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Autor: Paulo Henrique Amorim

Editora: Globo

Assunto: Mercado Financeiro

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 137

Ano de edição: 1987

Peso: 190 g

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Bom
Marcio Mafra
22/08/2002 às 14:36
Brasília - DF

Jornalistas experimentados, íntimos dos bastidores da economia, incensados por todos os poderosos do Brasil e de fora, uniram-se para traduzir a elitista linguagem dos economistas, para o mundo prático dos pobres, estes que sempre pagam as contas. Imagina-se que os autores ganharam bastante dinheiro com um olho, enquanto com o outro ganhou a Globo. Nunca se ouviu falar que alguém tenha melhorado de vida, ou piorado a própria situação econômica, ou ainda, que tenha pirado totalmente pelo fato de utilizar-se das dicas do livro que, muito estranhamente é bem escrito e agradável de se ler, embora tenha sido escrito no tempo do Cruzado, durante o governo Sarney... Mas que parece coisa inútil, parece. Por que será que livro dessa estirpe só fala obviedade? O Paulo Henrique é um excelente repórter e um ótimo apresentador. Como escritor mal chega a mediano.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Guia Prático para ganhar e gastar mais dinheiro.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A compra a prestação sai mais cara que a encomenda. Com a alta da inflação e das taxas de juros, pegar um financiamento para comprar a prazo é o pior negócio que você pode fazer. Não adianta ficar imaginando que é vantagem aplicar o dinheiro que você tem e, em vez de fazer a compra à vista, optar pelo financiamento, pagando com os juros da aplicação. Os juros do financiamento são muito mais altos do que qualquer aplicação financeira. Também não adianta pensar que é melhor pegar um financiamento mais longo. Aparentemente, as prestações podem ter um valor menor, mas quanto maior o número de prestações mais altas são as taxas de juros que você paga. O ideal é sempre comprar à vista ou com ofertas de três ou quatro vezes sem juros. Mas, preste atenção: essas ofertas às vezes incluem os juros no preço do produto. Se isso ocorrer, o melhor é você propor ao vendedor um bom desconto para o pagamento à vista. Caso não dê certo, fique mesmo com as ofertas, que ainda são melhores que o financiamento para a compra com prazos maiores. Acompanhe pelos jornais as taxas de juros reais que as financeiras cobram no crédito direto ao consumidor. Você vai ver que elas sempre estão acima da inflação. Uma boa dica é usar os cartões de crédito nas compras de grande valor e pagar à vista na fatura do cartão, antes de acabar o prazo de carência e começar a cobrança dos juros. Você ganha até um mês (no caso dos cartões que dão trinta dias para o pagamento) e não paga os juros altos do cartão. Veja o exemplo: se você quer comprar um eletrodoméstico que custa CZ$ 15 mil e tem o dinheiro disponível na caderneta de poupança ou no fundo de renda fixa, não retire o dinheiro para fazer a compra à vista. Pague com o cartão de crédito exatamente na data que começa a contar o seu prazo de carência. No final dos trinta dias, se o seu dinheiro na poupança rendeu 100/0, você vai ter Cz$ 16.500. E vai ter que pagar apenas CZ$ 15 mil pelo eletrodoméstico, antes que comece a cobrança dos juros do cartão. Isso vale também para os cartões de crédito das lojas comerciais. Alguns permitem que você faça o pagamento em até 45 dias ou pague em três vezes sem juros, autorizando descontos vantajosos, se a compra for paga à vista. Pode ser um bom negócio ter cartões de crédito das lojas comerciais. Mas vale a pena pesquisar preços, porque em troca dos cartões muitas lojas aumentam muito seus preços em relação às outras. Agora, preste atenção a um detalhe importante: as lojas comerciais que aceitam cartões de crédito bancários não podem cobrar mais quando a compra é feita com cartão. Se isso acontecer, reclame com o gerente da loja e/ou com o serviço de atendimento ao cliente de seu cartão.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF
Na ocasião da edição deste livro, nossa moeda era o vitorioso CRUZADO, do imortal escritor e Presidente José Sarney. Cz era a sua sigla. O autor e as coautoras, eram as mega estrelas da economia brasileira, sendo ele o editor da Rede Globo, a Ângela editora do Jornal da Globo e a Kristina editora do Jornal Nacional. Muitissimos mais poderosos que o pai, a filha e o espírito santo. Só um tolo não pagaria qualquer agio para obter um exemplarzinho do livro dos deuses.

 

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