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Organização do Balanço

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Organização do Balanço

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Rogério Pfaltzgraff

Editora: Sedegra

Assunto: Contabilidade

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 102

Ano de edição: 1958

Peso: 305 g

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Ruim
Marcio Mafra
08/09/2002 às 12:28
Brasília - DF

O conteúdo do livro não vale absolutamente mais nada, pois já decorreram 40 ou 50 anos da sua edição. Se a legislação que rege a contabilidade é dinâmica e se renova à cada ano,por conseqüência, a organização do balanço também mudou inteiramente. Esta é a razão do livro ser considerado ruim, mas o seu histórico é excelente e merece ser lido.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O mais moderno tratado de contabilidade que demonstra como se deve levantar o balanço de ativo e passivo. Para uso de todas as faculdades do Brasil.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF
I - Uma empresa que se constitui para exploração de uma atividade determinada, é antes de tudo um organismo econômico, cujo fim e sómente um: o lucro.

II - Quando se não verifica o lucro, cuja existencia determina o estudo normal do organismo econômico, é porque alguma coisa se verifica de anormal. Esta anormalidade, diz o economista Pantaleoni, em seu livro de "Economia Pura", deve ser sanada, extinta, afim de que adquira o justo equilíbrio de saúde o organismo.

III - Acontece, entretanto, que certas empresas são fundadas para obterem ao termino de determinado tempo (que as vezes pode ser previsto; noutros, é difícil a previsao) o lucro desejado - animus lucrus - e entrarem em sua fase natural de atividade.

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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Segundo Flávia, o seu avô Aldo, em 1990, por ocasião da passagem dela e Fernanda pelo "vestibular" resolveu distribuir alguns livros que possuía. Flavia, Fernanda, Tatiana e Caroline foram as contempladas. Nesta ocasião ele já se divertia com os cupins, à quem enviava pequenas mensagens, juntamente com longas e filosóficas dedicatórias que escrevia nos livros. Não consegui apurar as razões ou as finalidades da posse dos livros, porque, embora a edição seja datada por volta dos anos 60, nesta ocasião o Aldo já se encontrava no final da carreira de funcionário do governo de S.Catarina, na área da fiscalização da fazenda. Evidentemente ele não tinha mais interesse em estudar novos assuntos profissionais. Esta é a dedicatória: "Para Flávia d'Aquino Mafra oferecem Ida e Aldo d'Aquino em janeiro/1990. A nossa homenagem à prezada neta Flávia d'Aquino Mafra, que conquistou a oportunidade de já haver iniciado mais um capítulo da sua formação intelectual para orgulho do seu mundo familiar no presente e apoio ao mundo pessoal, que terá no futuro, oferecemos para no mínimo iniciar a adornar e a grandeza do nosso carinho. De catalogar não esqueça, colocando em lugar muito especial, as sábias páginas da vida, até onde sua memória possa ir. E que seja bem sucedida no todo da sua existência - essa transição que tão longa parece mas tão curta quando volvemos o pensamento para o passado - aproveitando-o dentro dos limites admissíveis. Use a sabedoria para enfrentar à altura as eventuais adversidades. Seja cada página uma parte da nossa recordação e nossa benção. Vô Aldo e Vó Ida"
A mensagem ao cupim, está transcrita num papel rascunho que foi colado ao livro, é o seguinte: " Os hóspedes desta casa estão de acordo: Devagar e sempre para frente, como nós."
Esta dedicatória para a Neta e para o Cupim é coisa sureal, de fazer inveja a a Salvador Dali.


 

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