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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Harold Robbins

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Nelson Rodrigues

Páginas: 395

Ano de edição:

Peso: 565 g

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Bom
Marcio Mafra
25/09/2002 às 14:53
Brasília - DF

Harold Robbins, é daqueles escritores norte americanos que escreveram um livro por semana, depois de um sucesso esplendoroso: Os insaciáveis.

No seu rastro vieram: Os implacáveis, Escândalo na Sociedade, 79 Park Avenue e os Libertinos. Todos são auto clones. Xerox, Meleca. Espelho.

Linguagem boa, história para consumo rápido, sempre numa mistura de sexo, poder, sucesso e dinheiro. A tradução do Nelson Rodrigues, sem dúvida, melhorou o estilo do Robbins.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da movimentada e dramática de Frank Kane, cujo comportamento social dá titulo ao livro

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Só quando eu estava no meio da ponte para Nova York foi que percebi quanto estava sendo imprudente. Saíra do escritório às 10 e 45 e fora pegar meu carro. De repente, aconteceu aquilo. - Mike - perguntei ao velho garagista - tem aí um carro que me possa emprestar por esta noite? Uma nota de dez dólares resolveu prontamente o caso. - Claro que sim, Sr. Kane! - exclamou ele com um sorriso desdentado. Entrou na garagem e daí a pouco me apareceu com um pequeno Plymouth. Entrei no carro e verifiquei no indicador que o tanque estava cheio. - Escute, Mike, de quem é este carro? - Do patrão - disse ele rindo. - Não tem nenhuma importância. Falarei com ele. - Obrigado, Mike - disse eu, dando partida no carro. Fui pela ponte, em vez de atravessar na barca, que ficava mais perto. Não queria estacionar o carro onde eu pudesse ser reconhecido. Diminui a marcha perto do centro. Saí da Riverside Drive na Rua 125 e tomei o caminho da Broadway. Estacionei o carro durante alguns minutos enquanto ia ao drugstore da esquina e procurava o endereço de Ruth. Encontrei-o: "Cabell, Ruth - Rua 40 Leste, 100 - Murray Hill, 7-1103". Alguns minutos depois, parei diante do prédio. Era um grande edifício branco na esquina de Park Avenue. Entrei e olhei o relógio. Passavam alguns minutos da meia-noite. Toquei o botão chamando o elevador. Um ascensorista de aspecto sonolento me abriu a porta. Entrei e disse: - Apartamento Cabell, faça o favor. - Pois não - disse ele, acionando o elevador. - O apartamento do Dr. Cabell é no quinto andar, apartamento 512. Abriu a porta e ficou olhando enquanto eu descia o corredor. Voltei-me ao chegar diante da porta e ele, mais que depressa, fechou a porta do elevador e desceu. Toquei a campainha. Levantei a gola da sobretudo e puxei o chapéu para cima dos olhos. E se ela não estivesse em casa? Tive por um momento vontade de voltar dali mesmo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na segunda metade dos anos 60, surgiu Harold Robbins.

Artista, jornalista, intelectual, bancário, funcionário publico e universitário antenado lia um Robbins.


 

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