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Campanhas Presidenciais

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Campanhas Presidenciais

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Rui Barbosa

Editora: Iracema

Assunto: Discurso

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 333

Ano de edição: 1966

Peso: 485 g

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Bom
Marcio Mafra
01/10/2002 às 11:21
Brasília - DF

Rui Barbosa trata de tudo o que ocorreu na campanha presidencial de 1919, que ele perdeu para Campos Salles, ex Ministro da Justiça. Na ocasião, foi um suceder de fatos que muito marcaram Rui Barbosa. Rodrigues Alves havia sido eleito. Adoeceu e morreu antes de assumir o cargo. Assumiu o Vice-Presidente Delfin Moreira, que convocou novas eleições, conforme a lei da época. A essa eleição Rui concorreu e perdeu para o Campos Salles. Afora o episódio histórico, este livro, assim como, "discursos", "cartas de Inglaterra" e "campanhas jornalísticas" também são "obras-primas, de sabor clássico, da língua portuguesa falada no Brasil e que contribuirão para que se aprimore a linguagem". Mesmo assim não se trata de uma leitura agradável. Quanto ao mérito, parece que - a despeito das formas de marketing e de comunicação de técnica apurada das campanhas atuais - nada mudou numa campanha eleitoral.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Campanhas Presidenciais traz todos os episódios da campanha eleitoral à Presidência da República de 1919, à qual Rui também concorreu.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

MENTIRA N.o 4 - A REVISÃO Mas o cama vai da petalhada não tinha mãos a medir. Ainda após tantas, lá vem outra idéia genial da mascarada. É a Constituição Federal abraçada com a Constituição do Rio Grande do Sul. As duas se osculam uma à outra. São as gêmeas inseparáveis, e conclamam que comigo não querem graças; porque eu sou a revisão, e a revisão ameaça as duas do mesmo golpe. Atirei aos calungas do carro um papel do Sr. Borges de M,edeiros. Não serviu. Não me quiseram. Entretanto, a figura que entrou, em meu lugar, no cortejo, levava na bagagem, como um casal de pombinhas na mesma gaiola dourada, a reforma da Constituição Federal com a reforma da Constituição rio-grandense; e as duas prisioneiras, na mesma corbelha rodante de fIôres de papel, ali se estão à vontade, como Deus com os anjos, entre os que votam à. breca o revisionismo. Viva Baco! Evoé! Evoé, soberana Mentira! MENTIRA N.o 5 Mas ainda não basta? Não basta. Quando o pardieiro senatório, convertido em armazém da carga dos partidos, abrisse as portas aos maiorais do regímen, era mister que, ao reunir-se, na mansão dos pais da pátria, a intrépida assembléia dos debicadores do povo brasileiro já encontrasse nos tapêtes do chão a candidatura Rui em carniça; e o melhor meio para tal resultado era que a matilha da mentira não dormisse. Novas ordens, novas senhas, e, então, de um momento para outro, se anunciou que a candidatura nacional acabara pelo suicídio. O candidato do povo antepusera a si mesmo o candidato da política. O Sr. Rui Barbosa dera homem por si, trocando o seu nome no do Sr. Epitácio Pessoa. Autorizara eu essa atoarda? Nunca. N em de long;e. Dissera eu a quem quer que seja uma palavra em tal sentido? A ninguém. Pelo contrário, consultado, respondi negativamente. Mas a falsa moeda estava cunhada pelos moedeiros falsos. E, quando é da Casa da Moeda que esguicha a moeda espúria, como cerrar-lhe a circulação? Em minutos, mais de trezentos telegramas, dirigidos aos jornais, coalharam o território brasileiro, levando a tôda parte a burla da minha auto-imolação ao candidato do Sr. Borges de Medeiros. Rui abdicara em Epitácio. Epitácio era o candidato de Rui. A Secretaria das Relações Exteriores haviase mexido prazenteira. A sua agência recebera o necessário fomento. A Fazenda Pública cedera às gazuas do costume; e a máquina oficial consumou a torpeza abjetíssima de imbutir ao Brasil inteiro. a mais consciente,a mais descomposta, a mais indigna 'mentira. Com tais consciências ao leme. haverá nau de Estado, que não acabe naufragando na Sapucaia?


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Rui Barbosa sempre foi citado como exímio advogado, jornalista, escritor, político e orador, razão porque adquiri uma pequena coleção de 7 volumes de obras do autor lá pela segunda metade dos anos 60.


 

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