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A Passagem Tensa dos Corpos

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A Passagem Tensa dos Corpos

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Autor: Carlos de Brito e Melo

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 249

Ano de edição: 2009

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Bom
Marcio Mafra
21/08/2016 às 17:36
Brasília - DF
Todo romance tem um narrador e diversos personagens.
A Passagem Tensa dos Corpos tem personagens, mas o leitor não encontra o narrador.
Não é livro de terror, nem policial, nem de mistério.
Arre! Coisa mais estranha e mais divertida.
Divertida, embora sejam histórias de morte.
Carlos de Brito e Melo escritor mineiro, 42 anos, é desses que escrevem com competência e talento.
No romance, que trata da morte, existem passagens que o narrador é só a língua, como se o resto do corpo (do narrador) fosse fantasma.
Leitura rápida por que o livro é curto como assim como a vida.
Hilário. Inteligente. Diferente. Bom livro.

Marcio Mafra
21/08/2016 às 00:00
Brasília - DF

Histórias de mortes pelo interior de Minas Gerais, contadas por um profissional. Como se fosse um registro de cartório de “Títulos, Documentos, Nascimentos e Falecimentos” cujos registros são feitos oralmente ou, não por escrito. Na cidade de Cruz das Almas, o senhor C. se envenenou, na outra, um personagem anônimo morreu afogado. Em Montes Claros, durante um procedimento cirúrgico, um cirurgião faleceu sobre o paciente. Na cidade da Senhora dos Remédios, uma recepcionista de hotel veio a falecer por engolir os próprios dentes, provocando a mastigação involuntária das paredes do estômago. O narrador (que por vezes parece uma língua fantasma) visita cada cidade e faz registros orais sobre a passagem tensa dos corpos, como se fosse colecionador de óbitos.

Marcio Mafra
21/08/2016 às 00:00
Brasília - DF

Eu observo e descrevo gente morta, reunindo-a em um arquivo composto de outras mortes/observadas por mim e reconhecidas e confirmadas pela comunidade onde viveu. Entretanto, se um morto não comparece ao próprio velório, se não é rodeado e conduzido por chorões até sua vala, se não é coberto de terra ao som monocórdico das orações, se não é chamado de morto em nenhuma cerimônia realizada em sua memória, não posso registrá-lo....

 

............ Tenho certeza de que o perfume que sentirei à altura de suas canelas ficará melhor lá pelo meio das coxas. Quero antecipar-me ao seu banho e aproveitar que ainda dorme, que ainda tem o suor/que suou durante toda a noite! Eu lamberia do primeiro dedo até a cintura, até onde houvesse pelo menos um pouco de acidez./Tenho, entretanto, que me restringir ao devaneio e à simulação. Não posso me aproveitar do que não é resto. Que importa, para uma lambida simulada, que ela tenha matado o marido?


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
21/08/2016 às 00:00
Brasília - DF

Não tenho nenhuma história para registrar sobre a compra do livro A Passagem Tensa dos Corpos, salvo que o autor havia ganhado um importante prêmio de literatura do Governo de Minas Gerais e foi um dos finalistas do Jabuti e do Prêmio Portugal Telecom. 


 

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