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O Valor Divino do Humano

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O Valor Divino do Humano

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Jesus Urteaga

Editora: Casa do Castelo

Assunto: Catolicismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 237

Ano de edição: 1961

Peso: 310 g

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Ótimo
Daniel Silbernagel
22/04/2018 às 12:15
Petrópolis - RJ
Um ótimo livro de formação humana e espiritual. O autor nos mostra como um Deus tão grande de fez pequeno e assumiu nossa natureza humana, fazendo-se nosso irmão de caminhada. Nessas belas páginas, notamos um Cristo que toca a nossa humanidade e nos faz divinos, através de nossas limitações humanos e nos chama a uma conversão diária através da busca das virtudes. Recomendo a leitura a todos...

Ruim
Marcio Mafra
30/09/2002 às 14:10
Brasília - DF

Livro chato e desatualizado. Foi editado há mais de 40 anos. A edição portuguesa tinha esta observação do prefacista: " ...em Portugal, a literatura religiosa, o que mesmo é dizer a literatura católica, capaz de interessar o estudioso, universitário ou leigo, é quase inexistente...."

Com este "O Valor Divino do Humano" tanto o leigo, como o universitário ou o estudioso continuarão na inexistência. Sua leitura é irreparável perda de tempo. Bestagem pura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Lições doutrinárias para jovens católicos

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Também no sobrenatural metemos o veneno. E tal como damos aos homens - interesseiramente -, assim oferecemos o coração a Deus.
Para os mesquinhos, Deus não é mais do que o Poderoso a quem se recorre para lhe arrebatar umas graças, um pouco de saúde, algum dinheiro, um pouco de compaixão pelas nossas dores... Assim, os nossos Sacrários enchem-se de choros e de penas, de súplicas e lamentações. Deus deixou de ser o Deus-Amigo.
Parece que todos nós fizemos o propósito de entristecer a face do nosso Deus.
Quando sofremos, vamos choramingar ao templo. As alegrias, gozamo-las em frio silêncio, de costas para o Senhor. E Ele, o amigo dos sorrisos!...
O egoísmo dos nossos tempos faz que por generosidade só se entenda esmola.
Livros. Estendi a mão como um pobrezito de Crísto, e pedi livros. Livros!, que são alimento para a inteligência católica, apostólica e romana de muitos jovens universitários.
Estendi a mão, como um pobrezito de Cristo...,e sofri cada decepção!
Por que não entendem, Jesus, a profunda caridade cristã dessa esmola, mais eficaz do que dar pão de bom trigo.
Hoje os cristãos - aliás, os homens em geral vivem com a esperança de receber, não sentem a alegria de dar. Por isso não sabem o que é amar. Não compreendem que para amar é preciso dar-se.
Com muitos cristãos usa-se a mesma táctica que com as crianças: é preciso prometer-lhes um brinquedo para tomarem o remédio. Para os levar a dar uma esmola, é preciso oferecer-lhes teatros, rifas e festas. Para que frequentem o centro de apostolado - e isso os mais generosos -, é preciso montar-lhes um bilhar.
Ser preciso enganar-nos para cumprirmos como cristãos!
Quem vier ao Cristianismo procurar alguma coisa com intenções egoístas, deve ir-se embora; somente encontrará uma cruz tosca, própria de criminosos, em que um Deus lhe apresenta umas mãos chagadas, mas abertas e suplicantes.
Nessas mãos, nós podemos deixar dinheiro, livros, inteligência, trabalho e ambições. O rosto do Deus crucificado continua suplicante. É que pede o coração.
«Ofereceis aos vossos deuses - diz Papini o que menos vos custa: genuflexões, bichanices, perfumes e cantos, mas raramente sabeis oferecer alma e vida. O vosso coração não pertence ao eterno: está sujeito ao ventre, ao sexo, à cupidez rapace e homicida» .
Chamamos generoso àquele que se desfaz dumas pobres moedas.
Que mesquinhos somos com o nosso Deus!
O mundo lastima os cristãos que se decidem de todo a pôr-se ao serviço do Senhor. E lastima-os por que é incapaz- tal é o seu egoísmo -de compreender o motivo dessas «decisões».
Temos de nos insurgir contra essa «compaixão», porque não podemos consentir que os egoístas continuem a pensar que são os desenganos que fazem os homens avançar pelos caminhos de Deus. ."
Uma coisa te quero dizer: não são os vencidos do destino os que se abrigam à sombra da pobreza voluntária; não são os desprezados do mundo os que estendem ansiosamente a sua mão para Deus; não são os despersonalizados os que se acorrentam a uma obediência pronta, delicada, amorosa; não são os castrados, nem os que detestam o matrimonio, os que submetem a sua carne para viverem do espírito. «Não são os timoratos e os angustiados os que elegem essa vida como refúgio de salvação»
São precisamente os varões mais fortes os mais generosos, os mais valentes e menos egoístas, os que queimam as suas vidas ao serviço constante de um ideal, do mais nobre de todos os ideais.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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