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A Marcha da Insensatez

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A Marcha da Insensatez

Livro Excelente - 2 opiniões

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Autor: Barbara W Tuchman

Editora: Agir

Assunto: História

Traduzido por: Carlos de Oliveira Gomes

Páginas: 393

Ano de edição: 1985

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Excelente
Elias Marinho
28/01/2009 às 14:31
Santa Maria - DF

A marcha da Insensatez é um livro simplesmente brilhante do ponto de vista do estilo Narrativo - Informativo, pois conseguiu ir muito além das minhas expectativas, e aguçar ainda mais o meu instinto de busca de conhecimento de fatos históricos. A autora se supera em relação àqueles que os recursos, o tempo ou até mesmo a paciência não permitiram que fossem, me permitirei até mesmo uma confidência: o livro me deixou excitado, ou porque não diria com tesão do descobrimento, sensação comum e particular aos grandes clássicos, que após lê-los parece-nos deixar mais fortes, talvez até mesmo mais bonitos pois eleva-nos a auto-estima. Todas as abordagens aos temas gerais foram magnificas, daria menos ibope talvez ao capítulo que se incumbiu da abordagem à Tróia, pois me pareceu de certa forma resumido, irrelevante e desinteressante, haja visto, dispormos de conhecimento em relação ao tema fruto de produções artísticas largamente exploradas por Hollywood. Quanto a abordagem sobre a independência dos Estados Unidos, ela requer do leitor boa memória, atenção e constantes revisões a partes já lidas em conseqüência da grande quantidade de personagens envolvidos na história, geralmente com nomes não tão familiares ao nosso conhecimento nem tão pouco ao nosso idioma. Todavia, o relato é extensivamente completo, muito além do que esperávamos e muito do que gostaríamos de saber, provavelmente aos olhos de um mau leitor seria taxado de um relato exaustivo. Quanto ao Vietnã, a análise não deixa em nada a desejar em comparativo com os outros temas anteriores abordados no livro, pois nos imerge de tal profunda forma na narrativa a ponto de nos enfurecermos literalmente juntamente com a autora no decorrer de sua explanação dos fatos que corroboram a sua conclusão da total insensatez na condução da guerra pelos sucessivos presidentes norte-americanos. Entretanto, nenhuma divisão do livro se equipara a análise quanto ao “reinado” dos Papas da Renascença, de modo que troquei a ordem seqüencial dos temas abordados propositalmente para que comentasse este por último, justamente por se tratar da melhor. È a melhor pois não é covarde, parcial e nem tão pouco incompleta e vazia, aventurando-se em um tema tão pouco explorado e divulgado, por se tratar de algo quase intocável, pertencente a uma instituição por muitos ainda temida e dependentes, a autora se qualifica na detentora e libertadora de mentes, colocando o leitor a par de fatos inescrupulosos capazes de por em cheque e abalar todas as frágeis base físicas em que ainda se firmam esta instituição que por muitos séculos permitiu-a praticar atos abomináveis e serviu para reforçar meu pensamento primitivo, até então desprovido de fundamentos, com relação a tudo o que é a Igreja Católica, desde a sua origem até aos dias de hoje. Cabe ressaltar que mesmo a autora conseguindo atingir a estatura de mestre brilhante em minha concepção, torna-se ela ainda inferior, embora em áreas diferentes, ao inigualável e gênio da literatura mundial chamado Sidney Sheldon.


Excelente
Marcio Mafra
22/08/2002 às 14:26
Brasília - DF


Marcha da Insensatez, de Tróia ao Vietnã é um histórico das reincidências de muitos governos, que praticam políticas completamente opostas aos seus próprios interesses. A autora começa comentando três enormes e reconhecidas insensatez governamentais: (1) no ano de 930 AC, quando as 10 tribos de Israel se dispersaram. Perderam tudo. (2) quando em 1520, o imperador Montezuma se submete aos espanhóis. Perderam tudo. (3) O ataque japonês a Pearl Harbour. Perderam tudo. Depois, a autora narra brilhantemente, outros grandes turbilhões: - A guerra de Tróia; - As seis décadas de desgoverno dos papas, no auge da Renascença, com toda a sua pompa e arte, quando seis papas, exacerbaram-se nas venalidades, imoralidades e poder político, ignorando completamente os apelos de seus seguidores, terminando com a perda dos fiéis para a secessão protestante, além da má reputação da Santa Sé, cujos prejuízos históricos e econômicos são chorados até os dias atuais; - A insensatez do Rei Jorge III da Inglaterra, que durante todo o seu reinado envenenou as relações com as colônias americanas, criando rebeldes aonde antes não existia um único descontente, acabando por perder o controle que exercia sobre o seu império na América; - Finalmente, Bárbara Tuchman aborda o mais fantástico turbilhão da insensatez americana dos tempos modernos, ou seja, os 30 mais longos anos de envolvimento americano no Vietnã, desde o apoio de Rooselvelt à política francesa na Indochina, (há quem diga que esta foi uma grande vingança de De Gaulle contra os americanos) passando pela formulação da artificial " teoria do dominó", sub produto da "guerra fria", (da mesma forma há quem diga que a "guerra fria" foi a grande vingança de Mao-Tse-Tung contra os Russos), que culminou com a vergonhosa retirada dos americanos. Depois do 11 de setembro, seria ótimo que alguém mandasse o Presidente Walker Busch ler o livro da Bárbara W. Tuchman. Apesar da tradução, A Marcha da Insensatez é brilhante. Excelente.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Insensatez total: baseada no rigor dos estudos históricos do passado, a história de um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos de políticas contrárias aos seus próprios interesses.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Os 22 anos de insensatez desde que navios americanos trouxeram os franceses de volta à Indochina estavam agora completos - embora não terminados. Mais cinco anos de esforço dos americanos para sair sem perder prestígio haveriam de completar o quadro. Pela falta de uma legítima motivação, pela vã perseverança e autodestruição completa, a beligerância iniciada na administração Johnson e por ela perseguida representou insensatez de uma espécie incomum, em que se não pode dizer algum benefício tenha dela resultado; todos os resultados foram malignos exceto um, o despertar da "ira publica". Muitos americanos chegaram a sentir que a guerra era errada, fora de toda proporção à luz do interesse nacional e além do mais malsucedida. Os populistas gostam de falar a respeito da "sabedoria do povo". Os americanos não eram propriamente sábios; estavam irritados com a situação - o que, em certos casos, passa a ser uma espécie de sabedoria. A retirada do apoio público provou o erro de um Executivo que pensava poder conduzir sua guerra limitada sem engajar a vontade democrática nacional.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada registrado. Não sei porque este livraço está aqui.


 

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