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A Felicidade de Cada Um

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A Felicidade de Cada Um

Livro Ruim - 2 comentários

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Autor: Helen Van Slyke

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Luzia Machado da Costa

Páginas: 440

Ano de edição: 1976

Peso: 430 g

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Bom
Conceição Silva
27/09/2009 às 10:47
Brasília - DF

A felicidade de cada um é um livro bom. A história é de uma pessoa que achava que tinha tudo e não sabia fazer nada, achava que era feliz e não era. Quando o esposo faleceu não deixou nada e ela teve que trabalhar. Achava que tudo o que acontecia era culpa dela. Não se dava bem com a mãe tinha uma filha drogada, que se matou pulando de uma ponte. Ela estava grávida de um roqueiro. No final ela acaba casando com um escritor. É um livro meio complicado, por isso demorei muito para ler.


Conceição Silva, 35 anos de idade, é comerciária. Leitora eventual da bibliomafrateca, durante os finais de semana trabalha como faxineira em residencias, para complementar sua renda,


Ruim
Marcio Mafra
01/11/2002 às 10:32
Brasília - DF

Estilo trouxa-romântico. Bobo e vazio. Não vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Sheila Callahan, viúva aos 47 anos, que narra as suas ilusões, desilusões, felicidades e a falta de recursos financeiros para educar dois filhos, o que lhe causa muito sofrimento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O fundo do poço chegou realmente naquela semana quando ela disse a Tommy que achava uma boa idéia ele passar o próximo período escolar na Flórida. - Imagine que maravilha vai ser! - Ela tentou parecer entusiasmada. - O clima é delicioso! Você pode nadar e jogar tênis todos os dias! Vai conhecer gente moça, nova e interessante e - continuou ela, lançando a isca irresistível - não terá de encarar aqueles garotos horrorosos aqui. Vovô e vovó Callahan telefonaram, sugerindo que você fosse - mentiu ela - e pareceu-me uma idéia excelente para todos. Eles sentem muita falta do seu pai, Tommy. Você faria com que sentissem que tinham outro filho. - Que mulher horrorosa ela era, chantageando sobre a noção de dever dele, quase insinuando que ele tinha obrigação de ir! Intimamente sofria diante da idéia de perde-lo, mas era para o bem dele. O cordão teria de ser cortado antes que Tommy se emaranhasse nele para sempre. Ele ficou ali parado olhando para ela com os olhos espantados, sem compreender, procurando não se sentir magoado. - Não quero ir, mãe - dissera ele, afinal. - Quero ficar aqui com você. Você vai ficar sozinha. - Só por pouco tempo, meu bem. Você volta em junho, quando terminarem as aulas. Sei que vamos ter muitas saudades um do outro, Tommy. Eu gosto tanto de você Mas até as coisas ficarem mais tranquilas, prefiro saber que você está feliz e bem-cuidado. - Ela inventou mais uma mentira. - Vou procurar outro emprego. Gosto do Higbee's, mas vou tentar encontrar alguma coisa mais perto de casa, para poder estar mais tempo com você. Você vai ver. Quando chegar o verão, estará tudo organizado


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não há nada para historiar sobre este livro


 

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