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Ecce Homo - Como Me Tornei Quem Sou

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Autor: Friedric Nietzsche

Editora: Saraiva

Assunto: Filosofia

Traduzido por: Lourival de Queiroz Henkel

Páginas: 130

Ano de edição: 2013

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Ótimo
Rafael Lima do Amaral
08/12/2017 às 21:52
Santa Bárbara do Pará - PA
Realmente Nietzsche merece o título de ser um dos grandes escritores da Literatura Alemã.

  • Ecce Homo - Friedrich Nietsche

    Autor: Bia Zandonadi

    Veículo: Blog Novos Conflitos, Velhas Histórias

    Fonte:

    Sempre tive medo de ler Nietzsche. Sentia-me despreparada para entrar em contato com uma filosofia tão forte, tão diferente do que estamos acostumados em nossa ínfima vida. Entretanto encontrei nas próprias palavras do escritor a coragem para entrar em contato com seu mundo. Disse ele certa vez, “se não se empanturra com os livros, não pensa. Quando pensa atende ele a um estímulo – um pensamento escrito; enfim, não faz mais do que reagir [...] emprega sua força em dizer sim ou não, em criticar o que já foi pensado por outros”. Nietzsche foi um homem louco para alguns, suas idéias ainda são contestadas. Em sua autobiografia ele se considera o primeiro imoralista. E é justamente esta obra que escolhi para abrir meu relacionamento com suas palavras. Ecce Homo foi um de seus últimos livros, só foi publicado após sua morte. Explicou muitos equívocos a respeito de suas idéias, um deles era o fato de atribuírem a ele a característica de precursor dos conceitos do nazismo. Em Ecce Homo, Nietzsche deixa claro o seu repúdio aos alemães, principalmente àqueles que se julgavam espertos demais, “bons” demais. A auto-avaliação feita pelo autor deixa impressões de arrogância e prepotência, principalmente para quem a lê no primeiro contato com toda sua obra. Não pensei assim. Durante os capítulos do livro ele dá explicações sobre o porquê sua afirmação de ser contrário ao cristianismo, o que o levou a ser ateu. “Os conceitos de alma, espírito e enfim, também aquele de alma imortal foram inventados para ensinar o desprezo do corpo, tornando-o doentio – isto é, santo para se opor a todas as coisas que merecem ser tratadas com seriedade na vida (aos problemas da nutrição, da habitação, da assistência aos doentes, do asseio, do tempo) uma inenarrável superficialidade”! Além de descrever momentos de sua vida, conta como foi concebido seu Zaratustra. Um de seus livros que mais marcou a humanidade, Assim falou Zaratustra. Para o próprio Nietzsche, “dentre toda minha obra, Zaratustra ocupa um lugar predileto, com ele fiz à humanidade o mais valioso dos presentes que lhe seria dado fazer”. Ele caracteriza a ideologia de um espírito que ingenuamente, isto é, sem intenções e por exuberância de força e de potencialidade brinca com tudo aquilo que era tido como sagrado, bom, inatingível, divino. É preciso esperar a hora certa para entrar em contato com ele. A leitura de Ecce Homo pode ser mais valorizada depois de um estudo da obra de Nietzsche, e ainda, da leitura de outros de seus livros. Mas, para quem gosta de começar do fim como eu, para quem gosta de saber onde pisa, de ter argumentos para criar suas conclusões, esta é uma excelente oportunidade de ler a que pode ser considerada a última obra de Friedrich Nietzsche. Postado por Bia Zandonadi às 3:29 PM.