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Amor em 79 minutos e 5 segundos

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Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Vinícius Márquez

Editora: Não Consta Editora

Assunto: LGBT

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 190

Ano de edição: 2000

Peso: 235 g

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Bom
Marcio Mafra
07/11/2007 às 20:37
Brasília - DF


O Amor em 79:05 tem uma linguagem intimista e seu texto se parece com crônica, mas não é. A linguagem adotada parece poética, mas não é. O que falta de estrutura literária, sobra em emoção, teatralismo, as vezes natural, as vezes espetaculoso, com forte viés homossexual. Raramente livros escritos por artistas da área do cinema, televisão ou teatro possuem tanta qualidade de escrita.




Bom
Rafael Mafra
03/07/2002 às 20:36
Brasília - DF

Além do conto que li no bar, li uns poucos outros. Mas me parece que o autor atinge o objetivo de dar o tom intimista a todos os contos. Só que os contos são curtos demais e a literatura é dura: esquece-se a maioria.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Dezenas de breves contos narrados, em geral, na primeira pessoa, tendo o amor como tema.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Eu criei um corvo achando que alimentava uma ave do paraíso. Te criei mal. Plantei na calçada e me veio um amor minguado, pelas frestas. Prefiro pensar que é só por um tempo, enquanto o tempo passa e a calçada racha. Ganhar tempo, se acostumar com a idéia da asa, pra ver se dá pra voar num corvo, se isso interesso. Pensar que você vai passar um mês fora, sei lá, mas que volta. Parece coisa de quem vai partir ou morrer. E não deixa de ser. Vou ter que matar e assim, alguma coisa dentro de mim, morre. Me envenenar e suportar o veneno, para que o mais fraco em mim, morra. Espero que seja você. Acontece. Estou certo de que tudo foi tentado; menos o pior: o choque no louco, a separação. É claro que a vontade era bem diferente; era que meu pai de santo tivesse razão: havia encontrado o amor da minha vida. Não posso pensar nisso, senão te sobrevivo e morro aos pedaços cada vez que você olha pra outro, cada vez que você não liga, cada vez que falta ar. Fiquei preso no seu peito; suas costelas, as grades da gaiola, da jaula. Dor de amor é esquisito, não tem jeito; só um remédio, tão difícil como esquecer uma paixão: encontrar outra. Por menor que seja. Qualquer curiosidade ajuda. Não precisa ser aquele amor de Romeu, de ficar ouvindo o canto da cotovia; um ficar a fim, já alivia. Um a fim qualquer, já sopra a dor. Amar é o vício dos ávidos, de quem comeu maçã. Matéria prima ,de quem cria, da natureza morta. É da mesma natureza da flor, por isso tantos tipos de amor. Por isso tão usada essa rima. Tudo tem dois lados, tem avesso, e isso entorta, divide, confunde. Assim como a arte precisa de dinheiro, artista precisa da falta para criar o belo. Quem cria se apaixona, se desapaixona, cria corvos; ama gralhas, migalhas... E pinta aves do paraíso. ..


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O autor do livro é irmão da Paula Márquez, sócia da Anita, amiga do meu pai. O livro era um dos brindes da festa de confraternização de final de ano, da empresa de festas da Anita, realizada num bar da Asa Norte. A Anita armou o sorteio para que eu ganhasse o livro. No entanto, era necessário pagar uma prenda. A minha foi ler um dos contos, num ponto mais alto do bar. Anita escolheu e subi para ler diretamente para o bar. No meio do conto, tinha a frase "chupa o meu pau", que li, sem constrangimento, para horror das velhinhas da mesa detrás.(Rafael Mafra)


 

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