carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Sol na Cabeça

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Sol na Cabeça

Livro Bom - 2 opiniões

  • Leram
    2
  • Vão ler
    6
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Geovani Martins

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Contos

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 122

Ano de edição: 2018

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Excelente
Marcio Mafra
10/11/2018 às 18:02
Brasília - DF
O Sol na Cabeça, de autoria de Giovani Martins versa sobre a rotina das favelas cariocas com o talento dos bons autores. São 13 contos que tratam da violência policial, do tráfico de drogas, das mortes violentas e impiedosas, da intolerância religiosa, da luta pela sobrevivência, das diferenças sociais enfim, da vida diária de gente boa e gente imprestável. Leitura leve, contos bem selecionados cujo fio condutor é - simplesmente - a vida. Trata-se de um autor novo e talentoso que surgiu no rastro da FLIP Festa Literária Internacional de Paraty, RJ, em 2016 e 2017. Coisa muito boa. Livro excelente, sem nenhum reparo.

Péssimo
Lismar Queiroz Cardoso Júnior
22/04/2018 às 22:16
Belém - PA
Bem decepcionante. Inacreditável como o que um marketing agressivo não faz...
Bom, terminei este que está sendo considerado a maior obra literária brasileira contemporânea. E isso dito antes de seu lançamento, com uma campanha maciça da Cia das Letras; não a culpo, pois tem mais é que vender seu jabá mesmo, otário é quem acredita piamente; e com direito a entrevista do autor com Bial e seu programa na Globo. Folha de S. paulo e Estadão também escreveram sobre a escrita revolucionária e ímpar de Geovani. Pois bem, li e achei apenas ok. Isso com boa vontade. Três histórias realmente boas e o resto indo de regular a sofrível. Não vou negar que eu fiquei, no mínimo, intrigado com o livro. Uma história centrada no quotidiano de uma população tão marginalizada e tão esquecida pelo poder público?! Vale uma conferida. Mas o preço, e com suas míseras 120 páginas, afastou-me da compra. Resolvi ler homeopaticamente. Pegava o livro na mega store, levava a uma poltrona na própria loja, e lia uns 3 contos por dia, até acabá-lo. E graças a deus poupei esse dinheiro, pois o livro não vale nem 15 reais. Apenas três histórias chamaram minha atenção: 1 com uns 4 viciados viciados se chapando e aproveitando o dia, e duas com traficantes. São contos escritos de forma simples, mas seca. A descrição da psicodelia é detalhada, o escritor deve ter tido várias experiências empíricas, e não vou negar, prende a atenção do leitor. O uso de gírias e modo de falar dos personagens enriquecem o conteúdo do livro, mais uma vez agindo a favor da imersão. Contudo, o resto dos contos quebra totalmente esse ritmo, entregando-nos histórias desinteressantes, com desenvolvimento fraco, além de chatas. A impressão que dá é que Geovani escreveu qualquer merda para aumentar o número de páginas do livro. Se quiser pode muito bem destacar essas páginas dispensáveis e usá-las para limpar o traseiro ou enrolar um baseado e curtir a brisa.

Lismar Queiroz Cardoso Júnior
22/04/2018 às 21:01
Belém - PA

Treze contos que retratam a infância e a adolescência de moradores de favelas.

Lismar Queiroz Cardoso Júnior
22/04/2018 às 21:01
Belém - PA
Eu nunca cherei. Lembro de quando meu irmão chegou do trabalho boladão, me chamou pra queimar um com ele nos acessos. Queria ter uma conversa de homem pra homem comigo, senti na hora. A bolação dele era que um amigo que cresceu com ele tinha morrido do nada. Overdose. Tava pancadão na bike, se pá até indo de missão comprar mais, quando caiu no chão. Já caiu duro. Overdose. Tinha a idade do meu irmão na época, pô. Vinte dois! Nunca tinha visto meu irmão daquele jeito, eles era fechamento mermo. Aí o papo dele pra mim: pra eu ficar só no baseado. Nada de pó, nem crack, nem balinha, esses bagulhos. Até loló ele falou que era pra eu não usar, que loló derrete o cérebro. Sem contar os neguim que já rodaram com parada cardíaca porque se derramaram na loló.

Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Lismar Queiroz Cardoso Júnior
22/04/2018 às 21:01
Belém - PA
Divulgação Maciça.

 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2018
Todos os direitos reservados.