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500 Anos de História do Brasil

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500 Anos de História do Brasil

Livro Excelente - 1 opinião

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Autor: Ives Gandra

Editora: LTr

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 238

Ano de edição: 1999

Peso: 255 g

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Excelente
Marcio Mafra
20/10/2002 às 13:16
Brasília - DF

Os 500 anos da História do Brasil são apresentados num resumo e esquemático, focado principalmente nos aspectos políticos e econômicos do Brasil. Interessante notar que o autor não é historiador, tratando-se de um destacado profissional do Direito, Ministro Togado do Tribunal Superior do Trabalho desde 1999, além de professor de Direito do Trabalho, com uma vasta produção de livros.

Surpreendentemente este livro é muitíssimo bom: leitura fácil, bem organizado, resumido, muito claro, didático sem ser prolixo e elucidativo sem ser arrogante nem pernóstico. Excelente livro. Vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Resumo de 500 anos de Historia do Brasil:
1)1500 à 1549 Descoberta e Capitanias Hereditárias.
2) 1549 à 1580 Governo Geral.
3) 1580 à 1640 Domínio Espanhol.
4) 1640 à 1808 Vice Reinado.
5) 1808 à 822 Reino Unido a Portugal.
6) 1822 à 1831 Império - Primeiro Reinado
7) 1831 à 1840 Império - Período Regencial.
8) 1840 à 1889 Império - Segundo Reinado.
9) 1889 à 1930 República Velha.
10) 1930 à 1946 - Revolução de 30 e Estado Novo.
11) 1946 à 1964 - Democratização do Brasil.
12) 1964 - 1985 O Regime Militar, e
13) 1985 à 2000 A Nova República.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A Revolução de 30 e o Estado Novo ( 1930 - 1946)
1. REVOLUÇÃO DE 30
a) Causas:
Imposição seguida de 2 presidentes paulistas - Washington Luís indica Júlio Prestes para seu sucessor, quebrando o acordo tácito da política do café-com-leite.
Crise financeira - Decorrente da quebra da bolsa de Nova York (a queda do preço do café no exterior mostrou a fragilidade do modelo econômico de mono cultura agrícola).
Corte de verbas para os militares - Provoca o descontentamento dos oficiais superiores.
b) Agentes da Revolução:
Haviam os grupo revolucionários (lutavam pela mudança do poder) e os não revolucionários ( apenas se opunham à liderança vigente).
Os revolucionários eram os constitucionalistas liberais que propugnavam por um processo eleitoral democrático e não manipulável - além - dos nacionalistas autoritários que visavam a modernização da economia, através de uma industrialização imposta por um Estado centralizado.
Os não revolucionários eram militares superiores descontentes com o corte do orçamento militar; plantadores de café falidos com a queda do preço do café; e dissidentes da elite política que eram as oligarquias estaduais afastadas do poder.
c) Processo Revolucionário:
Em abril de 1930 é anunciada oficialmente a vitória de Júlio Prestes.
Getúlio Vargas (ex-Ministro da Fazenda de Washington Luís), candidato vencido, lança manifesto em 30 de maio denunciando fraudes na eleição, propiciadas pela própria legislação vigente.
O assassinato de João Pessoa, vice na chapa de Getúlio Vargas, a 26 de julho, provoca indignação popular contra o governo (uma vez que atribuído aos aliados paraibanos do governo federal).
No dia 3 de outubro Vargas faz discurso conclamando os gaúchos a se rebelarem contra o governo federal (data marca da pelos líderes revolucionários para início da revolta).
Em outubro, tropas rebeldes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba marcham em direção ao Rio de Janeiro (as Forças Públicas estaduais eram superiores ao contingente geral do Exército e se viram incrementadas com a adesão das guarnições federais dos respectivos Estados).
A 24 de outubro, os Generais Tasso Fragoso e Mena Barreto depõem o Presidente Washington Luís, antes que as tropas rebeldes cheguem ao Rio, e passam a governar através de uma Junta Militar.
No dia 3 de novembro, a Junta Militar entrega o poder aos revolucionários, na pessoa de Getúlio Vargas. ...


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No primeiro semestre de 2001, participei de uma palestra sobre Comissões de Conciliação Prévia, proferida pelo autor, no auditório do jornal Correio Braziliense. Ao término da palestra os convidados eram brindados com um exemplar deste livro. Desconheço as suas obras sobre Direito do Trabalho. À palestra deixou muito a desejar. Não gostei. E a julgar pelos aplausos ao término da mesma ficou a impressão que os demais participantes , também não tenham gostado.


 

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