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O Segredo do Cofre

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O Segredo do Cofre

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Ana Paula Padrão  

Editora: Globo

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 134

Ano de edição: 1997

Peso: 170 g

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Bom
Marcio Mafra
19/10/2002 às 13:15
Brasília - DF

O Segredo do Cofre tem quase o estilo e o ritmo de uma reportagem da televisão. Ele mostra uma pesquisa econômica despida da linguagem arrogante dos economistas. Operado o segredo, o cofre se abriu e revelou como as autoridades estaduais e municipais chegaram, no ano da edição do livro, ao inacreditável montante de 100 bilhões de reais, de dívidas que serão pagas pelos leitores e outros contribuintes de impostos. Uma reafirmação clara e insofismável de que o crime compensa. Na abertura do cofre só não foi encontrada a resposta para a pergunta de muitos leitores: Teria sido este um livro escrito pelo talento, inteligência e iniciativa da Ana Paula e da Valderez Caetano ??? Esta história requer outro trabalho jornalístico.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Investigação jornalistica sobre a dívida pública dos Estados e Municipios do Brasil que chegaram a incrivel soma de 100 bilhões de reais em 1987, no caudal dos precatórios e de outras maracutaias.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Tirando Proveito. A Constituição traria ainda outra distorção, desta vez nas finanças municipais. A criação do Regime Jurídico Único foi vista pelos prefeitos como uma nova maneira de fazer caixa. Numa interpretação imediatista da nova lei, esses prefeitos transferiram seus servidores do regime da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) para o regime estatutário. Como passavam a ser funcionários públicos e, portanto, estáveis -, as Prefeituras não tinham mais que recolher sobre a folha o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). E para encolher ainda mais as despesas salariais, os prefeitos passaram a montar Institutos de Previdência Estaduais. Também autorizada pela nova Constituição, a criação dos institutos era uma forma de escapar do pagamento mensal ao INSS. O problema era que tais fundos de previdência só existiam no papel Eram meros instrumentos contábeis para geração de receita. Só o funcionário contribuía. E cada vez que precisava erguer uma nova obra, o prefeito metia a mão nessa contribuição. Nove anos depois, em 1997, 1.200 Institutos de Previdência haviam sido criados nos Municípios, 95% deles completamente quebrados. Muitos por má-fé na utilização dos recursos, outros porque já nasceram para dar errado. As regras atuariais de vários desses institutos foram feitas por leigos no assunto. Os servidores começaram a se aposentar e não havia dinheiro para pagar os proventos. E também não havia quem fiscalizasse


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livro cuja autora é importante e famosa jornalista do segmento econômico, vinculada à Rede Globo de Comunicação, não pode ser deixado de lado.


 

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