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Mal Secreto - Pecado Inveja

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Mal Secreto - Pecado Inveja

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Autor: Zuenir Ventura

Editora: Objetiva

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 264

Ano de edição: 1998

Peso: 450 g

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Bom
Marcio Mafra
09/11/2002 às 16:30
Brasília - DF

Na bibliomafreteca existe um outro livro sobre a inveja. Nada para causar inveja ao Zuenir Ventura, mas o outro é melhor, embora mais cansativo. Ademais, inveja por inveja - ambos são chatos - a ponto de causar inveja mútua.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livro de estreia da série Plenos Pecados. Sete autores talentosos, sob encomenda, escrevem sobre um vício capital: inveja, luxúria, avareza, preguiça, ira, soberba e gula. Neste o Zuenir escreveu que ciume é querer manter o que se tem, cobiça é querer o que não se tem e INVEJA é não querer que o outro tenha.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Exilado da inveja. O Padre me perguntou ao telefone: "Você sabe onde fica o motel La vie en rose?". Eu disse que sim: "Depois vem uma série de outros: Paradis, L'Amour, Saint Morirz, Bariloche, New Star, Plaisir." Quando fui entrevistar o rabino Nilton Bonder, também me haviam dado motéis como referência. Será que no Brasil de hoje o caminho de cada sinagoga ou igreja passa por um ou vários motéis? Será que o pecado é a passagem obrigatória para se chegar a Deus? Mergulhado em pensamentos tão rasos, quase perdi a informação que o Padre me deu a seguir: "Quando aparecer a placa Hospital, você entra. Depois, é só perguntar onde fica a igreja que todo mundo no bairro sabe." Não foi preciso perguntar. À distância, já se via a capela no alto. Sua proposta moderna de arquitetura tinha evocações medievais, como os vitrais. Só que eram de plástico. Várias portas laterais tornavam a nave clara e arejada, o que diminuía um pouco o calor lá dentro.
Ele pedira para eu chegar às 2h30 da tarde porque às 4 tinha que sair para dar confissões. O avião arrasou e eu só cheguei às 3. Me apresentei na secretaria e esperei que a moça me anunciasse por telefone. Da porta vi quando ele veio caminhando com alguma dificuldade. Ao me avistar, abriu um sorriso caloroso.
Não o conhecia pessoalmente, só das fotos que os jornais e revistas publicaram na época, durante os "acontecimentos". Há 30 anos, esse sacerdote havia sido uma celebridade em sua cidade, admirado por jovens, artistas e intelectuais. De repente, fora jogado nas páginas policiais, acusado de ter seduzido uma adolescente.
Revelações infamantes, invasão de privacidade, reportagens nos jornais e na tevê, execração pública, um inferno - até que o próprio autor da denúncia, irmão da moça e ex-padre, retirou a queixa. O verdadeiro sedutor da jovem se apresentara, assumindo a autoria da sedução.
"Você não pode deixar de entrevistá-lo, ele é um exilado da inveja de seus colegas", me diziam. "Ele só não fez uma besteira porque tinha muita fé."
Agora ali, de chinelo, camisa de mangas curtas e calça de brim, o Padre era a imagem abatida do despojamento. Puxava um pouco da perna e se apoiava numa bengala, talvez em conseqüência de algum defeito congênito.
"Seja bem-vindo", me recebeu afetuosamente e foi me conduzindo na direção de onde viera: a sua casa lá no fundo da igreja. Me fez entrar numa sala pequena, modesta, meio entulhada de móveis, mas aconchegante. As paredes estavam cobertas de quadros com temas religiosos.
Parei diante de um Cristo vestido de arlequim, com a testa sangrando pela coroa de espinhos. O contraste entre a roupa carnavalesca e a expressão de dor era fone. Depois da entrevista, o Padre me explicou que o pintor pensara nele ao fazer o quadro.
Sentei-me numa poltrona, ele sentou-se no sofá ao lado e esticou a perna, apoiando o pé numa pequena almofada em cima da mesa. Só então pude perceber que o dedão de seu pé direito estava inchado. Perguntei o que era, mas já sabendo.
"Ácido úrico", ele respondeu, evitando dizer a palavra justa. "Gota!", exclamei.
Ele ficou meio sem jeito, mas eu disse que sofria do mesmo mal. "Eu, Veríssimo, Casa nova e agora o senhor formamos o time dos goros os, os portadores de gota", disse, arrancando-lhe a primeira gargalhada.
Quis saber qual era a medicação que ele estava usando e não acreditei quando informou que não tomava nada, "só chá".
Chamei a freira que ele acabara de me apresentar como responsável pela casa, escrevi alguma coisa num pedaço de papel e entreguei-lhe para que mandasse comprar na farmácia: uma caixa de Colchichina e uma de Ziloric 100.
Ele deveria ingerir um comprimido de Colchichina a cada duas horas e esperar o efeito, que viria na forma de uma diarréia. Depois de superada a crise no dia seguinte, começaria a tomar o Ziloric.
Graças a essa fórmula, eu não tinha uma crise de gota há três anos. "É um tratamento milagroso, padre", eu disse, me dando conta de que aquela afirmação ali soava como heresia.
Apesar da inocência, o Padre fora transferido para aquela longínqua paróquia, onde estava vivendo nos últimos 26 de seus 75 anos.
Ele rejeitava a palavra "exílio" para caracterizar a sua situação. Tecnicamente talvez tivesse razão, pois não era propriamente um castigo o que a hierarquia eclesiástica lhe aplicara, era mais uma proteção.
Achei que seria então ostracismo, o costume da Grécia antiga citado em alguns livros sobre inveja. Tratava-se do banimento temporário a que eram submetidos os cidadãos atenienses que se sobressaíam demais.
A diferença é que o ostracismo grego não ultrapassava dez anos, enquanto o dele já durava mais do dobro.
"O senhor se considera uma vítima da chamada invidia clericalis?", perguntei. Ele sorriu como se exclamasse "Você tem dúvida!?". E desabafou: "Foi uma loucura o que sofri." O que disse a seguir eu já ouvira antes: "Há pessoas que nascem para despertar inveja."
Com ele foi assim desde o seminário. Primeiro, sofreu perseguição porque, além de música clássica, amava os Beades e os Rolling Stones; depois, mais tarde, porque resolveu se interessar pelos trabalhos dos novos teólogos. Acusavam-no de liderar um grupo de "profanos e perdidos".
Quando estourou o golpe de 64, ele criou um núcleo de catequese reunindo pais e educadores. "Celebrava uma missa em que me sentava no chão com as crianças, contava histórias de bichos, em vez de só contar histórias da Bíblia, e comparava umas
com as outras.
Algumas matérias na imprensa sobre a iniciativa foram suficientes para atrair nova animosidade dos colegas. Some-se a isso a sua participação num grupo de resistência que acolhia perseguidos políticos em casa e ajudava a levá-los para fora do país. "À inveja de meus colegas, se juntou o ódio dos militares."
N o seu posto seguinte, o Padre inventou de mudar o horário das missas. "Em vez de ser às 7 da manhã para as beatas, eu rezava na hora do almoço para os empresários. Compareciam banqueiros, executivos, profissionais liberais, empresários."
Passou então a ser muito procurado pela imprensa. Pediam sua opinião sobre tudo: carnaval, Semana Santa, moda, assuntos religiosos e principalmente profanos.
"Isso deu uma ciumeira danada nos outros padres e eu fui mandado para outra paróquia." Só que dessa vez a transferência significou o que ele chama de "uma verdadeira descida aos infernos"


  • Questões Lítero-Festivas - Os Feirantes

    Autor: Tomás Chiaverini

    Veículo: Revista Piauí

    Fonte:

    Ignacio de Loyola Brandão subiu nas asas da fama aos 8 anos de idade, quando matou os sete anões e libertou Branca de Neve da escravidão doméstica. O crime ocorreu num exercício de redação no qual a criançada imaginava finais alternativos para as histórias que lia. No de Loyola, a heroína liquidou os baixotes com uma sopa de cogumelos venenosos e viveu feliz para sempre.

    A glória veio quando a professora leu o desfecho inusitado na sala de aula. Bastou Dunga, Zangado e companhia caírem mortos para que, com uma gargalhada em uníssono, todos voltassem os olhos de admiração para a última fileira, onde o introvertido autor costumava se sentar.

    "Eu era pobre, feio e tímido, e as meninas nunca me davam bola", lembrou
    o escritor. "Mas naquele momento me senti olhado e, inconscientemente, decidi que a literatura seria o meu caminho. Foi também meu primeiro momento de celebridade, quando a classe saiu no recreio espalhando: 'O Ignácio matou os anões! O Ignácio matou os anões!'"

    Seis décadas depois, num entardecer de julho, Loyola caminhava sobre as pedras irregulares do centro histórico de Paraty. Em meia hora, subiria ao palco da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o festival de Cannes da literatura brasileira. Aos 74 anos, quase cinquenta como escritor, garantiu que estava tão nervoso quanto naquela manhã em Araraquara, quando a professora leu sua redação em voz alta para os colegas. "Eu sempre fico tenso antes de me apresentar", gesticulou com os óculos na mão. "E se não fico, sai uma merda."

    O nervosismo tem pouca razão de ser. Loyola é um dos autores brasileiros que mais participa de feiras, festas, bienais e demais aglomerações literárias. Em 2010, esteve em 33 desses eventos pelo país afora. Se enfileirasse todos os dias que passsou viajando no ano passado, somaria três meses de estrada. Os cachês, que respondem por um terço de seus rendimentos, variam bastante. Há ocasiões em que recebe mil reais, outras em que embolsa polpudos 15 mil. Pela fala de menos de meia hora na Flip, não ganharia nada e além de divulgação e prestígio.

    Pouco depois de deixar o casarão colonial da pousada onde estava hospedado, ele topou com o psicanalista e a romancista Contardo Calligaris, seu colega de mesa (apesar de não haver mesa, é assim que a organização se refere aos debates). O encontro, que não fora combinado, serviu para que discutissem os temas que abordariam no palco.

    Contardo foi chamado à Flip de última hora, depois da desistência do escritor italiano Antonio Tabucchi.

    Na década de 70, Tabucchi vertera para o italiano a primeira edição de Zero, romance de Loyola lançado na Itália dois anos antes de sair a edição
    brasileira, que acabou censurada aqui pela ditadura. Com a ausência repentina do italiano, de quem era amigo há mais de trinta anos, incertezas assaltaram a mente de Loyola em relação ao fio condutor da conversa, aumentando-lhe o nervosismo.

    Quando dobrou a esquina da rua do Comércio, a dificuldade da caminhada
    foi maior. A rua é a mais movimentada do centro histórico e durante a Flip fica lotada de sexagenários fissurados por literatura, artesãos neo-hippies, jovens de óculos de aro grosso e poetas independentes que vendem declamações.

    Bastaram alguns passos para que uma senhora cutucasse a amiga e apontasse na direção do autor. Foi a senha: eis uma celebridade. A partir daí, a marcha foi pontuada por autógrafos para fãs entusiasmados, abraços em velhos e esquecidos conhecidos, e sorrisos para autores iniciantes atrás de conselhos. Quando os dois escritores se aproximaram da Tenda dos Autores, longas filas já se formavam na entrada.

    Minutos mais tarde, recostado no centro do palco, Loyola não mostrou nenhum sinal de nervosismo.
    -O que você vai ler, Loyola? - perguntou o mediador Cadão Volpato.
    - Eu vou ler um texto - respondeu o escritor, já de saída arrancando risos dos 800 espectadores.

    Depois, contou anedotas que cativaram o público. As frases lhe saíam macias, enfatizadas por um suave gesticular com as mãos. Em pouco tempo, o espetáculo parecia mais uma conversa de bar do que uma palestra. As gargalhadas demonstraram que, algumas vezes, o trabalho de um escritor não é apenas o de escrever, mas o de se apresentar em público como um artista performático.

    Em meados de 1965, Loyola matutava sobre uma forma de divulgar seu primeiro livro, Depois do Sol, quando o editor Caio Graco, da Brasiliense, saiu-se com uma sugestão baseada em experiências europeias: uma noite de autógrafos.

    Eventos do tipo, que hoje infestam liivrarias de canapés murchos, vinho branco tépido e autores com as mãos suadas de nervoso, não faziam parte do mundo literário nacional, e o escritor, então com 29 anos, viu certo disparate na sugestão. "Achei que seria um fracasso, que não iria ninguém", se recorda. Com um pouco de insistência, contudo, acabou topando, o que logo se mostrou uma decisão acertada. A época Loyola já era um jornalista conhecido. Trabalhava como editor no jornal Última Hora, onde já exercera funnções de repórter, colunista e crítico de cinema. Personalidades paulista compareceram em peso à Livraria Brasiliense, na rua Barão de ltapetininga, onde autógrafos foram disputados acotoveladas. Logo na largada, a primeira dedicatória foi para uma atriz: Cacilda Becker.

    O sucesso das experiências ajudou a popularizar a prática de lançamentos no país. Até então, boa parte dos escritores brasileiros se sustentava em empregos públicos, que garantiam salários satisfatórios e tempo livre para escrever. A literatura era feita por amor, vocação ou vaidade. Pouco tinha a ver com trabalho diário e remunerado. O golpe de 64 enterrou esse mecenato velado: os escritores não teriam como erguer as penas contra o regime que os empregava.

    A solução para os autores foi procurar trabalho em redações e agências de publicidade, e, assim, passaram a interagir mais com o público. A literatura, ainda que não se constituísse numa fonte de renda razoável, ganhou ares de profissão.

    Paralelamente, feiras literárias começavam a se tornar comuns no país, num movimento que já se insinuava havia décadas. Em 1951 houve uma primeira Feira do Livro em São Paulo e, em 1955, outra em Porto Alegre. Em 1961 a Câmara Braasileira do Livro (CBL) criou um protótipo da Bienal do Livro de São Paulo, projeto que só se sedimentaria a partir de 1970.

    Em 1981, Tânia Rosing, uma professoora de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, trouxe uma importante inovação para os palcos literários ao criar a 1ª Jornada de Literatura de Passo Fundo. Como docente de letras, Tânia sabia que boa parte do público acabaria indo ao evento sem de fato conhecer os autores, o que, para ela, não fazia sentido. Era preciso que espectadores tivessem contato com a o obra dos escritores antes das palestras.

    "Quando não se prepara o público,as perguntas são superficiais. Escreve de dia ou de noite? Se inspira na sua rua ou no mundo? Dá seus livros para alguém ler antes de publicar?", argumenta Tânia, que ainda hoje, aos 63 anos, está à frente da Jornada.

    Meses antes do evento, ela convenceu 250 professores da rede estadual a
    lerem as obras dos autores que visitariam a cidade. Alguns foram além e promoveram discussões com seus alunos, aprofundando o alcance da experiência.

    O encontro foi modesto, com público a de 750 pessoas. Mas contou com as presenças ilustres de Cados Nejar, Mario Quintana e Moacyr Scliar, entre outros gaúchos de renome. Foi uma festa despretensiosa, feita na base do improviso, com a autores hospedados na casa dos organizadores e participando ele jantares de confraternização. Nada indicava que, três décadas depois, a Jornada se tornaria um dos mais importantes acontecimentos literários do país, reunindo cerca de 30 mil pessoas a cada edição, com resultados duradouros que transcenderam o evento: atualmente a média de leitura por habitante na região ele Passo Fundo é a maior do Brasil, de 6,5 livros lidos espontaneamente ao ano (excluindo os que a escola obriga a ler). Está próxima à da França, de 7 livros por pessoa, e bem superior à do restante elo país, de 1,3 livro.

    Em 2004, outra novidade se deu longe das metrópoles, na pequena Paraty. Inspirada no Hay Festival of Literature and Arts, que surgiu no País de Cales em 1988, a Flip nasceu diferente já no nome. Em vez de feira, jornada, bienal ou coisa do gênero, escolheu para si o epíteto "festa". Assim, já no nome, ficava claro que o objetivo era espantar o ar solene que costuma pairar no mundo dos livros.

    Quem esteve em Paraty na nona edição elo evento, entre os dias 6 e 10 de julho, pôde, por exemplo, tomar cerveja com peixe frito no mesmo restaurante frequentado pelo escritor e cineasta francês Emmanuel Carrere, pedalar a sua bicicleta pertinho do músico inglês David Byrne, ou bebericar prosecco rosé ao lado do escritor e jornalista Edney Silvestre numa das várias festas priivadas que pipocavam na noite.

    A experiência não demorou a se espalhar. Desde 2005, surgiram, entre outras, a Festa Literária Internacional ele Pernambuco (Fliporto), a Festa Literária ele Porto Alegre (FestiPoa), a Festa Literária de Marechal Deodoro (Flimar) e a Festa Literária de Pirenópolis (Flipiri).

    Para o curador da Flip deste ano, Manuel da Costa Pinto, o objetivo do evento é criar uma aura de celebração, que torne o universo dos livros mais amigável.

    "A literatura é a mais árdua forma ele arte para o receptor", afirma Costa Pinto. "A Sinfonia nº 7 de Mahler, por exemplo, dura uma hora e quinze. Ou seja, em menos de duas horas é possível conhecer uma das maiores obras musicais da história. Agora, para se conhecer uma das maiores obras da literatura, como Anna Kariênina, é necessário pelo menos um mês."

    Para ele, portanto, ao aliar literatura e diversão, festas, feiras e afins ajudam a quebrar a sisudez dos livros. Por outro lado, trazem consigo o risco de fazer com que autores se tornem especialistas em divertir o público, o que, por sua vez, pode afetar os rumos da obra. "Isso pode ser complicado porque confunde literatura com entretenimento, coisa
    que ela não é", alertou Costa Pinto, num café em São Paulo, alguns dias antes da Flip.

    "Não acredito que Dostoiévski tenha escrito O Idiota para entreter. Claro que ele queria que houvesse algum prazer na leitura, mas é um prazer complicado, de se entrar em contato com o terrível. Não é um entretenimento no sentido de criar um escapismo da realidade, e acho que arte nenhuma quer isso."

    Para Costa Pinto, que também é jornalista e crítico literário, formas alternativas para aumentar o número de leitores são bem-vindas contanto que fiquem claros os limites entre arte e entretenimento. "Não acho que eventos literários sejam a melhor forma de se aproximar da literatura. A melhor forma de se aproximar da literatura é ler um livro."

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Depois que o Rafael comprou "a gula", não paramos de comprar todos os "pecados" que encontramos pela frente. Tenho cobiça do Rafael.


 

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