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Introdução à Análise Econômica I

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Introdução à Análise Econômica I

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Autor: Paul Samuelson

Editora: Agir

Assunto: Economia

Traduzido por: Luiz Carlos do Nascimento Silva

Páginas: 562

Ano de edição: 1977

Peso: 1.365 g

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Ótimo
Marcio Mafra
31/08/2002 às 21:26
Brasília - DF


Paul A Samuelson, gringo de boa cepa, foi agraciado com o Nobel de economia, em 1970. Até hoje é citado, discutido e respeitado. Este é um livro de introdução à Economia exatamente para os não economistas, por isso é emocionante.Vale ler.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Análise econômica, abrangendo: 1)Introdução 2) Problemas centrais de toda sociedade econômica 3) O mecanismo do preço de uma economia mista 4) Oferta e procura - elementos revelados 5) rendas e padrões de vida 6) organização e renda da empresa 7) relações entre empregados e empregadores 8) o papel econômico do governo 9) renda nacional.10) Poupança Consumo e investimento 11)Determinação de renda 12) Ciclos econômicos - previsões 13) preço e moeda 14) sistemas bancários) 15) política monetária 16) política fiscal 17) a composição e formação de preço 18) oferta, procura e utilidade 19)oferta competitiva 20)equilíbrio as lucro máximo: monopólio 21) concorrência e política antitruste.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Divisão entre motivações de poupança e de investimento. O fato mais importante acerca das atividades de poupança e investimento é que em nossa sociedade industrial são elas, geralmente, executadas por diferentes pessoas e por motivos diversos. Isso nem sempre foi assim. Mesmo hoje em dia, quando um fazendeiro dedica o seu tempo à drenagem de um campo, em vez de plantar e colher um produto agrícola, estará poupando e, ao mesmo tempo, investindo. Está "poupando", porque se abstém de consumir no presente para que possa contar com um consumo maior no futuro, sendo o volume de sua poupança medido pela diferença entre a sua renda líquida real e o seu consumo. Mas ele também está "investindo", isto é, está realizando uma formação líquida de capital, melhorando a capacidade produtiva de sua fazenda. Não somente poupança e investimento são a mesma coisa para o agricultor auto-suficiente, mas são as mesmas as suas razões para poupar e investir. Ele só se abstém de consumir no presente (poupa) porque deseja drenar o campo (investir). Se não houvesse oportunidade de investir, jamais lhe ocorreria poupar; tampouco haveria qualquer modo de poupar para o futuro, se ele fosse tolo bastante para desejar isso. Em nossa moderna economia, a formação líquida de capital, ou investimento, é executada por empresas comerciais, em especial as sociedades anônimas. Quando uma companhia ou uma pequena empresa tem grandes oportunidades de investimento, seus proprietários ficarão tentados a reinvestir grande parte de seus rendimentos no negócio. Em grau importante, portanto, uma certa poupança das empresas ainda é motivada diretamente pelo investimento das empresas. Não obstante, a poupança é realizada primordialmente por um grupo inteiramente diverso: por indivíduos, famílias e moradores em uma mesma casa. Um indivíduo poderá desejar poupar por várias razões: por querer fazer um pecúlio para a velhice ou para um gasto futuro (em férias ou num automóvel). Poderá sentir-se inseguro e querer guardar alguma coisa para dias piores; poderá querer deixar um espólio para seus filhos ou para os filhos de seus filhos; poderá ser um usurário de oitenta anos, sem herdeiros, que sente prazer em acumular dinheiro; poderá já ter assinado o compromisso de poupar durante certo tempo, porque um corretor de seguros apresentou argumentos de que ele não conseguiu fugir; poderá desejar o poder proporcionado por uma riqueza maior; ou a parcimônia poderá ser apenas um hábito, quase um reflexo condicionado, cuja origem ele mesmo desconhece.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Por volta de 197819/80, pedi ao Antonio Tavernard que me indicasse os melhores livros de administração, marketing e economia. Tavernard que era um excelente profissional da área de economia e contabilidade, prestava consultoria empresarial especializada em administração para a empresa Conbral, onde eu trabalhava. Para o marketing, indicou o Philip Kotler. Para administração o Peter F. Ducker e para economia o Samuelson e o Rossetti.


 

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