se você passa o tempo todo sonhando em ser alguma coisa, está inconscientemente reforçando a mesma realidade: você não é aquilo. Todo mundo e todos os programas de TV querem nos convencer de que a felicidade depende de um emprego melhor, um carro mais potente, uma namorada mais bonita, uma Jacuzzi, uma piscina para os filhos. O mundo não cansa de indicar um caminho para a felicidade que se resume a mais e mais e mais: compre mais, tenha mais, faça mais, transe mais, seja mais. Somos constantemente bombardeados com a necessidade de ter tudo o tempo todo. Você precisa de uma TV nova. Você precisa fazer uma viagem de férias melhor que as dos seus colegas de trabalho. Você precisa comprar um móvel sofisticado para sua sala. Você precisa do tipo certo de pau de selfie. Por quê? Meu palpite: porque criar necessidades é bom para os negócios. Nada contra bons negócios, mas ter necessidades demais faz mal para sua saúde mental. Você acaba se agarrando demais ao que é superficial e falso, dedicando a vida à meta de alcançar uma miragem de felicidade e satisfação. O segredo para uma vida melhor não é precisar de mais coisas; é se importar com menos, e apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante.


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Marcio Mafra
19/07/2018 às 00:00
Brasília - DF

​O mês de março, na minha família, é o mês em que mais se compra presente de aniversário. Parece Natal.

Filhos, filhas, genros, “genras”, netos, netas e muitos parentes próximos e distantes, além de amigos aniversariam no mês de março.

Foi no março de 2018, quando buscava um desses presentes, passei numa livraria do Shopping Pátio Brasil​ e na prateleira de "novidades" estava "A Sutil Arte de Ligar o Foda-se".

Como o título é bem parecido com outro livro (Ligue o Foda-se e seja Feliz), um dos livros  mais acessados na Livronautas, comprei, apesar de ter a sensação de que esta não seria uma grande compra. 

Certamente seria um livro pequeno.

 

 

 

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