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Quem Não Faz Poeira Come Poeira

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Quem Não Faz Poeira Come Poeira

Livro Ótimo - 2 opiniões

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Autor: André Ranschburg

Editora: Best Seller

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 227

Ano de edição: 1991

Peso: 330 g

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Excelente
Marco Aurelio Alvim de Carvalho
01/05/2019 às 11:37
Vitória - ES
Considerando que hoje é o dia que completa 25 anos da morte do Ayrton Senna, a passagem do livro que o autor fala do encontro dele com então “jovem corredor” é muito bom! O livro é excelente. Numa época que não existia “fábrica de coachs” a experiência do autor é verdadeira e de impagável. Vale muito a leitura !!

Ótimo
Marcio Mafra
20/10/2002 às 15:38
Brasília - DF

Este livro, além de contar a história de um homem de marketing que faz dinheiro e sucesso fabricando jeans é um livro sobre diretrizes administrativas, conceitos econômicos e lemas de vida. Basta verificar o titulo que o autor deu à sua obra: quem não faz poeira come poeira. Os seguintes conceitos, extraídos do livro, também são muito interessantes: Dar bronca é uma arte que só vale quando se mantém o controle. Na hora H vale sempre dar um tempo. Quem quiser, consegue ter na própria cabeça uma outra cabeça, que até pode pensar diferente... Boa disputa intelectual é aquela em que o convencido cumprimenta o outro pelas idéias dele. Tem gente que é mais real que o rei, no geral são mal informadas. A guerra do marketing se faz com neurônios. O livro, além da memória propriamente dita, foi também uma jogada de marketing do autor e da fabrica de jeans. Vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do presidente da Jeans Staroup.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Futuro do Made in Brazil. O que tratamos hoje por jeans vai fazer século e meio daqui a pouco. Foi, como resumi no capítulo anterior, uma história de 100 anos quase na mesma, mais 40 e um pouquinho, cheia de mudanças, novidades. De calça para trabalhador, o jeans passou à categoria de roupa substantiva. Como terno, saia ou gravata. Quando me convidam para fazer palestra, ou quando repórter chega pedindo entrevista, já sei - faz tempo - que vão me perguntar: - Qual o futuro do jeans? A bem da verdade, quem me dera saber. Se tivesse bola de cristal mostrando o jeans de amanhã, de depois de amanhã e assim por diante, ninguém segurava a Staroup. Como bola de cristal não funciona (ao menos no mundo do jeans), faço cara de "por dentro" e sentencio: - O futuro do jeans está plenamente assegurado. Para pergunta estapafúrdia, resposta clara e firme. É do marketing. Mas aqui, nestas páginas de livro, estou pondo no papel presente, passado e não escapo do futuro. Até onde vejo, na bola de cristal que não tenho, o jeans é tão "imortal" quanto não andar pelado. Como é que se pode pensar no fim do jeans, nesses tempos que vivemos? Jeans é democracia, é a possibilidade - no reino da moda - de se ter uma roupa igual para quem tem muito dinheiro e para quem luta por um pouquinho dele. Rico usa uma vez a calça jeans e pode aposentá-la. Ninguém sequer vai ficar sabendo. Pobre pode vestir a sua calça jeans por meses e anos. Também ninguém vai reparar. Talvez precisasse da ajuda de sociólogos, historiadores e quem sabe arqueólogos para confirmar o que vou escrever: nunca, na história do Homem, existiu roupa igual ao jeans. Além da durabilidade, o que o democratiza mesmo, o jeans possibilita o toque próprio, de cada um dos seus usuários. Num jeans, nem precisa a gente pôr a 'marca' da gente, em forma de um bordadinho, de um nome rabiscado com esferográfica. Dono de jeans sabe se ele é ou não dele. Basta vestir. Depois dessa' 'teorizada", só voltando ao Brasil. Tinha país melhor para a prova dos nove do jeans? Do jeans que vai ficar, até ninguém sabe quando


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pouco depois do empresário Ricardo Semler, escrever a sua história, que virou best-seller, outros sucessos empresariais trilharam o mesmo caminho. André Ranschburg, o imperador do jeans, foi um deles. Todo mundo comprava o livro por duas razões: histórias de sucesso sempre são boas e - quem sabe - alimentar o sonho de se transformar num empresário brilhante, espelhando-se na vida do biografado.


 

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