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Administração 3

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Administração 3

Livro Ótimo - 1 opinião

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Autor: Peter Drucker

Editora: Pioneira

Assunto: Administração

Traduzido por: Carlos Afonso Malferrari

Páginas: 233

Ano de edição: 1975

Peso: 440 g

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Ótimo
Marcio Mafra
30/08/2002 às 21:15
Brasília - DF

O Drucker é considerado o pai da administração. Passados 10 ou 20 anos, após surgirem seus primeiros livros, muitos já o consideram superado. Embora os americanos sejam os melhores estrategistas do mundo, em termos de administração eles são "cintura dura" além de praticarem nas empresas a patriotice, ou o falso nacionalismo. Um dos conceitos intrudutórios aos livros do Drucker, que muito impressiona:..." Nas próximas décadas, os administradores vão precisar enfrentar necessidades muito maiores de desempenho, do que a maioria deles pode sequer imaginar, e em todas as áreas. Muito mais vai depender do seu desempenho, do que a prosperidade ou mesmo a sobrevivência de suas próprias empresas ou instituições. Isto porque, a efetiva administração de nossas instituições é a única alternativa à tirania em nossa sociedade pluralística de instituições...". É um bom estudo e um bom livro, um tanto defasado da realidade da administração brasileira, dos mercados regionais e, talvez, também defasado do mercado globalizado.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

1) A Alta Administração

2) Tarefas e organização da alta administração

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A multinacional e seu meio. Praticamente todo argumento contra a empresa multinacional levantado em qualquer país é por si próprio uma falácia. Pode ser facilmente contestado. E contudo a contestação não convencerá os críticos e inimigos do multinacionalismo. Eles podem estar usando os argumentos errados. Mas sua hostilidade'e é dirigida contra uma realidade. Eles estão formulando o problema erradamente. Mas há um problema real. Em seus países hospedeiros, mesmo os altamente desenvolvidos, com poderio econômico próprio, a multinacional é atacada como sendo infensa às políticas econômicas" sociais e financeiras do país, e de estar minando a soberania de um país e seu governo. É atacada como tendo um poder de decisão sobre aquilo que será produzido; sobre empregos, sobre política industrial e econômica, que é ilegítimo e está acima de um controle adequado. As decisões, em vez de se acharem nas mãos 'das autoridades legitimadas do país, tais como seu parlamento ou governo, são tomadas de maneira obscura e indefinível, em algum lugar longínquo, por homens sem traços definidos, que nem conhecem o país e nem com ele se ,importam. Mas no país natal da multinacional, ela também é atacada tanto em países fortes, inclusive os Estados Unidos, como nos fracos. Aqui também, a multinacional é vista como "um meio de esquivar-se da autoridade política - senão mesmo subverte-la e de criar um superpoder que não deve contas a ninguém e que contudo controla a política econômica, os empregos, e mesmo, em grande parte, as diretrizes das áreas não-econômicas. A multinacional sediada nos Estados Unidos é acusada no seu próprio país de "exportar empregos", mas também de usar suas subsidiárias no estrangeiro para subtrair-se às políticas americanas tais como a antiga proibição de comércio com a China Comunista. E tem sido atacada com igual azedume nos países hospedeiros estrangeiros porque as subsidiárias nesses países, negando-se a comerciar com a China Comunista, desafiavam e subvertiam as próprias diretrizes em assuntos internacionais dos países hospedeiros, como por exemplo, o Canadá ou Suécia.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Por volta de 78/80, pedi ao Antonio Tavernard que me indicasse os melhores livros de administração, marketing e economia. Tavernard que era um excelente profissional da área de economia e contabilidade, prestava consultoria empresarial especializada em administração para a empresa Conbral, onde eu trabalhava. Para o marketing, indicou o Philip Kotler. Para administração o Peter F. Ducker e para economia o Samuelson e o Rossetti.


 

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