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Harry Potter e o Enigma do Príncipe

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Harry Potter e o Enigma do Príncipe

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Autor: J K Rowling

Editora: Rocco

Assunto: Adolescente

Traduzido por: Lia Wyler

Páginas: 510

Ano de edição: 2005

Peso: 720 g

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Excelente
Eva Dayane de Souza Moura
11/09/2018 às 19:07
Hugo Napoleão - PI
Harry, que acabou de completar 16 anos, parte rumo ao sexto ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, animado e, ao mesmo tempo, apreensivo com a perspectiva de ter aulas particulares com o professor Dumbledore, o diretor da escola e o bruxo mais respeitado em toda comunidade mágica.
Harry, longe de ser aquele menino magricela que vivia no quarto debaixo da escada na casa dos tios trouxas, é um dos principais nomes entre aqueles que lutam contra Voldemort, e se vê cada vez mais isolado à medida em que os rumores de que ele é O Eleito, o único capaz de derrotar o Lorde das Trevas, se espalham pelo mundo bruxo. Dois atentados contra a vida de estudantes, a certeza de Harry quanto ao envolvimento de Draco Malfoy com os Comensais da Morte e o comportamento de Snape, suspeito como sempre, adicionam ainda mais tensão ao já inquietante período.
Apesar de tudo isso, ele e os amigos são adolescentes típicos: dividem tarefas escolares e dormitórios bagunçados, correm das aulas para os treinos de quadribol, e namoram. Rony e Hermione, os melhores amigos de Harry, se dão conta (finalmente!) da atração que sentem um pelo outro; Harry e a Gina, a irmã mais nova de Rony, também.
O final de Harry Potter e o enigma do Príncipe é de parar o coração. (Transcrito do site www.rocco.com.br)



Marcio Mafra
23/09/2018 às 00:00
Brasília - DF

Harry Potter e o enigma do Príncipe dá continuidade à saga do jovem bruxo Harry Potter a partir do ponto onde o livro anterior parou,

o momento em que fica provado que o poder de Voldemort e dos Comensais da Morte, seus seguidores, cresce mais a cada dia, em meio à batalha entre o bem e o mal.

A onda de terror provocada pelo Lorde das Trevas estaria afetando, até mesmo, o mundo dos trouxas (não-bruxos), e sendo agravada pela ação dos dementadores,

criaturas mágicas aterrorizantes que "sugam" a esperança e a felicidade das pessoas.

( Resenha transcrita do site www.rocco.com.br)

Marcio Mafra
23/09/2018 às 00:00
Brasília - DF

Era quase meia-noite e o primeiro-ministro estava sentado sozinho em seu gabinete, lendo um longo memorando que resvalava pelo seu cérebro sem deixar o menor registro.

Aguardava um telefonema do presidente de um país longínquo e, entre a preocupação se o infeliz iria telefonar e a tentativa de reprimir lembranças do que fora uma semana difícil, longa e cansativa, não sobrava muito espaço em sua mente.

Quanto mais tentava focalizar as palavras na página diante dele, tanto mais claramente via o rosto triunfante de um dos seus adversários políticos.

O homem aparecera no telejornal daquele dia não somente para enumerar os terríveis acontecimentos da semana anterior (como se alguém precisasse de lembretes) como também para explicar que a culpa de cada um deles e de todos, sem exceção, cabia ao governo.

O pulso do primeiro-ministro acelerou só de pensar nessas acusações, porque não eram justas nem verdadeiras.

Como é que o seu governo poderia ter impedido aquela ponte de ruir? Era um absurdo insinuarem que não estava gastando o suficiente na conservação de pontes.

Essa tinha menos de dez anos, e os maiores especialistas não sabiam explicar por que rachara exatamente ao meio, projetando dezenas de carros nas profundezas do rio.

E como ousavam sugerir que aqueles dois homicídios bárbaros divulgados com estardalhaço eram consequência da falta de policiamento?

Ou que o governo deveria ter previsto o furacão inesperado que ocorrera no oeste do país e causara tantos prejuízos a pessoas e propriedades?

E seria culpa sua que um dos ministros de segundo escalão, Herberto Chorley, tivesse escolhido logo esta semana para agir tão bizarramente que agora iria passar um bom tempo em casa?

“Uma sensação de perigo se apoderou do país” concluíra seu adversário, ocultando a custo um largo sorriso.

E, infelizmente, era a pura verdade.

O próprio ministro sentia isso; o povo realmente parecia mais infeliz do que de costume.

Até o tempo estava lúgubre; toda essa névoa gélida em pleno verão... não era certo, não era normal...

Ele virou a segunda página do memorando, verificou o quanto ainda faltava e achou que seria inútil se esforçar.

Espreguiçando-se, contemplou pesaroso o seu gabinete.

Era uma bela sala, com uma elegante lareira de mármore defronte às janelas de guilhotina, muito bem fechadas para evitar o frio atípico da estação.

Com um leve arrepio, o primeiro-ministro se levantou, foi até a janela e contemplou a névoa fina que colava nos vidros.

Foi então, quando estava de costas para a sala, que ouviu um leve pigarro.

Ele congelou, encarando o próprio rosto apavorado refletido na vidraça escura.

Conhecia aquele pigarro. Já o ouvira antes.

Virou-se, muito lentamente, e confrontou a sala vazia.

– Alôô! – disse, tentando aparentar mais coragem do que sentia.

Por um breve momento permitiu-se a esperança impossível de que ninguém lhe respondesse.

Mas ouviu imediatamente uma voz seca e decidida que parecia estar lendo um texto pronto.

Vinha – e o primeiro-ministro soube assim que ouviu o primeiro pigarro – do homenzinho bufonídeo de longa peruca prateada, retratado em um pequeno quadro a óleo encardido do outro lado da sala.

– Para o primeiro-ministro dos trouxas.

É urgente que nos encontremos.

Favor responder imediatamente.

Atenciosamente, Fudge.

– O homem no quadro lançou um olhar de indagação ao primeiro-ministro.

– Ehh – começou o primeiro-ministro –, ouça... não é um bom momento... estou esperando um telefonema, sabe... do presidente do...

– Isto pode ser remarcado – respondeu logo o quadro.

O primeiro-ministro desanimou. Era o que receava.

– Mas eu realmente tinha esperanças de falar...

– Faremos com que o presidente esqueça o telefonema. Ele não ligará hoje, ligará amanhã à noite – disse o homenzinho.

– Tenha a bondade de responder imediatamente ao sr. Fudge.

– Eu... ah... está bem – disse o primeiro-ministro vencido. – Receberei Fudge.


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Marcio Mafra
23/09/2018 às 00:00
Brasília - DF

Harry Potter e o Enigma do Príncipe é um livro que fisicamente não faz parte  do acervo.

Foi um dos exemplares doados por Fernanda Gomes, de Brasília em dezembro de 2017 para o programa de doações de Livronautas.

Posteriormente o livro foi solicitado e doado para Eva Dayane de Souza Moura, da cidade de Hugo Napoleão, Estado do Piaui  em 26/07/2018.


 

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