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A Vida Que Começa Com a Morte

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A Vida Que Começa Com a Morte

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Estevão Bettencourt

Editora: Agir

Assunto: Filosofia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 321

Ano de edição: 1958

Peso: 615 g

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Ruim
Marcio Mafra
14/09/2002 às 14:09
Brasília - DF

A leitura do livro de Don Estevão, em raros trechos até pode ser considerada interessante. A matéria é que é muito chata. O ponto de vista do autor é chatíssimo e por vezes chega ao ridículo indecoroso, com os assuntos do tipo purgatório e do limbo das crianças. Mesmo com todas as merecidas reverências ao famoso beneditino, vai um respeitoso "péssimo" para este seu livro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do homem e seu possível destino: a morte, o juízo particular, a bem-aventurança celeste, o purgatório, o inferno, o limbo das crianças, a salvação fora da igreja, a segunda vinda de cristo, a ressurreição da carne, o juízo universal, céu novo e terra nova, a existência de habitantes em outros planetas, o anticristo e a profecia de São Malaquias.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A Existência do Limbo.Como chegaram os teólogos a conceber e justificar a noção acima exposta? 1) Na Sagrada Escritura não se encontra referência ao limbo das crianças. O Senhor fala, em Lc 16,22, do seio de Abraão, que é, conforme a terminologia judaica, o lugar onde as almas justas do Antigo Testamento esperavam a vinda do Redentor (limbo dos Pais). Tal lugar, porém, não tem que ver com o limbo das crianças. A respeito dos pequeninos mortos sem Batismo, o texto mais elucidativo é o de Jo 3,5: "Se alguém não renascer da água e do Espírito Santo, não poderá entrar no reino de Deus", diz o Senhor. Assim excluídas do céu ou da visão beatífica, as criancinhas estarão por Jesus condenadas ao inferno? Sto. Agostinho, em controvérsia com os pelagianos, julgava poder deduzir isto dos textos referentes ao juízo final (d. Mt 24,36-25,46); nestes Jesus só fala de prêmio e castigo eternos, sem menção de meio têrmo. 7 É, porém, evidente que tais passagens visam unicamente os adultos, ou aquêles cujas obras podem ser julgadas; fica fora da perspectiva do Evangelho a sorte das criancinhas irresponsáveis. 2) A tradição cristã, baseando-se principalmente no conceito da justiça perfeitíssima de Deus, chegou aos poucos a formular a noção do limbo. Alguns Padres gregos e santo Agostinho (antes da controvérsia pelagiana, ou seja, até 411) a esboçaram de certo modo. Todavia uma atitude pessimista na maneira de considerar a natureza humana (pessimismo estimulado pela heresia pelagiana, demasiado otimista) dificultava aos antigos teólogos admitir um estado intermediário entre a glória e a condenação; para não poucos, a natureza humana, afetada pelo pecado original, só podia merecer o castigo do inferno. Em conseqüência, a noção do limbo só podia ser clara e definitivamente elaborada quando se tivesse um conceito exato do pecado original e de seus efeitos. Ora, foi no séc. 11 que santo Anselmo precisou em que consiste a culpa transmitida por Adão: não é algo de positivo, mas está na privação da justiça paradisíaca, privação que constitui o homem avêsso ao ideal que Deus lhe traçou, disforme dentro do plano de Deus. Dêste princípio os teólogos posteriores não tardaram a deduzir que o pecado original só pode ter conseqüências privativas para as crianças que com êle morram: fará que estas sejam excluídas da visão beatífica (elemento correspondente à ausência da graça sobrenatural nesses pequeninos), sem, porém, sofrer alguma pena positiva (pena positiva que seria correspondente à conversão a um bem indevido e que conseqüentemente só pode ser aplicada a um adulto responsável). Assim como há uma diferença entre a natureza do pecado original e a do pecado atual, deve igualmente haver diferença entre as conseqüências de um e outro. É nestes têrmos que se funda a tese da existência do limbo das crianças. Pio VI deu-lhe inegável confirmação em 1794, condenando os jansenistas de Pistóia, que viam na doutrina do limbo das crianças uma reviviscência do Pelagianismo. O Papa defende tanto a existência do limbo como a do pecado original na seguinte declaração: "É falsa, temerária e injuriosa às escolas católicas a doutrina que rejeita, como se fôsse fábula pelagiana, o lugar inferior (pelos fiéis geralmente chamado limbo das crianças). onde as almas dos que morrem apenas com o pecado original são punidas pela pena do detrimento sem algum tormento do fogo; a rejeição provém de que tal doutrina admite que, negada a pena do fogo, se deve afirmar um lugar e estado intermediário, isento de culpa e pena, entre o reino de Deus e a condenação eterna, como imaginavam os pelagianos." Abstração- feita das alusões à obscura doutrina dos pelagianos, não resta dúvida de que Pio VI, neste texto, intenciona confirmar a doutrina medieval do limbo, tachando-a de comum entre os fiéis católicos e nas escolas teológicas do seu tempo. Nos nossos dias, a existência do limbo continua a ser ensinada por grande número de estudiosos abalizados, como Journet, Diekamp, Bellamy, Amann, Le Blanc. Todavia, outros teólogos, também de valor, mostram-se propensos a negar o limbo, enquanto a autoridade eclesiástica não se pronunciar ulteriormente sôbre a questão. . . II. Quais os principais motivos por que hesitam e quais as novas soluções, que propõem a respeito da sorte das crianças mortas sem Batismo? É comum enumerar-se três meios de obter a salvação: o Batismo de água (sacramento), o de sangue (martírio) e, na falta de um e outro, o Batismo de desejo, o qual pode consistir num simples ato interno do indivíduo. Ora, o desejo é de todo impossível a uma criança ainda destituída do uso da razão; também o sacramento e o martírio estão freqüentemente fora do seu alcance. Donde se segue, logicamente, que milhões de criancinhas deixam de atingir a bem-aventurança sobrenatural sem culpa própria, unicamente por circunstâncias independentes de sua vontade, até mesmo - diga-se - por culpa ou negligência dos pais ou tutores. Esta verificação leva a perguntar: será tal doutrina compatível com as duas seguintes verdades dogmáticas? 1) "Deus quer que se salvem todos os homens" (1 Tim 2,4). Poder-se-á ainda afirmar esta universal vontade salvífica, se -não se admitir que Deus abra um pouco mais a via de salvação para as criancinhas, concedendo-lhes, além do Batismo de água e do de sangue, um terceiro meio de purificação (correspondente ao Batismo de desejo dos adultos)? A incompatibilidade parece flagrante a Henrique Klee (1800-40); teólogo alemão benemérito, mas em alguns pontos inovador, e a seus discípulos. Por conseguinte, Klee e sua escola propugnam que, na hora da morte, Deus concede às criancinhas que não possam ser batizadas, uma iluminação repentina, a qual as habilita a desejar o sacramento do Batismo; ultrapassando as leis da natureza, o Senhor faz que possam praticar um ato plenamente consciente e livre de desejo do Batismo. .. Esta intervenção de Deus dar-se-ia em todos os casos apontados, de modo que em absoluto não teria razão de existir o limbo; tais pequeninos iriam conscientemente ou para o céu ou para o inferno. 2) a lei da solidariedade reina entre as criaturas desde os primórdios da História; em particular, os homens são solidários com dois Cabeças ou Chefes: o primeiro e o segundo Adão, Jesus Cristo. É o que se deduz de Rom 5,12-21: por nossa união com o primeiro Adão, prevaricador, fomos todos constituídos pecadores e réus de morte; e por nossa comunhão com Cristo fomos dotados de nova santidade e vida. Note-se, porém, que "onde abundou o delito, aí superabundou a graça" (v. 20); o primeiro Adão e nossa solidariedade com êle não eram senão tipo do segundo Adão e da nossa comunhão com Ele (cf. Rom 5,18). O que quer dizer que a solidariedade com Cristo é muito mais benéfica para todos os homens do que maléfica foi a solidariedade com Adão. Ora, êste princípio deve influir também na maneira de se apreciar a sorte eterna das criancinhas que morram sem batismo. Se as julgarmos relegadas para o limbo, não deveremos confessar que a sua solidariedade com o primeiro Adão foi muito mais íntima do que a sua comunhão com Cristo? É o que considera E. Boudes, para propor, finalmente, a seguinte opinião: a solidariedade de tais almas com Cristo implica que o poder intercessor da Igreja, Corpo Místico, em que Cristo continua a obra da Redenção, valha a essas criancinhas a purificação e a entrada no céu. De fato, a Igreja, na sua liturgia, principalmente na celebração da S. Eucaristia, apresenta a Deus preces pela salvação de todos os homens, pela redenção do mundo inteiro (cf. as orações do ofertório da Missa, as do Ofício dos Pré-santificados na sexta-feira santa). Ora, uma tal universalidade de intenções não pode deixar de beneficiar também os pequeninos que faleçam sem Batismo. Por conseguinte, conclui Boudes, é plausível admitir que a intercessão jamais interrompida da Igreja supra, em favor dessas criancinhas, os efeitos do Batismo merecendo-lhes a visão beatífica


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este foi mais um dos livros que adquiri na década de 60, para tentar entender a vida. Perda de tempo. É melhor - simplesmente - vivê-la.


 

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