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O Cristo da Fé

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O Cristo da Fé

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Karl Adam

Editora: Herder

Assunto: Teologia

Traduzido por: José de Assis Carvalho

Páginas: 412

Ano de edição: 1962

Peso: 770 g

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Ruim
Marcio Mafra
26/07/2002 às 15:53
Brasília - DF
No Cristo da Fé, Karl Adam, importante teólogo católico, alinha os valores que ele percebe ou entende que vão surgindo ao longo dos estudos sobre Cristo. Esses valores são estudados sob as demandas da religião cristã e da igreja católica em particular.
Como todo tratado de teologia as questões referentes ao conhecimento da divindade, de seus atributos, das relações com os homens e as verdades religiosas requerem tempo, reflexão e muita paciência para a sua leitura.
Mas, tem autor como Adam, que além de ter certeza que papel aceita qualquer coisa, ainda precisa superar os conceitos filosóficos e teológicos de São Thomaz de Aquino, quando conceitua: "a Pericorese e a "comunicatio idiomatum". Pericorese trinitária e cristológica. O conceito de pericorese, ou circunsessão, é-nos conhecido do "de Trinitate". Os Padres Latinos falavam de uma "circumincessio", a Escolástica posterior falava de uma "circuminsessio". Seria entretanto um erro confundir a pericorese trinitária com a pericores e cristológica."
Então, ficam todos os leitores admoestados de que não podem confundir pericorese trinitária, com pericore critológica. Isso lembra aquele famoso apresentador de programas de televisão, que atirava bacalhau para a sua platéia e dizia: "eu vim para confundir e não para explicar".

Ó Cristo da Fé é leitura prá lá de enfadonha, além de chata, e muito difícil de ser entendida pelo leitor não-iniciado.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pensamento teológico do católico alemão Padre Karl Adam. A síntese cristológica (dele),inclui: (a) A fonte da fé em Cristo; (b) O desenvolvimento da doutrina da Igreja à luz das controvérsias cristológicas; (c ) O Cristo da teologia acatólica; (d) O Cristo dos evangelhos canônicos; (e) O Cristo da comunidade primitiva à luz da história das religiões; (f) O caminho psico-religioso para o Cristo; (g) A consciência messiânica do Cristo; (h) A consciência de filho do homem, de Cristo; (i) A cirstologia paulina, joanina e dos padres; (j) A interpretação escolástica e pós-tridentina da consciência pessoal de Cristo; (k) A união hipotástica, a natureza divina e humana do Cristo; (l) A coomunicação dos idiomas; (m) A perfeição ética e intelectual da humanidade de Cristo; (n) Redenção do erro e do pecado; (o) A encarnação, morte salvítica e redentora de Cristo; (p) A realeza do Redentor.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A Pericorese e a "comunicatio idiomatum" .Pericorese trinitária e cristológica. O conceito de pericorese, ou circunsessão, é-nos conhecido do "De Trinitate". Os Padres Latinos falavam de uma "circumincessio", a Escolástica posterior falava de uma "circuminsessio". Seria entretanto um erro confundir a pericorese trinitária com a pericores e cristológica. A pericorese cristológica não é um mero reflexo, ou uma mera cópia, da trinitária, mas o seu complemento e contrapartida, pois enquanto a circunsessão trinitária tem seu ponto de partida na unidade de natureza, a cristológica inverte o processo e parte da unidade de Pessoa. Enquanto na vida introdivina as três Pessoas divinas possuem uma única e idêntica natureza, no Verbo Encarnado duas naturezas existem numa só Pessoa. O conceito de pericorese se aplica a ambos os casos segundo o seu aspecto formal, enquanto em ambos os casos estamos diante de uma compenetração recíproca, de uma muito profunda comunhão de vida. Quanto a seu conteúdo, entretanto, o conceito não é o mesmo num e noutro caso. A pericorese trinitária tira sua origem da posse tranqüila de uma natureza comum e culmina na atuação vital da posse dessa mesma natureza pelas três Pessoas divinas. A pericorese cristológica, ao contrário, tira sua origem da unidade da Pessoa divina, fundamenta-se na união hipostática, que une substancialmente a humanidade de Jesus à segunda Pessoa divina, e culmina na ativa compenetração de ambas as naturezas pela atividade divino-humana do Verbo Encarnado. A única Pessoa divina do Logos compenetra tanto a natureza divina como a humana, enquanto a possui como sua, sem, entretanto, a absorver ou destruir. Mas, como a fôrça que vincula entre si as duas naturezas procede só do Logos e, não da natureza humana, seria um êrro falar de uma compenetração mútua ou de uma recíproca inabitação. Só tem sentido dizer que a humanidade de Jesus é governada, é habitada pelo Logos e por sua natureza divina. Pode-se pois definir a pericorese cristológica como a inabitação do Logos na humanidade de Jesus, ou simplesmente, como a presença do Deus trino na humanidade de Jesus. Embora assim compenetrada pela divindade, a humanidade de Jesus, entretanto, permanece intocada nas suas características (proprietates), assim, como, por exemplo, o vidro, filtre embora os raios solares, continua sendo vidro e não se transforma em sol. O Evangelho de S. João esclarece essa pericorese com um "lógion" de Jesus: "Eu e o Pai somos uma coisa só"; "quem me conhece, conhece o Pai". Essa circunsessão é a razão porque as duas naturezas do Cristo não se consideram estranhas entre si, mas agem conjuntamente, de modo a permitir que o Cristo possa realizar atos divino-humanos, teândricos. A vida íntima de Jesus, considerada do ponto de vista psicológico, mostra claramente que as duas naturezas, embora conservando suas características próprias, não são para Jesus, e para a sua consciência humana, nem estranhas entre si nem como partes heterogêneas justapostas inorgânicamente; ao contrário, articulam-se tão Intimamente que a divindade do Logos, ou mais exatamente, a natureza divina realmente idêntica ao Logos, permeia e compenetra a humanidade de Jesus, e que a consciência humana está realmente cônscia dessa presença do Deus trino na sua vida humana. Só essa convicção é que pode levar Jesus a dizer: "Eu e o Pai somos uma só coisa." Por outro lado, não podemos esquecer que, apesar dessa misteriosa união das duas naturezas, a natureza divina, o Deus trino, permanece absolutamente transcendente. Nem podemos pensar que a divindade constitua uma como fôrça imanente à humanidade de Jesus a lhe dar a forma íntima, de modo a poder se comparar à alma humana que informa o corpo


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Entre os anos 1960/1968 eu devorava tudo que versasse sobre religião. Qualquer coisa. Comprava pelo título, ou por ter ouvido falar no nome do autor. Karl Adam, foi um deles.


 

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