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Enciclopédia Bancária Brasileira - Volume 2

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Enciclopédia Bancária Brasileira - Volume 2

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Autor: João Alfaro Sotto  

Editora: Pedagógica

Assunto: Enciclopédia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 237

Ano de edição: 1965

Peso: 440 g

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Bom
Marcio Mafra
30/08/2002 às 17:54
Brasília - DF

Até 1964, os serviços bancários brasileiros eram regulamentados e fiscalizados pelo Banco do Brasil, através da sua Sumoc - Superintendência da Moeda e do Crédito.

Após o golpe militar de 1964, foi criado o Banco Central e somente a partir desta data as leis e regulamentos passaram a ser mais claras e mais do domínio público. Enciclopédia Bancária Brasileira foi a primeira publicação do gênero feita no país, em caráter comercial, para leitura de qualquer interessado. Evidentemente que pela precariedade editorial, não foi uma obra de sucesso.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do Sistema Bancário Brasileiro e dos Bancos Comerciais, pouco antes da criação do Banco Central do Brasil, com destaque para a contabilidade bancária.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

ALVARÁ QUE CRIOU O PRIMEIRO BANCO DO BRASIL Eu, o Príncipe Regente, faço saber aos que êste meu Alvará com fôrça de Lei virem: que atendendo a não permitirem as atuais circunstâncias do Estado que o meu Real Erário possa realizar os fundos, de que depende a manutenção da monarquia e do bem comum dos meus fiéis vassalos, sem as delongas que as diferentes partes, em que se acham, fazem necessárias para a sua efetiva entrada: a que os bilhetes dos direitos das Alfândegas tendo certos prazos nos seus pagamentos, ainda que sejam de um crédito estabelecido, não são próprios para o pagamento de saldos, ordenados, juros e pensões que constituem os alimentos do corpo político do Estado, os quais devem ser pagos nos seus vencimentos em moedas correntes: e a que os obstáculos que a falta de giro dos signos representativos dos valôres põem ao comércio, devem quanto antes ser removidos, animando e promovendo as transações mercantis dos negociantes destas e das mais praças dos meus domínios e senhorios com as estrangeiras: sou servido ordenar nesta capital se estabeleça um Banco público que na forma dos estatutos que com êste baixam, assinados por D. Fernando José de Portugal, do meu Conselho de Estado, Ministro assistente ao despacho do Gabinete, Presidente do Real Erário e Secretário do Estado dos Negócios do Brasil, ponha em ação os cômputos estagnados, assim em gêneros comerciais, como em espécies cunhadas; promova a indústria nacional pelo giro e combinação dos capitais isolados; e facilite juntamente os meios e os recursos, de que as minhas rendas Reais e as públicas necessitarem para ocorrer às despesas do Estado. E querendo auxiliar um estabelecimento tão útil e necessário ao bem comum e particular dos povos que o Onipotente confiou ao meu zêlo e paternal cuidado: determina o que os saques dos fundos do meu Real Erário e as vendas dos gêneros privativos dos contratos e administrações da minha Real Fazenda, como são os diamantes, pau Brasil, o marfim e o urzela, se façam pela intervenção do referido Banco Nacional, vencendo sôbre o seu líquido produto a comissão de dois por certo, além do prêmio do rebate dos escritos da Alfândega, que, em virtude do meu Real Decreto de 5 de setembro do corrente ano, fui servido mandar praticar pelo Erário Régio, para ocorrer ao efetivo pagamento das despesas de trato sucessivo da minha Corôa que devem ser feitas em espécies metálicas. E atendendo à utilidade que provém ao Estado e ao Comércio do manejo seguro dos cabedais e fundos do referido Banco, ordeno que logo que êle principiar as suas operações, se haja por extinto o cofre do depósito, que havia nesta cidade a cargo da câmara dela; e determino que no sobredito Banco se faça todo e qualquer depósito, judicial, ou extrajudicial, de prata, ouro, jóias e dinheiro, e que o competente conhecimento da receita passado pelo secretário da Junta do Banco e assinado pelo administrador da competente caixa tenha em juízo e fora dêle todo o valor e crédito de efetivo e real depósito, para se seguirem os têrmos que por minhas leis se não devem praticar sem aquela cláusula, solenidade ou certeza.; recebendo o sobredito Banco o mesmo prêmio que no referido depósito, da cidade se descontava às partes. E outrossim sou servido mandar que os empréstimos a juro da lei, que pelo cofre que os órfãos e administrações de ordens terceiras e irmandades se fazem até agora a pessoas particulares, da publicação dêste meu Alvará em diante se façam unicamente ao referido Banco, que deverá pagar à vista nos prazos convencionados os capitais e nas épocas costumadas os juros competentes, debaixo de hipoteca dos fundos da sua caixa de reserva, distratando desde logo àqueles cofres as somas que tiverem em mãos particulares ao referido juro, para entrarem imediatamente com elas no sobredito Banco público, debaixo das mesmas condições. Em todos os pagamentos que se fizerem à minha Real Fazenda, serão contemplados e recebidos como dinheiro os bilhetes do dito Banco Público pagáveis ao portador, ou mostrado à vista; e da mesma forma se distribuirão pelo Erário Régio nos pagamentos das despesas do Estado e ordeno que os membros da junta do Banco e os diretores dêle sejam contemplados pelos seus serviços com as remunerações estabelecidas para os ministros e oficiais da minha Real Fazenda e administração da Justiça, e gozem de todos os privilégios concedidos aos deputados da Real Junta do Comércio. E êste se cumprirá, como nêle se contém. Pelo que mando, etc.. Dado no palácio do Rio de Janeiro, em 12 de outubro de 1808. Príncipe com guarda. Nascido sob a influência da presença da família real portuguêsa êste primeiro banco extinguiu-se, por lei, em 1829. Pode-se dizer que a retirada de D. João, em 1821, esvaziando o Tesouro e o Banco, foi a causa de sua extinção. Em 1851, por iniciativa de Mauá, surge o Segundo Banco do Brasil que durou até 1853. Em 1853, por iniciativa do Ministro da Fazenda, Rodrigues Torres, surge o Terceiro Banco do Brasil com a função de emissor, e com um capital de trinta mil contos (Cr$ 30.000$000). Durou até a sua fusão com o Banco da República do Brasil, em 1892. Finalmente, em 1905, pelo decreto n.º 1455, foram aprovados os estatutos do Quarto Banco do Brasil.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando trabalhava no Banco Inco, na metade dos anos 60, procurei muito alguma publicação que me fizesse entender o sistema bancário. Esta enciclopédia foi a única matéria que encontrei.Não consegui saber exatamente o ano da edição, muito menos o ordenamento legal que regulava as ações bancárias..


 

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