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O Moço e Seus Problemas

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O Moço e Seus Problemas

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Haroldo Shryock

Editora: Casa Publicadora Brasileira

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Carlos A Trezza

Páginas: 227

Ano de edição:

Peso: 575 g

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Ruim
Marcio Mafra
27/09/2002 às 20:32
Brasília - DF

Livro americano, editado por empresa ligada à igreja evangélica, provavelmente ao final dos anos 50. Mal traduzido, não vale nada.

Alienado, mesmo na época de sua edição.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Diretrizes para adolescentes, do ponto de vista evangélico, onde se estudam seus problemas sociais, sexuais e sentimentais, seus sonhos e aspirações.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A escolha dos amigos. Agora que temos traçado a seqüência através da qual você passará no estabelecimento de suas amizades, devemos retroceder um pouco e considerar o significado dessas amizades. Você tem observado que seu sucesso em fazer amigos e retê-los requer lealdade. Tal lealdade está muito claramente definida na mente dos adolescentes. Você já aprendeu a acatar e respeitar a aprovação dos rapazes de seu próprio grupo social. Naturalmente, possui um forte desejo de ser bem recebido por seus companheiros. Sempre que eles o criticam você procura mudar o fator que causou a crítica, seja ele qual for. Por outro lado, quando sabe que eles aprovam o que faz, você sente que está fazendo progressos na direção certa. Sabe você como é quando faz uma nova compra. Não importa que se trate de uma bicicleta, de uma motocicleta ou de um novo terno - o princípio é o mesmo. A primeira vez que exibe sua nova aquisição perante os amigos, você está ansioso por ver como eles reagem. Se eles a admiram, você sente que fez sábia escolha. Mas se criticam a cor ou a marca da coisa adquirida, então se sente você como que desapontado, e perde um pouco de seu orgulho pelo resto da vida. Assim é com outros assuntos. Se seus amigos são estudiosos, você se encontrará despendendo um bom tempo no preparo das lições. Quando seus amigos o elogiam por haver recebido boa classificação no colégio, você se torna interessado em obter outras boas notas. Mas se eles ridicularizam sua aplicação, ou chamam-no "dodàizinho", você se encontrará quase que procurando tirar más notas só para mostrar que não é diferente deles. De igual forma, se seus amigos manifestarem que estão mais interessados em se divertir do que em fazer progressos nos estudos, você está em perigo de se tornar descuidado nos deveres escolares. Esta característica humana de desejar a aprovação do grupo social a que se pertence torna-se um fator tão importante na vida que pode mesmo modificar a atitude de você para com a religião. Se seus amigos tomam manifesto interesse em atividades religiosas da juventude, você estará desejando participar com eles e desfrutar o gozo da elevação espiritual que vem de tal participação. Mas se seus amigos são indiferentes para com as coisas espirituais, e particularmente se eles ridicularizam a religião, você está em perigo de se tornar progressivamente desinteressado, muito embora seja isto contrário aos seus reais propósitos e convicções. Do que fica dito você pode perceber que a aprovação ou desaprovação de seus companheiros da mesma idade pode ter tremenda influência sobre sua conduta, atitudes e ideais. Com efeito, no caso de muitos adolescentes, os amigos significam mesmo mais neste particular que os próprios pais. À medida que suas amizades o influenciam, modificam elas o padrão de desenvolvimento ele seu caráter. É normal desejarem os jovens a aprovação de seus companheiros. Porque são assim influenciados por seus companheiros, acham os pais algumas vezes que êle se têm tornado rebeldes. Na verdade o jovem não intentava tornar-se rebelde aos desejos e ideais dos pais, mas quando êstes entram em conflito com as atitudes de seus companheiros, preferem a aprovação dêstes, à dos pais. Podem chegar mesmo à disposição de sacrificar a estima dos pais para conservar a a provação dos amigos. Mas há sério perigo em tal sacrifício, pois pode fàcilmente significar compromissos que envolvem matéria de consciência. Assim dirá você: "Que posso fazer? Desejo a aprovação de meus amigos. Desejo fazer o que é direito, assim como desenvolver uma boa personalidade e um caráter digno. Mas quando meus amigos insistem em que me una a êles em fazer alguma coisa má, sinto que é mais fácil concordar com êles a arriscar-me a ser criticado." . A resposta a sua pergunta: "Que posso fazer?" envolve a cuidadosa seleção de seu~ amigos. Você precisa reconhecer que a influência de seus amigos leva longe na determinação da espécie de personalidade e caráter que você conquistará. Em certo sentido você está creditando a seus amigos seu próprio futuro. Dada a alta estima que tem por êles, suas vidas tornam-se virtualmente parte da sua. Assim, a escolha de seus amigos torna-se a mais importante consideração. Você precisa selecionar -aquêles cujos ideais e costumes pode com segurança imitar. Para que amigos usufruam a companhia uns dos outros, é preciso que pensem e procedam de maneira muito semelhante uns dos outros. Portanto, na escolha de amigos você deve fazer a pergunta: "É êste o tipo de pessoa que eu gostaria de ser?" Se a resposta fôr sim, é seguro estabelecer amizade. De outra forma está a caminho do infortúnio.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livros desta editora eram vendidos porta - à - porta. Este não se consegue saber o ano da edição, mas suponho seja do final da década de 1950.


 

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