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A Executiva

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A Executiva

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Anne Tolstoi Wallach

Editora: Círculo do Livro

Assunto: Romance

Traduzido por: Neide Câmara Loureiro

Páginas: 418

Ano de edição:

Peso: 505 g

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Ruim
Marcio Mafra
29/09/2002 às 13:29
Brasília - DF

A executiva é o único romance - que conta - da Anne Wallach, uma americana, feminista, executiva de empresas de publicidade, escreve um livro que mais parece auto biográfico. A autora recebeu diversos prêmios em criatividade e propaganda. Jamais recebeu simples parabéns no ramo da literatura. Fala-se que este livro foi escrito ao longo de 14 anos, aos finais de semana. Deve ser por isso que é tão chato. A autora ficou perdida.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História de Domina Drexler, executiva americana do segmento de agencias de publicidade, impedida de se realizar plenamente na profissão, por homens que ocupam lugares superiores na hierarquia da empresa.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Harrell entrou na sala de conferências da The Potter Jackson Company seguido por dois assistentes. Todo o pessoal da agência já se encontrava lá, e todos se levantaram. Gostaria que meu pai tivesse vivido para ver isto, pensou. Apresentações. Ele se concentrou nos rostos. Domina Drexler de novo, com todo o seu grupo dessa vez. Um homem ainda jovem em mangas de camisa, o redator. Outro jovem de barba, o diretor de arte. Uma garota miúda e atraente, de cabelos vermelhos, a assistente de arte. Todos estavam numa das extremidades da mesa, onde quadros e pranchas se achavam prontos para exibir os anúncios. O pessoal da conta moveu-se pela sala para cumprimentá-lo formalmente. Rossen, é claro. Seu assessor diretor, Dan Trueman, sardento, jovial, vivo. Mais outro, um publicitário mais jovem, um júnior. Harrell sabia que as grandes agências sempre destacavam um executivo de conta para cada cliente. Dessa forma, trabalhavam de igual para igual. Um cliente importante nunca tratava com um assistente. Um cliente novo e inexperiente nunca fazia exigências tolas com o pessoal da alta direção da agência. Sistema interessante, mas dispendioso para a agência. Bem, eles ganham bastante conosco. Quinze por cento da publicidade da Ford. Provavelmente a conta de maior lucro, milhões. O orçamento para o Blossom é de oito milhões, e isso é pouco para nós. A mesa agora estava completa. À cabeceira, achava-se Brady Godwin, o homem que Roe tinha apresentado como o diretor-geral de criação. Tipo conhecido, concluiu Harrell, muito parecido com o pessoal da direção da Ford, grandalhão, bonito, sem expressão. Mas estava satisfeito por encontrar Godwin na reunião. Demonstrava como a agência se sentia a respeito da conta, enviando um alto executivo para dar o chute inicial, com toda a formalidade. Diferente da agência de Detroit para os caminhões, pensou. Um carrinho antigo com café e gulodices e, Deus me perdoe, um homem de paletó branco para servir. Enquanto o café estava sendo servido, Harrell examinou o aposento. Lindo. Inteiramente revestido de mogno entalhado, inclusive o teto. Dois candelabros de cobre pairavam sobre a imensa mesa, tão polidos que davam a impressão de molhados. Nos candelabros havia velas de verdade e não lâmpadas. Um armário ocupava uma parede inteira, com prateleiras revestidas de cortiça, artisticamente encaixadas. As cadeiras pareciam Chippendale, com espaldar alto trabalhado e assentos estofados de cetim escuro. Cetim para reuniões de negócios, imagine só, pensou ele. Já ouvira falar que a Jackson possuía uma fortuna em antiguidades. Tudo muito bom, mas quero ver como estão os anúncios. Os anúncios para o carro, o seu Blossom, tinham de ser os melhores da história do automóvel. Um trabalho árduo com os caminhões o levara a ocupar aquela posição na companhia. Mas nenhum caminhão merecia a atenção de um carro de luxo, principalmente aquele carro de luxo. Sentira as mãos úmidas de excitação ao ver o protótipo pela primeira vez. Todas as revistas automobilísticas, todos os jornais do comércio de mecânica, todos os redatores de jornal financeiro prestariam atenção naquele carro. O Blossom parecia diferente da maioria dos carros americanos, mais comprido, mais macio, mais harmonioso do que qualquer outro desde a década de 20. Além disso, mais econômico. E se ele fizesse o Blossom vender, isso o transformaria num dos capitães de indústria. Provavelmente o negro mais conhecido no mundo dos negócios. Já havia acontecido com muita gente do ramo. McNamara, Iacocca, até Henry Ford. Começaram com um modelo de carro e terminaram multimilionários. Parou de sonhar, pois Roe estava de pé, sinal de que iam começar. O café lhes foi servido, e mais da metade o preferiu com roscas e bolinhos fofos e frios. Ê engraçado, todos pedem adoçante e depois devoram todas essas calorias. Harrell aceitara apenas um café preto. Não pudera correr pela manhã, e não ia se arriscar com essa oportunidade de ganhar peso. Nenhum homem gordo na direção, pensou, divertido.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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