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Buda e o Budismo

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Buda e o Budismo

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Maurice Percheron

Editora: Agir

Assunto: Budismo

Traduzido por: Ruy Flores Lopes

Páginas: 191

Ano de edição: 1958

Peso: 280 g

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Ótimo
Marcio Mafra
01/08/2002 às 12:56
Brasília - DF


Este livro proporciona uma excelente visão histórica do budismo, desde o seu surgimento, na Índia, por volta do ano 500 AC, e na seqüência, o movimento budista chinês e nipônico. A leitura flui sem nenhuma dificuldade, embora a tradução não seja nenhum primor. Particularmente impressionante é a semelhança da história de Buda, com a história de Cristo. Ao longo do livro constata-se que Buda também nasceu de uma virgem, viveu cerca de 100 anos e pregava por meio de parábolas. Tem inclusive, um "sermão da montanha". Estas e outras semelhanças com a vida de Jesus Cristo, além de curiosas são intrigantes, porque Buda nasceu no ano 556 e morreu no ano 476, portanto, aproximadamente quatro séculos antes do aparecimento do Cristo. Vale a leitura.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia da vida de Buda e do Budismo, orientando o aprendizado de quem busca conhecer ou praticar a elevação espiritual, em sete capítulos: 1) A Índia pré budista, focando o atmã, bramã e karmã; 2) A vida lendária de Buda; 3) A antiga escola da sabedoria; 4) A Nova escola da sabedoria; 5) Os budismos não-indianos; 6) A extensão do budismo; 7) as artes búdicas.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Enfim, o celibato é de rigor, pois toda relação com uma mulher periga acarretar apego por ela e pela criança que nascer. Buda via na freqüentação da mulher um vínculo incompatível com a vida monástica, pois a energia psíquica já não é mais inteiramente disponível para a meditação. De resto, não tinha grande estima pelo caráter feminino. Sem dúvida é preciso desconfiar das mulheres. Para uma que seja sábia, há mais de mil loucas ou más. A mulher é mais secreta que o caminho por onde passa o peixe na água. E' feroz como o salteador, e como ele ardilosa. E' raro que diga a verdade: para ela a verdade equivale à mentira e a mentira à verdade. Muitas vezes aconselhei a um discípulo que evitasse as mulheres. Deixou à porta, durante meses, a segunda esposa de seu pai, - a tia que o criara: em farrapos, vinha cada dia mendigar um olhar dele, uma boa palavra. Foi somente alguns anos mais tarde que tomou em consideração a piedade das mulheres e aceitou que se constituíssem comunidades femininas. Chegaram mesmo a formular a questão: se as mulheres eram capazes de atingir a Bodhi, o que deu aso a grandes controvérsias entre Buda e os discípulos. Depois de haver recusado, o mestre acabou por ceder às instâncias de seus imediatos, mas não tardou em arrepender-se da decisão tomada, diante da desordem material e espiritual causada pelas religiosas nas comunidades. Hinayana e Mahayana são também concordes em exprimir o descrédito em que são tidas as mulheres, do ponto de vista espiritual. "Porque obtive um corpo de mulher, porque pratiquei o mal numa vida passada". Um texto popular tibetano, traduzido por Bacot, reflete muito bem o estado de espírito budista a respeito da mulher. Tratá-se de um diálogo em que um monge explica a u'a moça a razão porque ele a afasta de seu caminho: As mulheres são a fonte das três danações. O comércio das mulheres é a perdição dos homens. As mulheres causam a desgraça dos homens neste e no outro mundo. Não há paz para alquile que deseja as mulheres. Quem deseja as mulheres deve fugir delas. As mulheres são a tal ponto a fonte de todo pecado que os Budas não nascem delas. Absoluto e relativo, vácuo e misericórdia, são realidades incomparáveis numa mulher. Este universo morre de sua presença.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No início dos anos 60, procurava conhecer um pouco da história do Budismo, numa constante busca pelo conhecimento das religiões e só encontrei esta pequena edição da Livraria Agir, então a única publicadora de livros sobre religiões, ou seitas não ocidentais, como Maomé e Buda, em versões não eruditas.


 

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