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Na Rota de Antares

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Na Rota de Antares

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Autor: Zilda Bagno Simões

Editora: Editerra

Assunto: Poesia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 78

Ano de edição: 1986

Peso: 95 g

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Bom
Marcio Mafra
19/10/2002 às 12:00
Brasília - DF

Os livros de poesia podem ser classificados em diversos gêneros, porque os poetas são divididos, segundo os seus delírios poéticos, embora ninguém o diga. Cada poeta faz versos diferentes. Não há que tratá-los como iguais a João Cabral de Melo Neto, Neruda, Drummond, Dante Alighieri, Mario Quintana, Camões ou Fernando Pessoa. Zilda escreveu poemas que mais parecem devaneios poéticos. Poema ou poesia é uma forma de expressão literária, que obedece a determinados requisitos técnicos, possui uma certa extensão e tem um enredo apropriado. Nesta categoria os poemas da Zilda Simões não se podem encaixar. Mas se encaixam na alegria e no encanto de escrever, sem preocupações com o tempo, com a imagem, com a memória, ou mesmo com o caminho ou rota que eles venham a seguir, mesmo que seja a Rota de Antares, que só ela sabia onde ficava.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Composições poéticas de Zilda Bagno.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Espelho Velho. Em meu quarto, à uma parede recostado, Já sem moldura, descascado e tosco Jazia mudo, feio e embaçado Aquele ESPELHO VELHO grande e fosco. Eu distraída... passando à sua frente Olheio-o de relance, e bem de perto - então Notei que ao mirá-lo - impaciente Me reclamava um pouco de atenção. Aproximei-me, um riso amargo refletido Naquela imagem temerosa e fria Penetrava-me, auscultando-me os sentidos... Me desnudando toda a hiprocrisia. Com tristeza falava aos meus ouvidos: - Como és sem brio - maldades afloram Desde o alto do teu ser empedernido Até os teus pés que pisam nos que choram. - Egoísta, és vil, irreverente... Não vês que o mundo aplaca a sordidez? Não vês que o teu orgulho é impotente Que a morte tudo muda de uma vez. Trêmula e muda, diante desse espelho Chorando, resolvi me transformar, Em sol que com o calor derrete o gelo... Em luz que brilha a estrada a caminhar. E agora... já vivida, já mudada Feliz eu sinto que foi bem assim. - No reflexo dessa imagem - figurada Foi que aprendi a gostar de mim.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A autora, carinhosa amiga, em sua noite de autógrafos, escreveu: Aos meus queridos Marcio, Edite e filhos, dedico-lhes estes meus singelos versos como prova de muito carinho, amor e admiração. Beijos. Zilda Bagno Simões. Brasília 21-03-86.


 

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