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Esquerda e Direita

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Autor: Murray N Rothbard

Editora: José Olympio

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Maria Luiza Borges

Páginas: 71

Ano de edição: 1986

Peso: 100 g

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Bom
Marcio Mafra
17/11/2002 às 18:02
Brasília - DF

A velha e boa luta entre esquerda e direita de jovens libertários para questionar as velhas mediocridades do Estado previdenciário e militarista.O autor é doutor em economia pela Universidade de Columbia. A publicação é patrocinada por um tal Instituto Liberal, entidade brasileira, utilizada para facilitar a divulgação do anti comunismo, certamente com patrióticas "doações" dos cidadãos americanos. Vale pelo conteúdo, debalde a ruindade da tradução.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Esquerda e Direita, as perspectivas para a liberdade, em oito partes: 1) Otimismo e pessimismo. 2) A Derrocada da velha ordem. 3) Ascensão e declínio do liberalismo. 4) Ascensão e declínio do socialismo. 5) Coletivismo, progressismo e o New Deal. 6) A resposta libertária. 7) Em defesa do otimismo. 8) A importância do otimismo.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No entanto, a progressiva falência do planejamento socialista foi em parte obscurecida de início, e isto porque os leninistas tomaram o poder não num país capitalista desenvolvido (como Marx erroneamente o previra), mas em um país submetido à opressão do feudalismo. Em segundo lugar, por muitos anos após a tomada do poder, os comunistas não tentaram impor o socialismo à economia - na Rússia soviética, não o fizeram até que a coletivização forçada implantada por Stalin no início da década de 30 viesse anular a sabedoria da Nova Política Econômica de Lenin, que Bukharin - o teórico favorito do próprio Lenin - teria ampliado na direção de um mercado livre. Mesmo os supostamente fanáticos líderes comunistas da China não impuseram uma economia socialista àquele país até fins da década de 50. Em. todos esses casos, a crescente industrialização provocou uma série de colapsos econômicos de tal gravidade que os países comunistas, contrariando seus princípios ideológicos, tiveram de afastar-se passo a passo do planejamento central e retornar a diversos graus e formas de um mercado livre. O Plano Liberman para a União Soviética ganhou enorme notoriedade; mas o inevitável processo de dessocialização foi muito mais longe na Polônia, na Hungria e na Tchecoslováquia. A lugoslâvia, porém, foi o país que mais avançou: liberta da rigidez stalinista mais cedo que esses outros países, promoveu sua dessocialização em apenas doze anos, em ritmo tão acelerado e levando-a a tal ponto que hoje sua economia mal pode ser considerada mais socialista que a da França. O país continua sendo governado por pessoas que se intitulam "comunistas", mas isso é irrelevante para o plano dos fatos sociais e econômicos básicos. O planejamento central virtualmente desapareceu na Iugoslávia. O setor privado não só predomina na agricultura, como é forte também na indústria; o próprio setor público foi tão radicalmente descentralizado e submetido às provas da livre arbitragem dos preços e do lucro-e-perda, bem como à propriedade de cada fábrica pela cooperativa de seus trabalhadores, que mal se poderia falar da sobrevivência de um verdadeiro socialismo. Só resta por ser dado, no caminho que leva ao capitalismo completo, o passo final de converter o controle sindical dos trabalhadores em cotas individuais de propriedade. A China comunista e os abalizados teóricos marxistas de Monthly Review perceberam claramente a situação e lançaram o alarma de que a Iugoslávia deixara de ser um país socialista. Poder-se-ia pensar que os economistas do mercado livre fossem festejar a confirmação e a crescente relevância da notável previsão feita pelo Professor Ludwig von Mises meio século atrás: a de que os Estados socialistas, sendo necessariamente desprovidos de um sistema de preços genuíno, não teriam condições de calcular em termos econômicos, e, em conseqüência, seriam incapazes de planejar sua economia com qualquer grau de sucesso. Na verdade, um discípulo de von Mises anteviu esse processo de dessocialização num romance escrito há alguns anos. E, no entanto, nem esse autor nem qualquer outro economista do mercado livre deu o mais leve indício de sequer admitir - que dirá aclamar - a ocorrência desse processo nos países comunistas. Talvez porque sua posição quase histérica em face da pretensa ameaça do comunismo os impeça de admitir qualquer dissolução no suposto monopólio que os ameaça. Os países comunistas estão, portanto, progressiva e inexoravelmente fadados à dessocializar-se, e acabarão, assim, por chegar ao mercado livre. A situação dos países não-desenvolvidos é também motivo de constante otimismo libertário; pois, em todo o mundo, os povos das nações não-desenvolvidas encontram-se empenhados em derrubar sua Velha Ordem feudal. É verdade que, os Estados Unidos fazem o que podem para sufocar processos revolucionários análogos àqueles mesmos que, outrora, permitiram à própria nação norte-americana e à Europa Ocidental escapar aos grilhões da Velha Ordem. Torna-se, no entanto, cada vez mais claro que mesmo uma esmagadora força bélica é incapaz de sufocar o desejo dos povos de forçar sua entrada no mundo moderno. Restam-nos os Estados Unidos e os países da Europa Ocidental. Aqui, as razões para o otimismo são menos claras, pois o sistema quase coletivista não se mostra em crise tão severa de autocontradição como o socialismo. Contudo, também aqui a crise econômica assoma no futuro, e corrói a presunção dos gestores econômicos keynesianos: inflação progressiva, refletida no colapso cada vez mais grave da balança de pagamentos do outrora todo poderoso dólar; desemprego cíclico crescente, provocado por escalas de salário mínimo, e a acumulação mais profunda ç prolongada das distorções antieconômicas geradas pela economia de guerra permanente. Além disso, as crises potenciais~is nos Estados Unidos não são só econômicas; há entre a juventude norte-americana uma efervescência animadora e contagiante contra os grilhões da burocracia centralizada, da educação uniforme do povo e da brutalidade e opressão exerci das pelos agentes subalternos do Estado. Mais ainda, a manutenção de um amplo grau de liberdade de expressão e de uma estrutura democrática facilita, pelo menos a curto prazo, o possível crescimento de um movimento libertário. Os Estados Unidos têm também a sorte de possuir, ainda que sem i-esquecida sob o envoltório estadista e tirânico da primeira metade do século, uma grande tradição de pensamento e ação libertários. O próprio fato de que muito dessa herança reflete-se até agora na retórica popular, mesmo que destituída de sua significância na prática, fornece uma base ideológica substancial para um futuro partido da liberdade


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Após a revogação do AI 5, em 85, que marcou o início do fim do golpe militar, começaram a surgir no mercado muitas publicações de obras e livros, cantando loas à esquerda e direita. Eu consumia de tudo.


 

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