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O Dia Em Que Cristo Morreu

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O Dia Em Que Cristo Morreu

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Jim Bishop

Editora: Itinerário

Assunto: Catolicismo

Traduzido por: Antonio J Mariano

Páginas: 420

Ano de edição: 1960

Peso: 615 g

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Ótimo
Elba Renata Vitor da Silva
14/07/2017 às 14:27
Arapiraca - AL
Ótimo para quem estuda sobre crucificação.

Ruim
Marcio Mafra
24/09/2002 às 14:14
Brasília - DF

Livro chato. Fanático. Ao longo da leitura, o leitor não consegue distinguir o que é uma narrativa, um dogma de fé, uma doutrinação. É mesmo uma chatice.

Não vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do dia em que Jesus de Nazaré morreu, segundo o autor e seu tradutor, em edição da cidade de Porto, em Portugal.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

10 horas da noite. Jesus lançou um olhar em torno da mesa para aqueles onze que lhe restavam. Todos eles comiam com apetite. Pondo-se a escutar passagens da conversa e a observar os recantos mais íntimos daqueles corações, confirmou o que ele proprio já sabia: que estes homens eram bons. E o Messias deixava transparecer alguns sinais de intranqüilidade, porque lhe restavam apenas algumas horas, muito poucas, para aquilo que queria ainda comunicar-lhes. Muito espaçadamente, ia comendo qualquer coisa para não se tornar notada a sua falta de entusiasmo neste dia de Páscoa. Jesus sabia já previamente que Caifás o não mandaria prender nesta mesma sala. Se tivesse a certeza que era ali mesmo que o haviam de prender, não reservaria algumas das suas palavras mais importantes para a altura em que se encaminhasse para o Jardim das Oliveiras. Jesus sabia que Caifás não queria distúrbios na cidade. Entre os Judeus havia multidões que o seguiam, tanto dentro como fora da cidade, por qualquer parte do País, a sua prisão pública iria perturbar os espíritos, donde se seguiria talvez grande sublevação - e as sublevações levavam sempre à intervenção sangrenta da «polícia» romana. Quanto possível, esta prisão efectuar-se-ia muito em segredo. Caifás sabia isso, mas Jesus também o sabia. E agora, depois da visita do sumo sacerdote à Torre Antónia, Pilatos ficara também a sabê-lo e dispunha-se a fornecer auxílio ao sumo sacerdote, embora a paz não fosse o motivo principal deste auxílio; tinha intenção de ajudar a fomentar a perturbação entre os Judeus, precipitando um acontecimento que iria dividir este povo em dois grupos violentos. Depois da prisão se ter efectuado, Pilatos julgaria então oportuno revelar o segredo deste pequeno caso, e chamar para ele a atenção do público, cujos olhos taparia, mostrando que estava muito interessado em que se fizesse justiça e que, para isso, seria necessário que lhe trouxessem à sua presença o prisioneiro, para uma audiência. Qualquer pessoa saberia apresentar muito mais razões aparentes para as coisas que ele fez nesse dia. O Filho do Homem sabia estas coisas e muitas mais, como se todo o drama tivesse sido escrito no dealbar dos tempos, como na verdade tinha sido. As palavras pronunciadas neste dia deviam ficar indelevelmente gravadas nas entranhas das idades vindoiras pelos séculos em fora. Jesus esperou ainda até beberem a terceira taça de vinho e verificou que alguns deles já o estavam a fixar, à espera que concluísse as cerimónias prescritas. Desencostou-se um pouco e, ainda meio sentado, foi-lhe fácil contemplar a face de todos, inclusivamente a de Pedro. Com uma voz clara e sentida disse, então: «Desejei muito comer esta Páscoa convosco antes da minha morte». Um ar de tristeza se projectou em todos os rostos; qualquer coisa de agonia futura lhes penetrou a imaginação. Levantando lentamente a mão direita, prosseguiu: «Digo-vos que não voltarei a comer de novo esta Páscoa até que se realize no reino de meu Pai».


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada há de histórico - que me lembre - para registrar.


 

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