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Administração de Marketing 2

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Administração de Marketing 2

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Autor: Philip Kotler

Editora: Atlas

Assunto: Marketing

Traduzido por: Meyer Stilman e Danilo A Nogueira

Páginas: 767

Ano de edição: 1978

Peso: 460 g

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Ótimo
Marcio Mafra
30/08/2002 às 19:12
Brasília - DF

Philip Kotler, concentra suas teorias nas áreas do desenvolvimento de novos produtos, estratégias de marketing competitivo, planejamento de propaganda e dos sistemas de informação. É um bom estudo e um bom livro, ainda que distante da realidade atual do mercado brasileiro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

I) Conceituação da Administração

II) Análise das Oportunidades

III) Organização

IV) Planejamento do Programa

V) Controle do Esforço

VI) Ampliação do Campo.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Índice de atrito de idéias sobre novos produtos. Grande parte dos produtos e idéias, que custaram um bom dinheiro à empresa, jamais chega ao mercado. São deficiências do processo inovatório. A empresa descobre, tardiamente, que são tecnicamente inviáveis, que o custo do desenvolvimento é alto ou que o mercado foi superestimado. Quantas idéias uma empresa precisa desenvolver para que uma resulte em um produto bem sucedido? O Departamento de Pesquisas de Administração da Booz, Allen & Hamiltort estudou o problema em 51 empresas e resumiu suas conclusões sob a forma -. de uma curva de declínio de idéias de novos produtos. Entre cerca de 58 idéias-matrizes, 12 superaram o teste inicial de escolha, que mostrava se eram compatíveis com os objetivos e recursos empresariais. Destas, permanecem umas 7, após a avaliação de seus potenciais lucrativos. Cerca de 3 superaram o período de desenvolvimento de produto, 2 ao estágio de teste de mercado e apenas 1 foi bem sucedida comercialmente. Portanto, são necessárias 58 idéias para obter-se uma boa idéia. Alto índice de fracasso. Quantos destes produtos alcançam sucesso comercial? As estimativas são muito variáveis. Os estudos da Booz, Allen & Hamilton sobre 366 produtos apontam em 33% o índice de fracasso (10% de fracassos comprovados e 23% de duvidosos)) A Ross Federal Research Corporation, em um de seus relatórios, chega a apontar 80%, baseada em uma analise de 200 fabricantes de bens empacotados. Um estudo da Lippincott e Margulies aponta este índice em 89%. Tais discrepâncias decorrem de amostras diferentes e de definições desencontradas sobre produto,mal sucedido; porém todos os estudos apontam a existência de uma significante porcentagem de fracassos. Curtos momentos de vida de produto bem sucedido. Quando um produto se transforma em sucesso comercial, os concorrentes o imitam, de modo que lhe resta apenas um fugaz momento de êxito. Como diz Fred J. Borch, da General Electric: A lua-de-mel de um novo produto está cada vez menor. Lançamos a escova de dentes automática há apenas dois anos. Já existem 52 concorrentes no mercado. Nossa faca elétrica, introduzida há aproximadamente um ano, já compete com outras 7 e, provavelmente, outros tantos fabricantes estão-se preparando para entrar no mercado. A corrida para chegar primeiro ao mercado assume, certas vezes, proporções grotescas. Alberto-Culver estava tão ansioso em destruir um xampu da Procter & Gamble que chegou a criar um nome e a preparar um comercial de TV antes mesmo de seu produto ser fabricado.? Nem sempre, no entanto, o mercado segue o mesmo ritmo. A Monsanto, a primeira indústria a produzir sabão para lavadeiras automáticas, preferiu sair do mercado a enfrentar os poderosos orçamentos dos concorrentes. A Du Pont, gigante no seu ramo, abandona com freqüência um produto logo que dois concorrentes ingressam no mercado. Um novo produto de limpeza, líquido, elevou as vendas da Lestoil Products a um nível de US $ 25 milhões. Mais tarde outros concorrentes entraram no mercado (Lever Brothers, Procter & Gamble, Colgate) e as vendas da Lestoil diminuíram, a ponto de ela ter que parar de distribuir dividendos. Desta maneira a administração enfrenta um dilema: precisa produzir novos artigos, apesar de existirem inúmeras probabilidades contrárias ao seu sucesso.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Por volta de 1978/1980, pedi ao Antonio Tavernard que me indicasse os melhores livros de administração, marketing e economia. Tavernard que era um excelente profissional da área de economia e contabilidade, prestava consultoria empresarial especializada em administração para a empresa Conbral, onde eu trabalhava. Para o marketing, indicou o Philip Kotler. Para administração o Peter F. Ducker e para economia o Samuelson e o Rossetti.


 

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