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Tartarin de Tarascon e Outros Contos

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Tartarin de Tarascon e Outros Contos

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Alphonse Daudet

Editora: Boa Leitura

Assunto: Contos

Traduzido por: Ondina Ferreira

Páginas: 300

Ano de edição:

Peso: 445 g

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Bom
Marcio Mafra
29/09/2002 às 12:47
Brasília - DF

Embora bem traduzidos, os contos, que mais parecem crônicas, não são lá essas coisas. Daudet era considerado um poeta realista e irônico, mas não dá para perceber esta ironia, porque o leitor não tem qualquer noção sobre os hábitos e costumes sociais a sociedade parisiense nos anos de 1850 à 1900. Coisa mediana.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Vinte e cinco contos, ambientados na França e na Argélia, que foram escritos por volta de 1870/1880.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Diga-me o nome de seu pai e lhe direi o nome desta flor. Não há como príncipes montenegrinos para levantar depressa a codorniz. No dia seguinte ai essa noitada nos Plátanos, de manhã muito cedo, ainda, o príncipe Grégory entrava no quarto do tarasconês. - Depressa, depressa, vista-se... Sua moura foi encontrada. .. Chama-se BaYa. .. Vinte anos, bela como os amôres, e já viúva. . . - Viúva!... Que sorte! exclamou alegremente o bravo Tartarin, a quem os maridos do Oriente não inspiravam confiança. - Sim, mas muito vigiada pelo irmão. - Ah! Com os diabos!... - Um mouro feroz que vende cachimbos no bazar de Orleans. Aqui um silêncio. - Bem, continuou o príncipe, o senhor não é homem para se assustar por tão pouco. Além disso, talvez nos acomodemos com aquêle corsário se lhe comprarmos alguns cachimbos. .. Vamos, depressa, vista-se... homem de sorte! Pálido, emocionado, o coração cheio de amor, o tarasconês saltou da cama e, abotoando às pressas sua ampla ceroula de flanela: - Que devo fazer? - Escrever à dama, simplesmente, e pedir-lhe uma entrevista! - Então ela sabe francês? .. indagou, desapontado, o ingênuo Tartarin que sonhava com o Oriente sem mistura. - Não sabe uma única palavra, respondeu o príncipe, imperturbàvelmente. .. Mas o senhor me ditará a carta e irei traduzindo à medida que fór escrevendo. - Oh! príncipe, quanta bondade! E o tarasconês pôs-se a dar grandes passadas pelo quarto, silencioso e recolhido. Bem imaginam que ninguém escreve a uma moura de Alger como se escrevesse a uma costureirazinha de Beaucaire. Felizmente nosso herói tinha a seu favor as numerosas leituras que lhe permitiam, amalgamando a retórica apache dos índios de Gustave Aimard com a Viagem ao Oriente, de Lamartine, algumas longínquas reminiscências do Cântico dos Cânticos, compor a carta mais oriental que se possa conceber. Assim se iniciava: "Coma a avestruz nas areias. . ." e terminava assim: ..." Dize-me o nome de teu pai e eu te direi o nome desta flor


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este é daqueles livros que sempre estiveram em casa, sem que saibamos o ano de edição, ou mesmo sua origem.


 

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