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Cartas de Inglaterra - Tomo I

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Cartas de Inglaterra - Tomo I

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Autor: Rui Barbosa

Editora: Iracema

Assunto: Crônica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 192

Ano de edição: 1966

Peso: 370 g

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Bom
Marcio Mafra
01/10/2002 às 17:25
Brasília - DF

Artigos publicados em jornal - o Jornal do Comércio - nos primeiros anos do início do século 20. Como os "discursos", também é "obra-prima, de sabor clássico, da língua portuguesa falada no Brasil e que contribuirá para que se aprimore a linguagem". Mesmo assim, não se trata de uma leitura amigável. Alguns são longos e o leitor do ano 2000, que mal ouviu falar de Rui Barbosa, não tem, provavelmente, a menor noção do que seja o Processo Dreyfus e outros vibrantes assuntos do início do século. Entre os anos de 1890 e 1895, sob a influência da revolução Federalista no Rio Grande do Sul, e da Revolução Bahiana, Rui Barbosa, foi personagem combativo, com seus discursos políticos. Por isso em setembro de 1893, sentindo-se em perigo de morte, por motivos políticos da Revolução Bahiana, pediu asilo na Embaixada Chilena, depois se exilou em Buenos Aires e daí foi para a Inglaterra em 1895, de onde escrevia "cartas" que eram publicadas no Jornal do Comércio. Toda a reverência ao Mestre Rui Barbosa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Cartas de Inglaterra são artigos publicados no Jornal do Comércio nos primeiros anos do século vinte e tratam de:

1) O processo do Capitão Dreyfus.

2) As bases da fé.

3) Lição do Extremo Oriente.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Mas será certo, segundo os princípios de Spencer, que o sol dê realmente luz Mr. Balfour infere que não é certo; primeiro, porque essa concepção pressupõe as noções de matéria, tempo, espaço e fôrça que, segundo Spencer, são incompreensíveis; em segundo lugar, porque, a crermos nas próprias palavras do grande filósofo inglês, "o que nós consideramos como propriedades da matéria, o próprio pêso e a resistência dos corpos, são apenas impressões subjetivas (subjective affections), produzidas por influências objetivas, cuja natureza é desconhecida e incognoscível". A filosofia spenceriana recua assim ante os seus próprios corolários. E essa timidez é, no sentir de Mr. Balfour, o seu pecado contra a verdade. Ela compreendeu que "além do que nós supomos conhecer, e na mais estrita relação com êle, jaz um campo infinito, que não nos é conhecido, que, com as nossas faculdades atuais, nunca lograremos devassar, e de que, todavia, não podemos abstrair, sem tornar ininteligível e carecente de sentido todo o nosso saber. Mas não advertiu aonde essas idéias a deviam conduzir inevitàvelmente. Não percebeu que, se as certezas da ciência se vão perder nas profundidades de insondável mistério, bem pode ser que dêsses mesmos abismos surjam as certezas da religião, e que, se a dependência do cognoscível para o incognoscível não nos embaraça em um caso, não se pode atinar motivo para que nos enleie no outro


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Rui Barbosa sempre foi citado como exímio advogado, jornalista, escritor, político e orador, razão porque adquiri uma pequena coleção de 7 volumes de obras do autor lá pela segunda metade dos anos 60.


 

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