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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Dirceu Borges

Editora: DAG

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 106

Ano de edição: 1975

Peso: 170 g

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Bom
Marcio Mafra
20/10/2002 às 14:54
Brasília - DF

Tadeu fez uma tentativa de suicídio ou estava apenas se divertindo. O policial foi recebido pelo seu filho, o advogado Tito Martins, que era considerado um dos maiores criminalistas da cidade.... Assim, começa o desencadeamento de uma história, que bem pode ser verídica sobre a velhice. O Dirceu Borges conseguiu fazer uma narrativa interessante, despretensiosa, simples e com uns toques de humor, para destacar bem o drama da velhice. Nada alucinante e com um finalzinho bem rame-rame.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do velho Tadeu, que começa - de ponta cabeça - na janela. O drama da velhice.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O núcleo estava bem movimentado, com o pessoal voltando dos trabalhos no campo. Braguinha mostrou-lhes com orgulho um ônibus vagaroso planejado especialmente para transporte de pessoas em Harambê. Era parecido com o tipo usado em aeroportos, sem degraus e aberto atrás, só que de piso ainda mais baixo e com assentos em todo o redor. Frente a uma sala com bilhar, Gustavo acenou-lhes: - Vocês vieram nos trazer o sol! Braguinha reuniu o grupo. Tinha um jeito especial para isso. Esperou que todos fizessem silêncio, como um professor em classe de meninos e explicou: - Temos por enquanto três restaurantes em Harambê. Todos os três funcionam de acordo com as normas dietéticas estabelecidas pelo nosso grupo médico. E preparados com alimentos produzidos por nós. Por isso, a comida é farta e sadia. Agora, como os gostos são diferentes de pessoa para pessoa, e mesmo em cada pessoa de dia para dia, esses três restaurantes nos dão a oportunidade de escolher. Temos "A Tulha", que é o de comidinha caseira, cuja base são os cereais, mais recomendados para nossa idade. O restaurante do Clube, como é chamado o centro de recreação, que serve mais frios e sanduíches. E, por fim, o "Mamma Mia", que fica perto da padaria. A comida lá também é boa, italiana é lógico. Olha, eu quis explicar porque assim vocês tem uma idéia geral. Sugiro o seguinte: a gente dá uma voltinha pelo núcleo e olha os cardápios colocados na frente dos restaurantes. Onde lhes apetecer, quem quiser entra e, bom apetite. - Que tal almoçar comigo em um restaurante italiano, à meia-luz, hein boneca? - brincou Tadeu com Mirtes, que respondeu com um sorriso cansado: - Prefiro um bom prato de arroz com feijão. Com exceção de Júlio e mulher, que fizeram questão de testar o "Mamma Mia", os amigos seguiram-na. "A Tulha" era agradável e aconchegante, apesar de amplo. A decoração aproveitada com excelentes efeitos os detalhes rústicos da construção da velha tulha de café, formando vários ambientes. Logo na entrada, um grande balcão de tijolos à vista. Sobre ele, pratos de louça, talheres, guardanapos. Mais à frente, encaixados, recipientes de aço inoxidável com a comida conservada quente. Serviram-se e ocuparam uma das mesas no salão. - O que é a natureza, hein? - gracejou Boni. - Tudo na mais perfeita ordem, sem gente para nos servir e nem para fiscalizar. Você entra, escolhe, serve-se à vontade. . . - E não -tem nada de esperar que a mulherzinha lhe lave os pratos, não é meu bem? - disse Márcia. - Acaba de almoçar, joga o resto naquele buraco, está vendo? Os pratos no outro e os talheres no seguinte. - As mulherzinhas trabalhadeiras estão lavando atrás da parede. . . - Vocês estão perdendo tempo. A comida é simplesmente deliciosa! - informou Mirtes. - Quem quer refresco ou água? - perguntou Nando levantando-se. - Vou buscar para todos. - Fica no seu lugar, cabeça branca. A brincadeira aqui é cada um tratar de si. Mirtes sentia que Tadeu a observava, por isso procurava proceder normalmente, não deixar transparecer a grande emoção que lhe alterava os sentidos. Afinal, depois de tanto tempo encontrara o homem que mudara o rumo de sua vida. Durante anos o procurara por quase todo o mundo. E agora, ali...extrema coincidência. Ergueu os olhos para Tadeu. Enterneceu se. Um santo, ternura, alegria. Precisava de sua devoção. Amava-o muito, porém de um modo diferente. "Tadeu querido, se eu pudesse lhe contar.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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